{"id":2851,"date":"2015-03-10T15:23:00","date_gmt":"2015-03-10T19:23:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2882","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2851","title":{"rendered":"Em: 10\/03\/2015 &agrave;s 15:23h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>O Brasil precisar&aacute; investir cerca de R$ 4,5 trilh&otilde;es em desenvolvimento urbano e obras de infraestrutura entre 2015 e 2022, segundo proje&ccedil;&atilde;o elaborada pela consultoria Ex Ante, a pedido da Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado de S&atilde;o Paulo (Fiesp). Os investimentos nas duas &aacute;reas devem ser de aproximadamente R$ 560 bilh&otilde;es por ano, valor que deve corresponder, em m&eacute;dia, a 9,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro nesse per&iacute;odo. Em 2014, a estimativa aponta para um total investido de R$ 460 bilh&otilde;es, ou 9,1% do PIB.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O estudo aponta que o Pa&iacute;s vai necessitar de 11,548 milh&otilde;es de novas moradias nos pr&oacute;ximos 7 anos, uma produ&ccedil;&atilde;o de cerca de 1,4 milh&atilde;o de habita&ccedil;&otilde;es por ano. Mais de 9,1 milh&otilde;es de casas ser&atilde;o necess&aacute;rias para atender &agrave;s 1,144 milh&otilde;es de fam&iacute;lias que devem se formar por ano no per&iacute;odo. Para eliminar a precariedade habitacional, o Brasil precisar&aacute; tamb&eacute;m de outras 1,57 milh&atilde;o de resid&ecirc;ncias, al&eacute;m das 849 mil necess&aacute;rias para reduzir a coabita&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A constru&ccedil;&atilde;o dessas novas moradias, segundo a pesquisa, deve consumir R$ 201,6 bilh&otilde;es por ano at&eacute; 2022, ante menos de R$ 100 bilh&otilde;es por ano investidos at&eacute; 2010. Os totais investidos em infraestrutura devem somar R$ 1,7 trilh&atilde;o no per&iacute;odo, o que equivale uma m&eacute;dia anual de R$ 222 bilh&otilde;es, valor 20,8% maior do que o registrado entre 2010 e 2014.Por outro lado, a estimativa de crescimento dos investimentos na &aacute;rea em rela&ccedil;&atilde;o ao PIB brasileiro &eacute; considerada modesta pela Fiesp, ficando em 3,8%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&#8220;Isso significa dizer que o cen&aacute;rio de investimentos n&atilde;o prev&ecirc; uma solu&ccedil;&atilde;o imediata das car&ecirc;ncias do pa&iacute;s em termos de infraestrutura&#8221;, explicam os autores do estudo. Ainda de acordo com a pesquisa, o PIB total da cadeia de constru&ccedil;&atilde;o somou R$ 367,3 bilh&otilde;es em 2014, ou 7,3% da renda brasileira. O segmento de constru&ccedil;&atilde;o civil deve corresponder a 61% do montante valor adicionado. J&aacute; o PIB da ind&uacute;stria de materiais, m&aacute;quinas e equipamentos, segundo as proje&ccedil;&otilde;es, totalizou R$ 53 bilh&otilde;es no ano passado, 3,5% maior do que o apresentado em 2007, ano da &uacute;ltima pesquisa. (Bloomberg)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Brasil precisar&aacute; investir cerca de R$ 4,5 trilh&otilde;es em desenvolvimento urbano e obras de infraestrutura entre 2015 e 2022, segundo proje&ccedil;&atilde;o elaborada pela consultoria Ex Ante, a pedido da Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado de S&atilde;o Paulo (Fiesp). Os investimentos nas duas &aacute;reas devem ser de aproximadamente R$ 560 bilh&otilde;es por ano, valor que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2851"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2851"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2851\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2851"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2851"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2851"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}