{"id":3034,"date":"2015-04-13T15:54:00","date_gmt":"2015-04-13T19:54:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3075","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=3034","title":{"rendered":"Em: 13\/04\/2015 &agrave;s 15:54h por"},"content":{"rendered":"<p><span>Os combust&iacute;veis renov&aacute;veis, como o biodiesel e o etanol, podem sustentar o aumento da demanda por energia da Argentina.<\/span><\/p>\n<p><span>A avalia&ccedil;&atilde;o foi feita por pesquisadores participantes de uma sess&atilde;o sobre energia durante a FAPESP Week Buenos Aires, realizada pela FAPESP em parceria com o Consejo Nacional de Investigaciones Cient&iacute;ficas y T&eacute;cnicas (Conicet) entre os dias 7 e 10 de abril, na capital da Argentina.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;Somente o aumento da participa&ccedil;&atilde;o do biodiesel e, em menor escala, do bioetanol na matriz energ&eacute;tica argentina pode sustentar o crescimento da demanda de energia dom&eacute;stica do pa&iacute;s&rdquo;, disse Geraldo Rabinovich, pesquisador do Instituto Argentino de la Energia.<\/span><\/p>\n<p><span>De acordo com o pesquisador, as duas maiores fontes energ&eacute;ticas da Argentina s&atilde;o o g&aacute;s natural, seguido pelo petr&oacute;leo.<\/span><\/p>\n<p><span>As reservas dos dois combust&iacute;veis, contudo, vem caindo de forma cont&iacute;nua nos &uacute;ltimos anos. &ldquo;Essa situa&ccedil;&atilde;o tem se agravado nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas e n&atilde;o h&aacute; sinais de que era ir&aacute; melhorar&rdquo;, avaliou Rabinovich.<\/span><\/p>\n<p><span>Para atender ao aumento da demanda de energia at&eacute; 2020, estimada em 2,5% ao ano, ser&aacute; preciso promover mudan&ccedil;as na matriz energ&eacute;tica do pa&iacute;s, aumentando a participa&ccedil;&atilde;o dos biocombust&iacute;veis, de modo a diminuir a depend&ecirc;ncia das importa&ccedil;&otilde;es de g&aacute;s natural, diesel, &oacute;leo e gasolina, apontou o pesquisador.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;Os biocombust&iacute;veis, principalmente o biodiesel de soja, come&ccedil;aram a ter uma participa&ccedil;&atilde;o importante na matriz energ&eacute;tica argentina a partir do in&iacute;cio dos anos 2000&rdquo;, disse Rabinovich.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;Atualmente, a participa&ccedil;&atilde;o do biodiesel e do etanol na nossa matriz energ&eacute;tica &eacute; de 3%, mas &eacute; muito significativa e tem grandes perspectivas de crescimento nos pr&oacute;ximos anos&rdquo;, avaliou.<\/span><\/p>\n<p><span>O pa&iacute;s &eacute; atualmente o quarto maior produtor e o terceiro maior exportador mundial de biodiesel &agrave; base de gr&atilde;os de soja, &agrave; frente dos Estados Unidos e da Indon&eacute;sia, e det&eacute;m 60% do com&eacute;rcio mundial do produto.<\/span><\/p>\n<p><span>Em um per&iacute;odo de tr&ecirc;s anos, a capacidade de produ&ccedil;&atilde;o de biodiesel do pa&iacute;s quadruplicou, passando de 660 mil toneladas, em 2007, para cerca de 2,4 milh&otilde;es, em 2010.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;As iniciativas de produ&ccedil;&atilde;o de biocombust&iacute;veis na Argentina s&atilde;o muito recentes, mas hoje j&aacute; s&atilde;o produzidos 3,6 milh&otilde;es de toneladas do produto no pa&iacute;s, voltados, em grande parte, para exporta&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse Carlos Querini, pesquisador do Instituto de Investigaciones em Cat&aacute;lisis y Petroqu&iacute;mica do Conicet e professor da Universidad Nacional del Litoral.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo Querini, um dos fatores que contribu&iacute;ram para promover a produ&ccedil;&atilde;o de biocombust&iacute;veis na Argentina foi a aprova&ccedil;&atilde;o de uma lei, em 2006, que estabeleceu a obrigatoriedade da adi&ccedil;&atilde;o de uma porcentagem m&iacute;nima de 5% de biodiesel no &oacute;leo diesel e da mesma fra&ccedil;&atilde;o de etanol na gasolina.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os combust&iacute;veis renov&aacute;veis, como o biodiesel e o etanol, podem sustentar o aumento da demanda por energia da Argentina. 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