{"id":3027,"date":"2015-04-13T15:52:00","date_gmt":"2015-04-13T19:52:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3068","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=3027","title":{"rendered":"Em: 13\/04\/2015 &agrave;s 15:52h por"},"content":{"rendered":"<p><span>Para 2016, a estimativa dos economistas para o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor (IPCA) ficou est&aacute;vel em 5,6%. O documento &eacute; fruto de pesquisa com mais de 100 institui&ccedil;&otilde;es financeiras.<\/span><\/p>\n<p><span>Mesmo com a queda, em 8,13% &ndash; se confirmada &ndash; a previs&atilde;o do mercado para a infla&ccedil;&atilde;o de 2015 atingir&aacute; o maior patamar desde 2003, quando ficou em 9,3%.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo economistas, a alta do d&oacute;lar e dos pre&ccedil;os administrados (como telefonia, &aacute;gua, energia, combust&iacute;veis e tarifas de &ocirc;nibus, entre outros) pressionam os pre&ccedil;os em 2015. Al&eacute;m disso, a infla&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os, impulsionada pelos ganhos reais de sal&aacute;rios, segue elevada.<\/span><\/p>\n<p><span>Em mar&ccedil;o, a infla&ccedil;&atilde;o oficial ficou em 1,32%, depois de avan&ccedil;ar 1,22% em fevereiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). A taxa &eacute; a maior desde fevereiro de 2003, quando atingiu 1,57%, e a mais elevada desde 1995, considerando apenas o m&ecirc;s de mar&ccedil;o.<\/span><\/p>\n<p><strong>Previs&otilde;es do BC<\/strong><br \/><span>A expectativa do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, divulgada no fim de mar&ccedil;o, &eacute; que, a partir de abril, a infla&ccedil;&atilde;o mensal atinja um &#8220;patamar bem inferior&#8221; ao registrado nos tr&ecirc;s primeiros meses desse ano &ndash; quando ocorreu a concentra&ccedil;&atilde;o de realinhamento dos pre&ccedil;os administrados (como reajustes de energia el&eacute;trica e gasolina, por exemplo) na economia.<\/span><\/p>\n<p><span>No fim do m&ecirc;s passado, o BC admitiu que o IPCA deste ano deve ficar pr&oacute;ximo de 8% e estourar o teto do sistema de metas brasileiro. Se isso acontecer, ser&aacute; a primeira vez desde 2003. Quando a infla&ccedil;&atilde;o fica mais alta do que o teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro, o presidente do Banco Central precisa escrever uma carta aberta ao ministro da Fazenda explicando as raz&otilde;es que motivaram o &#8220;estouro&#8221; da meta formal.<\/span><\/p>\n<p><strong>Produto Interno Bruto<\/strong><br \/><span>Para o crescimento do PIB neste ano, os economistas do mercado financeiro mantiveram a previs&atilde;o, na semana passada, de que haver&aacute; uma retra&ccedil;&atilde;o de 1,01% neste ano. Se confirmado, ser&aacute; o pior resultado em 25 anos, ou seja, desde 1990 &ndash; quando foi registrada uma queda de 4,35%.<\/span><\/p>\n<p><span>O PIB &eacute; a soma de todos os bens e servi&ccedil;os feitos em territ&oacute;rio brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira. Para 2016, o mercado baixou sua previs&atilde;o de alta do PIB de 1,10% para 1%.<\/span><\/p>\n<p><span>No fim de mar&ccedil;o, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) informou que a economia brasileira cresceu 0,1% em 2014. Em valores correntes (em reais), a soma das riquezas produzidas no ano passado chegou a R$ 5,52 trilh&otilde;es, e o PIB per capita (por pessoa) caiu a R$ 27.229. Esse &eacute; o pior resultado desde 2009, ano da crise internacional, quando a economia recuou 0,2%.<\/span><\/p>\n<p><strong>Taxa de juros<\/strong><br \/><span>Ap&oacute;s o Banco Central ter subido os juros para 12,75% ao ano no in&iacute;cio de mar&ccedil;o, o maior patamar em seis anos, o mercado manteve sua expectativa para a taxa Selic, na semana passada, em 13,25% ao ano para o fim de 2015. Para o fechamento de 2016, a estimativa dos analistas permaneceu em 11,50% ao ano.<\/span><\/p>\n<p><span>A taxa b&aacute;sica de juros &eacute; o principal instrumento do BC para tentar conter press&otilde;es inflacion&aacute;rias. Pelo sistema de metas de infla&ccedil;&atilde;o brasileiro, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pr&eacute;-determinados. As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o cr&eacute;dito, o que pode contribuir para o controle dos pre&ccedil;os.<\/span><\/p>\n<p><strong>C&acirc;mbio, balan&ccedil;a e investimentos<\/strong><br \/><span>Nesta edi&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio Focus, a proje&ccedil;&atilde;o do mercado financeiro para a taxa de c&acirc;mbio no fim de 2015 permaneceu em R$ 3,25 por d&oacute;lar. Para o t&eacute;rmino de 2016, a previs&atilde;o dos analistas para a taxa de c&acirc;mbio ficou est&aacute;vel em R$ 3,30 por d&oacute;lar.<\/span><\/p>\n<p><span>A proje&ccedil;&atilde;o para o resultado da balan&ccedil;a comercial (resultado do total de exporta&ccedil;&otilde;es menos as importa&ccedil;&otilde;es) em 2015 subiu de US$ 4 bilh&otilde;es para US$ 4,3 bilh&otilde;es. Para 2016, a previs&atilde;o de super&aacute;vit comercial permaneceu inalterada em US$ 10 bilh&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>Para este ano, a proje&ccedil;&atilde;o de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil ficou est&aacute;vel em US$ 56 bilh&otilde;es. Para 2016, a estimativa dos analistas para o aporte subiu de US$ 58 bilh&otilde;es para US$ 59 bilh&otilde;es.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para 2016, a estimativa dos economistas para o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor (IPCA) ficou est&aacute;vel em 5,6%. 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