{"id":2960,"date":"2015-03-30T15:33:00","date_gmt":"2015-03-30T19:33:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2997","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2960","title":{"rendered":"Em: 30\/03\/2015 &agrave;s 15:33h por"},"content":{"rendered":"<p><span>A economia brasileira teve um dos piores desempenhos entre os pa&iacute;ses mais industrializados do mundo em 2014.<\/span><\/p>\n<p><span>A confirma&ccedil;&atilde;o pelo Banco Central de que o Produto Interno Bruto brasileiro no ano passado cresceu apenas 0,1% determinou que, numa compara&ccedil;&atilde;o com os outros 19 pa&iacute;ses do G20, apenas It&aacute;lia e Jap&atilde;o apresentam resultados piores que o brasileiro no per&iacute;odo.<\/span><\/p>\n<p><span>Em 2014, a combalida economia italiana registrou encolhimento de 0,4%, ao passo que o Jap&atilde;o teve crescimento zero.<\/span><\/p>\n<p><span>O desempenho brasileiro foi tamb&eacute;m ruim numa compara&ccedil;&atilde;o com os pa&iacute;ses do grupo Brics &#8211; as maiores economias emergentes do mundo.<\/span><\/p>\n<p><span>A China cresceu 7,4%, a &Iacute;ndia, 7,2%. Mesmo com o impacto da queda do pre&ccedil;o do petr&oacute;leo em sua economia, a R&uacute;ssia tem crescimento projetado de 0,3% (o pa&iacute;s ainda n&atilde;o divulgou seus resultados para 2014).<\/span><\/p>\n<p><strong>Piora<\/strong><\/p>\n<p><span>No geral, os resultados dos pa&iacute;ses do G20 mostraram tend&ecirc;ncias de crescimento, com as principais economias da Europa apresentando recupera&ccedil;&atilde;o. A Alemanha, depois de crescer 0,1% em 2013, pulou para 1,6% no ano passado.<\/span><\/p>\n<p><span>O Reino Unido saltou de 1,7% para 2,6%. No geral a Uni&atilde;o Europeia teve crescimento de 1,3%, que cai para 0,9% quando apenas os pa&iacute;ses que adotam o euro como moeda s&atilde;o levados em considera&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><span>Entre as quedas acentuadas est&aacute; a Argentina: cresceu 2,9% em 2013, ritmo quase seis vezes maior que o &iacute;ndice de 0,5% apresentado para 2014. Mas o outro integrante do G20 na Am&eacute;rica Latina, o M&eacute;xico, teve um desempenho mais positivo: crescimento de 2,1% depois de apresentar 1,4% em 2013.<\/span><\/p>\n<p><strong>Queda nas proje&ccedil;&otilde;es<\/strong><\/p>\n<p><span>Nos &uacute;ltimos meses, diversos organismos internacionais, incluindo o Banco Mundial e o Fundo Monet&aacute;rio Internacional (FMI), tinham revisado para baixo suas proje&ccedil;&otilde;es para o crescimento da economia brasileira.<\/span><\/p>\n<p><span>Analistas internacionais basearam suas estimativas em fatores que variaram da queda no pre&ccedil;o do petr&oacute;leo, passando pela redu&ccedil;&atilde;o de demanda da China, o principal parceiro comercial do Brasil.<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;Espera-se que a economia dos pa&iacute;ses latino-americanos deteriore mais em 2015 e a fragilidades financeiras cres&ccedil;am. O Brasil ter&aacute; o desafio de lidar com os desequil&iacute;brios macroecon&ocirc;micos e com os excessos de pol&iacute;ticas que levaram a um situa&ccedil;&atilde;o de baixo crescimento e infla&ccedil;&atilde;o em alta.<\/span><\/p>\n<p><span>A din&acirc;mica de ajustes provavelmente durar&aacute; at&eacute; 2016&#8243;, explica Alberto Ramos, chefe da Divis&atilde;o de Am&eacute;rica Latina do fundo de investimentos Goldman Sachs.<\/span><\/p>\n<p><span>Uma proje&ccedil;&atilde;o com que as autoridades brasileiras n&atilde;o parecem discordar muito. Esta semana, o Banco Central estimou uma contra&ccedil;&atilde;o de 0,5% na economia brasileira em 2015. (BBC)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A economia brasileira teve um dos piores desempenhos entre os pa&iacute;ses mais industrializados do mundo em 2014. 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