{"id":3026,"date":"2015-04-13T15:52:00","date_gmt":"2015-04-13T19:52:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3067","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=3026","title":{"rendered":"Em: 13\/04\/2015 &agrave;s 15:52h por"},"content":{"rendered":"<p><span>Para o Fundo, recupera&ccedil;&atilde;o do Brasil enfrenta tr&ecirc;s riscos: a seca, o esc&acirc;ndalo da Petrobras e o cen&aacute;rio econ&ocirc;mico internacional.<\/span><\/p>\n<p><span>Relat&oacute;rio do Fundo Monet&aacute;rio Internacional (FMI), fruto da &uacute;ltima consulta anual sobre o desempenho macroecon&ocirc;mico do Brasil (prevista no Artigo IV do regulamento do &oacute;rg&atilde;o), tra&ccedil;a um quadro de retra&ccedil;&atilde;o da economia brasileira para 2015, mas com perspectivas de melhora no final do ano e de retomada do crescimento anual acima dos 2% em dois anos.<\/span><\/p>\n<p><span>Os diretores do Fundo aplaudem as medidas do ajuste fiscal do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, destacando que seu sucesso &eacute; essencial para que o Brasil volte a crescer j&aacute; em 2016.0 FMI, entretanto, aponta tr&ecirc;s grandes riscos significativos que podem afetar a recupera&ccedil;&atilde;o do Brasil nos pr&oacute;ximos anos: racionamento de &aacute;gua e energia, devido a um agravamento da seca; poss&iacute;veis &#8220;consequ&ecirc;ncias do caso Petrobras&#8221; (Opera&ccedil;&atilde;o Lava Jato); e um agravamento do cen&aacute;rio econ&ocirc;mico internacional.<\/span><\/p>\n<p><span>O FMI projeta que a economia brasileira ter&aacute; retra&ccedil;&atilde;o de -1,0% em 2015, fruto das pol&iacute;ticas fiscal e monet&aacute;rias mais r&iacute;gidas, juntamente com a dr&aacute;stica redu&ccedil;&atilde;o dos investimentos da Petrobras. &#8220;O sucesso na implementa&ccedil;&atilde;o da estrat&eacute;gia de ajuste fiscal e outras pol&iacute;ticas dever&atilde;o contribuir para o fortalecimento da confian&ccedil;a e ajudar a revigorar o investimento na parte final de 2015, provendo as bases para um retorno ao crescimento positivo em2016&#8221;, diz o documento. Para o ano que vem, o FMI projeta um crescimento do PIB brasileiro em 0,9%, saltando para 2,2%, em 2017, e 2,3%, em 2018.<\/span><\/p>\n<p><span>Ap&oacute;s listar os avan&ccedil;os econ&ocirc;micos nos anos 2000, que elevaram a renda dos trabalhadores e propiciaram uma redu&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel da pobreza, o FMI diz que o crescimento do pa&iacute;s perdeu for&ccedil;a: &#8220;Tem sido vagaroso, refletindo a eros&atilde;o da competitividade, um ambiente de neg&oacute;cios piorado e os pre&ccedil;os mais baixos das commodities. O consumo tem sido moderado, apesar de fortes aumentos salariais, &agrave; medida que a cria&ccedil;&atilde;o de empregos estagnou-se e as condi&ccedil;&otilde;es financeiras se apertaram, afetando a renda das fam&iacute;lias e a confian&ccedil;a dos consumidores&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span>A an&aacute;lise do FMI chama a aten&ccedil;&atilde;o para o impacto cambial: &#8220;Novas press&otilde;es inflacion&aacute;rias est&atilde;o emergindo da deprecia&ccedil;&atilde;o nominal do real&#8221;. Al&eacute;m disso, diz o relat&oacute;rio, &#8220;a recente deprecia&ccedil;&atilde;o do real (&#8230;) n&atilde;o se traduziu em ganhos contra os concorrentes (do Brasil) no mercado global. Por outro lado, aumentos persistentes dos custos da for&ccedil;a de trabalho continuam a arrefecer a competitividade&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span>Os diretores do FMI consideram que as reservas internacionais do Brasil s&atilde;o altas e o fluxo de capitais permanece est&aacute;vel. &#8220;Em cerca de US$ 362bilh&otilde;es, as reservas brutas de capital (conceito de caixa) est&atilde;o acima da m&eacute;trica ade queda de reservas do FMI e de outros padr&otilde;es de refer&ecirc;ncia&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span>Esta semana, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, participar&aacute; da reuni&atilde;o de primavera do FMI, em Washington. Al&eacute;m de defender o aumento da participa&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses emergentes nas cotas do Fundo, o ministro aproveitar&aacute; a viagem para defender o ajuste fiscal e promover as concess&otilde;es de infraestrutura. Segundo o Minist&eacute;rio da Fazenda, est&aacute; previsto um encontro privado entre Levy e a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde. com &nbsp;ABr.<\/span><\/p>\n<p><span>Se os ajustes promovidos pelo Brasil tiverem sucesso, o FMI prev&ecirc; um crescimento do PIB j&aacute; em 2016, de 0,9%. Em 2017, o pa&iacute;s cresceria 2,2%, e em 2018, 2,3%.<\/span><\/p>\n<p><strong>PREVIS&Otilde;ES DO FUNDO<\/strong><\/p>\n<p><span>&#8211; 1% e 0,9%<\/span><\/p>\n<p><span>Proje&ccedil;&otilde;es do FMI para o crescimento do Produto Interno Bruto do Brasil em 2015 e 2016, respectivamente.<\/span><\/p>\n<p><span>A partir de 2017, a previs&atilde;o do Fundo &eacute; de que o PIB passe a crescer acima dos 2% ao ano.<\/span><\/p>\n<p><span>US$9,8 bi<\/span><\/p>\n<p><span>Expectativa do FMI para o saldo da balan&ccedil;a comercial brasileira em 2015.0 Fundo estima que este ano as importa&ccedil;&otilde;es cair&atilde;o mais do que as exporta&ccedil;&otilde;es, gerando super&aacute;vit comercial.<\/span><\/p>\n<p><span>39,3%<\/span><\/p>\n<p><span>D&iacute;vida l&iacute;quida do setor p&uacute;blico em rela&ccedil;&atilde;o ao PIB, projetada pelo FMI para 2015. Supera os 37,2% de 2014, mas, para 2016, o Fundo estima uma queda para 38,9%.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para o Fundo, recupera&ccedil;&atilde;o do Brasil enfrenta tr&ecirc;s riscos: a seca, o esc&acirc;ndalo da Petrobras e o cen&aacute;rio econ&ocirc;mico internacional. 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