{"id":8326,"date":"2015-02-06T12:00:00","date_gmt":"2015-03-22T16:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"ANEEL-8389","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=8326","title":{"rendered":"Bandeiras tarif\u00e1rias ser\u00e3o aprimoradas e ganhar\u00e3o campanha de divulga\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><b>Fonte: <\/b><a href='http:\/\/www.aneel.gov.br\/aplicacoes\/noticias\/Output_Noticias.cfm?Identidade=8389&#038;id_area=90'><b>ANEEL<\/b><\/a><\/p>\n<p style='text-align: justify'>\n\t<img alt='' src='http:\/\/www.aneel.gov.br\/arquivos\/gif\/bandeiras_tarifarias_materia_6_jan_2015.jpg' style='border-bottom: 0px solid; border-left: 0px solid; margin: 5px; width: 138px; float: left; height: 200px; border-top: 0px solid; border-right: 0px solid' \/>O aperfei&ccedil;oamento do sistema de bandeiras tarif&aacute;rias entrou nesta sexta-feira (6\/2) em Audi&ecirc;ncia P&uacute;blica deliberada em Reuni&atilde;o P&uacute;blica Extraordin&aacute;ria da ANEEL. Os valores propostos, que ainda ser&atilde;o debatidos na Audi&ecirc;ncia, s&atilde;o de R$&nbsp;2,50 (sem impostos) a cada 100 kWh consumidos em bandeira amarela e de R$ 5,50 (sem impostos) a cada 100 kWh consumidos em bandeira vermelha. A bandeira verde indica condi&ccedil;&atilde;o de gera&ccedil;&atilde;o favor&aacute;vel e, por isso, n&atilde;o haver&aacute; acr&eacute;scimo. Com a nova regra, ser&aacute; acionada uma &uacute;nica bandeira para todas as distribuidoras, e n&atilde;o mais por submercado, como define a regra atual.<\/p>\n<p style='text-align: justify'>\n\t<br \/>\n\tNo debate da mat&eacute;ria, o diretor-geral da ANEEL, Romeu Rufino, esclareceu que a proposta de revis&atilde;o das bandeiras n&atilde;o envolve aumento de custos, mas uma forma de cobran&ccedil;a mais eficiente. &ldquo;As bandeiras n&atilde;o s&atilde;o a cria&ccedil;&atilde;o de um novo custo, mas uma forma de aloca&ccedil;&atilde;o que apenas direciona a parte vari&aacute;vel dos custos da energia el&eacute;trica. Como o sistema &eacute; din&acirc;mico, as bandeiras refletem instantaneamente a varia&ccedil;&atilde;o desses valores nas cores verde, amarela e vermelha, para facilitar o entendimento dos consumidores&rdquo;.<\/p>\n<p style='text-align: justify'>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tAs bandeiras tarif&aacute;rias s&atilde;o uma forma diferente de apresentar um custo que hoje j&aacute; est&aacute; na conta de energia, mas geralmente passa despercebido. Atualmente, os custos com compra de energia pelas distribuidoras s&atilde;o inclu&iacute;dos no c&aacute;lculo de reajuste das tarifas e s&atilde;o repassados aos consumidores um ano depois de ocorridos. As bandeiras informam o custo mensal de gera&ccedil;&atilde;o da energia el&eacute;trica, dando ao consumidor a oportunidade de adequar seu consumo ao seu pre&ccedil;o real.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tSegundo o relator do processo, Diretor Tiago de Barros, os custos j&aacute; existem e decorrem do per&iacute;odo de seca. Nossa proposta visa somente uma forma mais eficiente de coberturas desses valores, que passariam a ser inclu&iacute;dos nas bandeiras. &ldquo;O importante &eacute; que uma resposta consciente dos consumidores a esse sinal de pre&ccedil;o mais realista pode reduzir a press&atilde;o da demanda sobre o setor e levar &agrave; retirada das bandeiras vermelhas&rdquo;, explicou o diretor.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tDe acordo com a proposta, haver&aacute; uma conta centralizadora dos recursos das bandeiras a ser administrada pela C&acirc;mara de Comercializa&ccedil;&atilde;o de Energia El&eacute;trica (CCEE) e regulada pela Ag&ecirc;ncia. Outra novidade &eacute; uma ampla campanha de divulga&ccedil;&atilde;o do sistema de bandeiras tarif&aacute;rias, a ser feito pelas distribuidoras a fim de esclarecer os consumidores e estimular o uso consciente da energia el&eacute;trica.