{"id":2872,"date":"2015-03-12T16:26:00","date_gmt":"2015-03-12T20:26:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2904","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2872","title":{"rendered":"Em: 12\/03\/2015 &agrave;s 16:26h por"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G106.jpg\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P106.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><\/p>\n<div>Os reajustes de energia est&atilde;o castigando a ind&uacute;stria brasileira, j&aacute; enfraquecida pela falta de demanda. Em menos de tr&ecirc;s meses, a energia no Brasil subiu 39%. Primeiro foi o sistema de bandeiras tarif&aacute;rias. Na semana passada, veio a revis&atilde;o extraordin&aacute;ria das tarifas, autorizada pela Aneel (Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica). Com isso, o custo m&eacute;dio do megawatt\/hora para a ind&uacute;stria chegou a 500 reais, o que nos p&otilde;e em terceiro lugar em um ranking internacional de 28 pa&iacute;ses. Em mat&eacute;ria de energia cara, s&oacute; perdemos para It&aacute;lia e &Iacute;ndia. No Rio de Janeiro, segundo a federa&ccedil;&atilde;o das ind&uacute;strias, o reajuste m&eacute;dio com a revis&atilde;o extraordin&aacute;ria chegou a 16,2%, praticamente o mesmo percentual que aumentou a conta de luz desta ind&uacute;stria de alimentos.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;A empresa est&aacute; se desdobrando para segurar esse aumento de custo para n&atilde;o repassar para o pre&ccedil;o devido ao mercado, que est&aacute; retra&iacute;do e est&aacute; tendo dificuldade de repasse de aumento de custos&rdquo;, diz S&eacute;rgio Duarte, dono da f&aacute;brica.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Os aumentos de energia ainda n&atilde;o afetaram a produ&ccedil;&atilde;o desta ind&uacute;stria, mas o custo, o que se paga para produzir, esse sim aumentou. E para absorver este aumento a dire&ccedil;&atilde;o tomou algumas provid&ecirc;ncias.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Agora, as luzes s&oacute; ficam acesas onde &eacute; mais necess&aacute;rio. O ar condicionado do escrit&oacute;rio &eacute; ligado mais tarde e desligado mais cedo. Mas, de outro lado, segundo o empres&aacute;rio, se o consumo n&atilde;o cresce, o investimento tamb&eacute;m n&atilde;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;Eu n&atilde;o compro equipamento, eu n&atilde;o contrato empregos. Ent&atilde;o isso contamina o mais porque &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o em cadeia. Os empres&aacute;rio e consumidores, todo mundo parando. Isso &eacute; muito ruim&rdquo;, diz o dono da f&aacute;brica.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para a federa&ccedil;&atilde;o das ind&uacute;strias, a competitividade das empresas ser&aacute; diretamente afetada.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;Certamente algumas v&atilde;o escolher reduzir produ&ccedil;&atilde;o, algumas podem at&eacute; chegar a demitir pessoas porque o seu produto pode encarecer e seu mercado pode encolher. Outras podem redirecionar a produ&ccedil;&atilde;o. Mas certamente todas v&atilde;o tentar reduzir o custo de energia&rdquo;, aponta Cristiano Prado, gerente de competitividade industrial da Firjan (Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Rio de Janeiro). (G1)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os reajustes de energia est&atilde;o castigando a ind&uacute;stria brasileira, j&aacute; enfraquecida pela falta de demanda. Em menos de tr&ecirc;s meses, a energia no Brasil subiu 39%. Primeiro foi o sistema de bandeiras tarif&aacute;rias. Na semana passada, veio a revis&atilde;o extraordin&aacute;ria das tarifas, autorizada pela Aneel (Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica). 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