{"id":2903,"date":"2015-03-20T15:36:00","date_gmt":"2015-03-20T19:36:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2939","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2903","title":{"rendered":"Em: 20\/03\/2015 &agrave;s 15:36h por"},"content":{"rendered":"<p><span>O &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo &ndash; 15 (IPCA-15), considerado uma pr&eacute;via da infla&ccedil;&atilde;o oficial, ficou em 1,24% em mar&ccedil;o, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). O &iacute;ndice ficou 0,09 ponto percentual menor que o de fevereiro, que foi de 1,33%. No acumulado dos &uacute;ltimos 12 meses, o &iacute;ndice foi para 7,9%, o maior desde maio de 2005 (8,19%). Em mar&ccedil;o de 2014, o IPCA-15 havia sido 0,73%. No ano, a taxa &eacute; de 3,5%.<\/span><\/p>\n<p><span>Luz, gasolina e comida puxam alta<\/span><br \/><span>O &iacute;ndice deste m&ecirc;s foi puxado pelo aumento nas contas da energia el&eacute;trica, nos pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis e dos alimentos que, juntos, foram respons&aacute;veis por 77,42% do &iacute;ndice do m&ecirc;s, sobre o qual exerceram impacto de 0,96 ponto percentual, segundo o IBGE. Com a eleva&ccedil;&atilde;o de 10,91% na energia el&eacute;trica, o grupo habita&ccedil;&atilde;o (2,78%) ficou com o maior resultado no m&ecirc;s de mar&ccedil;o (veja no gr&aacute;fico abaixo).<\/span><\/p>\n<p><strong>Luz<\/strong><br \/><span>O maior impacto individual, no entanto, veio da conta de luz, que subiu 10,91%. Em Curitiba, a alta desse item chegou a 14,89%. A forte eleva&ccedil;&atilde;o &eacute; decorrente dos reajustes que passaram a vigorar a partir do dia 2 de mar&ccedil;o, segundo o IBGE.<\/span><\/p>\n<p><strong>Gasolina<\/strong><br \/><span>Os combust&iacute;veis tamb&eacute;m ajudaram a puxar para cima a infla&ccedil;&atilde;o do m&ecirc;s, com eleva&ccedil;&atilde;o de 6,25%, reflexo da alta dos pre&ccedil;os da gasolina, de 6,68%. Por regi&atilde;o, os aumentos da gasolina variaram de 4,41% em Goi&acirc;nia at&eacute; 9,22% em Recife. De acordo com o IBGE, a alta da gasolina reflete, nas bombas, o reajuste das al&iacute;quotas do PIS\/Cofins autorizado a partir de primeiro de fevereiro e que incidiu, tamb&eacute;m, sobre o &oacute;leo diesel, que ficou 4,05% mais caro. O consumidor passou a pagar, ainda, 5,32% a mais pelo litro do etanol.<\/span><\/p>\n<p><strong>Alimentos<\/strong><br \/><span>Nos alimentos a alta foi de 1,22%, sob press&atilde;o de v&aacute;rios produtos importantes na despesa das fam&iacute;lias, especialmente cebola (19,07%), cenoura (18,32%), tomate (13,04%), ovos (12,01%), hortali&ccedil;as (7,62%) e feij&atilde;o-carioca (4,17%).<\/span><\/p>\n<p><strong>Outros itens<\/strong><br \/><span>Outros itens tiveram impacto no &iacute;ndice do m&ecirc;s, com destaque para seguro de ve&iacute;culo (3,01%), higiene pessoal (2,17%), &ocirc;nibus intermunicipal (1,82%), &ocirc;nibus urbano (1,39%), autom&oacute;vel novo (1,37%), m&atilde;o de obra para pequenos reparos (1,23%) e eletrodom&eacute;sticos (0,94%).<\/span><\/p>\n<p><strong>Regi&otilde;es<\/strong><br \/><span>Curitiba registrou a maior taxa de infla&ccedil;&atilde;o entre as regi&otilde;es pesquisadas, de 1,72%, seguida de Fortaleza e Porto Alegre (ambos com 1,38%). Na sequ&ecirc;ncia v&ecirc;m Goi&acirc;nia (1,34%), Salvador (1,33%) e S&atilde;o Paulo (1,25%). J&aacute; as menores taxas de infla&ccedil;&atilde;o foram reg<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo &ndash; 15 (IPCA-15), considerado uma pr&eacute;via da infla&ccedil;&atilde;o oficial, ficou em 1,24% em mar&ccedil;o, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). O &iacute;ndice ficou 0,09 ponto percentual menor que o de fevereiro, que foi de 1,33%. 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