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tAs contribui&ccedil;&otilde;es podem ser enviadas no per&iacute;odo de 9 a 20\/2\/15 para o e-mail: <a href='mailto:ap006_2015@aneel.gov.br'>ap006_2015@aneel.gov.br<\/a>ou para o endere&ccedil;o: ANEEL &ndash; SGAN Quadra 603 &ndash; M&oacute;dulo I T&eacute;rreo\/Protocolo Geral, CEP 70.830-110, Bras&iacute;lia&ndash;DF.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tAs bandeiras tarif&aacute;rias est&atilde;o em vigor desde janeiro deste ano. De acordo com o sistema, as cores verde, amarela e vermelha indicam se a energia custar&aacute; mais ou menos em fun&ccedil;&atilde;o das condi&ccedil;&otilde;es de gera&ccedil;&atilde;o de eletricidade do Sistema Interligado Nacional (SIN). Assim, o consumidor poder&aacute; identificar qual bandeira do m&ecirc;s e reagir a essa sinaliza&ccedil;&atilde;o com o uso inteligente da energia el&eacute;trica, sem desperd&iacute;cio. As Bandeiras Tarif&aacute;rias n&atilde;o se aplicam aos estados do Amazonas, Amap&aacute; e Roraima, pois eles ainda n&atilde;o est&atilde;o plenamente conectados ao SIN.<\/p>\n<p>\tPara facilitar essa compreens&atilde;o, 2013 e 2014 foram anos testes. Em car&aacute;ter educativo, a ANEEL divulgou, m&ecirc;s a m&ecirc;s, as bandeiras tarif&aacute;rias que estariam em funcionamento nesse per&iacute;odo. Al&eacute;m disso, as distribuidoras de energia comunicam, na conta de energia, a aplica&ccedil;&atilde;o das bandeiras para suas regi&otilde;es.<\/p>\n<p>\t<strong><em>Por que as bandeiras foram criadas? <\/em><\/strong><\/p>\n<p>\tA energia el&eacute;trica no Brasil &eacute; gerada predominantemente por usinas hidrel&eacute;tricas. Para funcionar, essas usinas dependem das chuvas e do n&iacute;vel de &aacute;gua nos reservat&oacute;rios. Quando h&aacute; pouca &aacute;gua armazenada, usinas termel&eacute;tricas podem ser ligadas com a finalidade de poupar &aacute;gua nos reservat&oacute;rios das usinas hidrel&eacute;tricas. Com isso, o custo de gera&ccedil;&atilde;o aumenta, pois essas usinas s&atilde;o movidas a combust&iacute;veis como g&aacute;s natural, carv&atilde;o, &oacute;leo combust&iacute;vel e diesel. Por outro lado, quando h&aacute; muita &aacute;gua armazenada, as t&eacute;rmicas n&atilde;o precisam ser ligadas e o custo de gera&ccedil;&atilde;o &eacute; menor.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tConforme estabelece o<a href='http:\/\/legislacao.planalto.gov.br\/legisla\/legislacao.nsf\/Viw_Identificacao\/DEC%208.401-2015?OpenDocument'><strong>Decreto N&ordm; 8.401, de 4 de&nbsp; fevereiro de 2015<\/strong><\/a>, as bandeiras tarif&aacute;rias ser&atilde;o homologadas pela ANEEL, a cada ano civil, considerada a previs&atilde;o das varia&ccedil;&otilde;es relativas aos custos de gera&ccedil;&atilde;o por fonte termel&eacute;trica e &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o aos pre&ccedil;os de liquida&ccedil;&atilde;o no mercado de curto prazo que afetem os agentes de distribui&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: ANEEL O aperfei&ccedil;oamento do sistema de bandeiras tarif&aacute;rias entrou nesta sexta-feira (6\/2) em Audi&ecirc;ncia P&uacute;blica deliberada em Reuni&atilde;o P&uacute;blica Extraordin&aacute;ria da ANEEL. Os valores propostos, que ainda ser&atilde;o debatidos na Audi&ecirc;ncia, s&atilde;o de R$&nbsp;2,50 (sem impostos) a cada 100 kWh consumidos em bandeira amarela e de R$ 5,50 (sem impostos) a cada 100 kWh [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8326"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=8326"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/8326\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=8326"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=8326"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=8326"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}