{"id":2864,"date":"2015-03-12T16:18:00","date_gmt":"2015-03-12T20:18:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2895","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2864","title":{"rendered":"Em: 12\/03\/2015 &agrave;s 16:18h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>O pre&ccedil;o da energia el&eacute;trica deve subir 38,3% neste ano, segundo estimativa divulgada nesta quinta-feira (12) pelo Banco Central. Em janeiro deste ano, o BC previa uma alta menor para a energia el&eacute;trica: de 27,6%. A previs&atilde;o faz parte da ata da &uacute;ltima reuni&atilde;o do Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Econ&ocirc;mica (Copom) do BC, &nbsp;ocorrida na semana passada, quando a taxa b&aacute;sica de juros da economia avan&ccedil;ou para 12,75% ao ano &ndash; o maior patamar em seis anos.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>De acordo com o Banco Central, a estimativa de alta no pre&ccedil;o da energia el&eacute;trica &eacute; reflexo do repasse &agrave;s tarifas do custo de opera&ccedil;&otilde;es de financiamento que foram contratadas em 2014.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Como o governo anunciou, no in&iacute;cio deste ano, que n&atilde;o pretende mais fazer repasses &agrave; Conta de Desenvolvimento Energ&eacute;tico (CDE) &ndash; um fundo do setor que financia a&ccedil;&otilde;es p&uacute;blicas &ndash; em 2015, os custos passam para os consumidores. As contas de luz podem sofrer neste ano, ao todo, aumentos bem superiores aos registrados em 2014. O aporte do governo estava estimado em R$ 9 bilh&otilde;es.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>No in&iacute;cio deste m&ecirc;s, as contas de luz dos brasileiros j&aacute; subiram, em m&eacute;dia, 23,4%. A alta foi resultado da revis&atilde;o extraordin&aacute;ria das tarifas aprovada pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel). Ao todo, a Aneel autorizou o reajuste das tarifas de 58 das 63 distribuidoras de energia do pa&iacute;s. Os cerca de 1,2 milh&atilde;o de consumidores da AES Sul, que atende em 118 cidades do Rio Grande do Sul, ter&atilde;o o maior reajuste, de 39,5%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>Custo de produ&ccedil;&atilde;o maior<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>O custo de produ&ccedil;&atilde;o de eletricidade no pa&iacute;s vem aumentando principalmente desde do final de 2012, com a queda acentuada no armazenamento de &aacute;gua nos reservat&oacute;rios das principais hidrel&eacute;tricas do pa&iacute;s.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para poupar &aacute;gua dessas represas, o pa&iacute;s vem desde aquela &eacute;poca usando mais termel&eacute;tricas, que funcionam por meio da queima de combust&iacute;veis e, por isso, geram energia mais cara. Isso encarece as contas de luz.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Tamb&eacute;m contribui para o aumento de custos no setor el&eacute;trico o plano anunciado pelo governo ao final de 2012 e que levou &agrave; redu&ccedil;&atilde;o das contas de luz em 20%. Para chegar a esse resultado, o governo antecipou a renova&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es de geradoras (usinas hidrel&eacute;tricas) e transmissoras de energia. Por conta disso, elas precisaram receber indeniza&ccedil;&atilde;o por investimentos feitos e que n&atilde;o haviam sido totalmente pagos at&eacute; ent&atilde;o. Essas indeniza&ccedil;&otilde;es ainda est&atilde;o sendo pagas, justamente via CDE.<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>Gasolina, g&aacute;s de cozinha e telefonia fixa<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>O Banco Central manteve em 8% a sua estimativa para a alta da gasolina neste ano &ndash; mesmo patamar estimado em janeiro, na reuni&atilde;o anterior do Copom.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>De acordo com o Banco Central, a hip&oacute;tese de alta no pre&ccedil;o da gasolina reflete, em grande parte, o aumento da tributa&ccedil;&atilde;o anunciada pelo governo recentemente, por meio da Contribui&ccedil;&atilde;o de Interven&ccedil;&atilde;o no Dom&iacute;nio Econ&ocirc;mico (Cide), do Programa Integra&ccedil;&atilde;o Social (PIS) e da Contribui&ccedil;&atilde;o para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Na ata do Copom divulgada na manh&atilde; desta quinta-feira h&aacute; ainda a estimativa de que o pre&ccedil;o do g&aacute;s de cozinha tenha um aumento de 3,2% neste ano (previs&atilde;o um pouco superior &agrave; alta de 3% estimada em janeiro), enquanto que a telefonia fixa deve ter queda de 4,1% em 2015. Em janeiro, o BC previa um aumento de 0,6% para a telefonia fixa.<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>Pre&ccedil;os administrados<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>Com a alta da tributa&ccedil;&atilde;o sobre gasolina e fim de repasses para a conta de luz, o Banco Central informou que prev&ecirc;, para o conjunto de pre&ccedil;os administrados (como telefonia, &aacute;gua, energia, combust&iacute;veis e tarifas de &ocirc;nibus, entre outros), um aumento de 10,7% neste ano. Em janeiro, a alta prevista era menor: de 9,3%. (G1)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O pre&ccedil;o da energia el&eacute;trica deve subir 38,3% neste ano, segundo estimativa divulgada nesta quinta-feira (12) pelo Banco Central. Em janeiro deste ano, o BC previa uma alta menor para a energia el&eacute;trica: de 27,6%. 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