{"id":3050,"date":"2015-04-15T16:33:00","date_gmt":"2015-04-15T20:33:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3091","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=3050","title":{"rendered":"Em: 15\/04\/2015 &agrave;s 16:33h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>A retra&ccedil;&atilde;o na economia levou a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) revisar para baixo as estimativas para 2015. Segundo o relat&oacute;rio trimestral Informe Conjuntural, divulgado hoje (14), a entidade prev&ecirc; que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no pa&iacute;s) caia 1,2% e que a atividade industrial recue 3,4% neste ano.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A queda na ind&uacute;stria ser&aacute; puxada pela constru&ccedil;&atilde;o civil, que dever&aacute; recuar 5,5% e pela ind&uacute;stria de transforma&ccedil;&atilde;o, cuja produ&ccedil;&atilde;o dever&aacute; cair 4,4%. Os servi&ccedil;os industriais de utilidade p&uacute;blica, que englobam o fornecimento de energia el&eacute;trica e &aacute;gua, dever&atilde;o encerrar o ano com queda de 2,8%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A queda na atividade industrial, somada ao recuo esperado de 0,6% no consumo das fam&iacute;lias, far&aacute; o setor de servi&ccedil;os cair 0,4% em 2015, tendo a primeira queda em mais de duas d&eacute;cadas. De acordo com a CNI, o &uacute;nico segmento da economia a n&atilde;o ter desempenho negativo este ano ser&aacute; a agropecu&aacute;ria, mas a expans&atilde;o ser&aacute; apenas 0,5%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Em raz&atilde;o do fraco desempenho da economia, a entidade aumentou para 6,7% a taxa m&eacute;dia de desemprego em 2015. Em dezembro do ano passado, a CNI projetava crescimento de 1% do PIB, alta de 1% na produ&ccedil;&atilde;o industrial e crescimento de 0,7% no consumo das fam&iacute;lias. A proje&ccedil;&atilde;o para a taxa de desemprego estava em 5,2%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo o gerente-executivo de Pol&iacute;ticas Econ&ocirc;micas da CNI, Fl&aacute;vio Castelo Branco, a deteriora&ccedil;&atilde;o do quadro econ&ocirc;mico foi mais intensa do que se percebia no fim do ano passado, afetando a confian&ccedil;a do empres&aacute;rio industrial e desestimulando os investimentos privados na economia. De acordo com o relat&oacute;rio, a forma&ccedil;&atilde;o bruta de capital fixo, que mede os investimentos, dever&aacute; cair 6,2% em 2015, contra estimativa de varia&ccedil;&atilde;o zero divulgada em dezembro.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;A infla&ccedil;&atilde;o se elevou, com recomposi&ccedil;&atilde;o de tarifas p&uacute;blicas. A deteriora&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m atingiu as contas externas. Nesse ambiente, a confian&ccedil;a do empres&aacute;rio industrial se retraiu, no n&iacute;vel mais baixo desde o fim da d&eacute;cada de 1990&rdquo;, explicou. Ele citou ainda fatores n&atilde;o econ&ocirc;micos que afetaram a economia, como os esc&acirc;ndalos na Petrobras. &ldquo;Houve problemas na principal empresa brasileira, que reduziu o programa de investimentos e afetou toda uma cadeia de fornecedores&rdquo;, acrescentou.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para Castelo Branco, embora necess&aacute;rio, o ajuste econ&ocirc;mico implementado neste ano agravar&aacute; a economia no curto prazo por causa da redu&ccedil;&atilde;o do gasto p&uacute;blico, do aumento de tributos e do reajuste de pre&ccedil;os administrados, como energia e combust&iacute;veis. Ele, no entanto, defendeu que a corre&ccedil;&atilde;o de rumos na economia brasileira n&atilde;o se d&ecirc; apenas pelo lado fiscal e monet&aacute;rio.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;Existe um esfor&ccedil;o do lado fiscal, mas ele n&atilde;o deveria responder por todo o ajuste. Nossa posi&ccedil;&atilde;o &eacute; que tenhamos agenda positiva para retomada do crescimento, com medidas pr&oacute;-competitividade&rdquo;, declarou.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A retra&ccedil;&atilde;o na economia levou a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) revisar para baixo as estimativas para 2015. Segundo o relat&oacute;rio trimestral Informe Conjuntural, divulgado hoje (14), a entidade prev&ecirc; que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no pa&iacute;s) caia 1,2% e que a atividade industrial recue 3,4% neste ano. 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