{"id":3036,"date":"2015-04-14T15:40:00","date_gmt":"2015-04-14T19:40:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3077","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=3036","title":{"rendered":"Em: 14\/04\/2015 &agrave;s 15:40h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>Um levantamento feito pela Schneider com 236 profissionais de diversos setores da economia apontou que 90% entende o que &eacute; efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica. Contudo, apenas 37% das respostas colhidas indicam que as empresas realmente adotam programas estruturados para a&ccedil;&otilde;es contra o desperd&iacute;cio de energia. Esse conjunto de respostas, disse o gerente Nacional de Vendas em Energia e Sustentabilidade da multinacional francesa, Jo&atilde;o Carlos Salgueiro, mostra que o conhecimento est&aacute; confinado em &aacute;reas t&eacute;cnicas e que os benef&iacute;cios da efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica n&atilde;o chegam &agrave; organiza&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;Mesmo com o atual cen&aacute;rio energ&eacute;tico brasileiro, continuamos sendo imediatistas. Quando perguntamos qual seria a prioridade das empresas em termos de combate ao desperd&iacute;cio, a &aacute;gua aparece em primeiro lugar, energia vem depois&rdquo;, disse ele na &uacute;ltima quarta-feira, 8 de abril, durante a apresenta&ccedil;&atilde;o desse estudo. Segundo o executivo, 86% dos entrevistados apontaram que a empresa onde trabalham pretende reduzir o consumo de energia nos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s anos. Do total de respostas a meta de redu&ccedil;&atilde;o de consumo &eacute; de 10% para 62% das empresas entrevistadas e acima de 20% para 32% das organiza&ccedil;&otilde;es que participaram da pesquisa.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Outra dado destacado pela Schneider &eacute; que apesar da energia el&eacute;trica ser a principal fonte energ&eacute;tica das empresas, estas est&atilde;o despreparadas para um cen&aacute;rio de racionamento ou interrup&ccedil;&atilde;o do abastecimento. Isso porque somente 12% dos profissionais afirmaram que suas empresas possuem capacidade de gera&ccedil;&atilde;o, enquanto 38% n&atilde;o t&ecirc;m planos para enfrentar situa&ccedil;&otilde;es como essas. As respostas apontadas como sendo o governo o principal agente indutor e respons&aacute;vel pela efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica no pa&iacute;s pode ser a explica&ccedil;&atilde;o para tal fato, disse Salgueiro.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>De acordo com o presidente da Schneider no Brasil, Rog&eacute;rio Zampronha, os dados mostram que h&aacute; uma grande oportunidade de neg&oacute;cios em efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica no pa&iacute;s, principalmente nas medias e pequenas empresas. Segundo ele, as grandes corpora&ccedil;&otilde;es j&aacute; possuem esse conceito enraizado em sua cultura porque sabem do peso para os custos operacionais. O mesmo n&atilde;o ocorre na maioria das demais empresas. E lembra que essa oportunidade &eacute; mais latente em momentos como os que o pa&iacute;s vive atualmente pois quanto mais elevada a tarifa de energia, mais vi&aacute;vel ficam os projetos em fun&ccedil;&atilde;o da redu&ccedil;&atilde;o do retorno do investimento.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O presidente executivo da Abesco, Rodrigo Garcia, que participou do evento realizado pela multinacional francesa, lembrou que o desperd&iacute;cio de energia el&eacute;trica atual no Brasil equivale a gera&ccedil;&atilde;o de meia Itaipu ao ano. Esse volume equivale a R$ 20 bilh&otilde;es de perdas que poderiam ser evitadas por meio de medidas para a efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um levantamento feito pela Schneider com 236 profissionais de diversos setores da economia apontou que 90% entende o que &eacute; efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica. 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