{"id":2830,"date":"2015-03-06T14:46:00","date_gmt":"2015-03-06T18:46:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2861","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2830","title":{"rendered":"Em: 06\/03\/2015 &agrave;s 14:46h por"},"content":{"rendered":"<p><span>O reajuste das tarifas de energia el&eacute;trica de diversas concession&aacute;rias do pa&iacute;s e o aumento na taxa extra das bandeiras tarif&aacute;rias, cobrada nas contas de luz quando h&aacute; aumento no custo de produ&ccedil;&atilde;o de energia, podem impactar a infla&ccedil;&atilde;o oficial do pa&iacute;s em mar&ccedil;o, medida pelo &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA). A an&aacute;lise &eacute; do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE).<\/span><br \/><span>&ldquo;A partir do dia 2 de mar&ccedil;o, houve 80% no reajuste m&eacute;dio da parcela referente &agrave; bandeira tarif&aacute;ria, passando de R$ 3 para R$ 5,50 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) [de energia usados]&rdquo;, apontou a coordenadora de &Iacute;ndices de Pre&ccedil;os do IBGE, Eulina Nunes dos Santos, nesta sexta-feira (6). &ldquo;(&#8230;) mar&ccedil;o provavelmente vai ser um m&ecirc;s em que o peso, a press&atilde;o dos monitorados sobre a infla&ccedil;&atilde;o vai ser bastante forte&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span>De acordo com o IBGE, no Rio de Janeiro, houve &#8211; tamb&eacute;m a partir do dia 2 mar&ccedil;o &#8211; reajuste de 22,5% sobre a tarifa da energia el&eacute;trica em uma das concession&aacute;rias que fornece energia &agrave; capital. &ldquo;Numa outra, est&atilde;o discutindo o valor&rdquo;.<\/span><br \/><span>&ldquo;Em Porto Alegre, na mesma data, reajuste na taxa de ilumina&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica de 22,37%. E existe l&aacute; mais de uma concession&aacute;ria que domina. E entre elas, os reajustes v&atilde;o entre 22% a 39%. Em Belo Horizonte, 28,80%, Recife 2,20%. S&atilde;o Paulo tamb&eacute;m &eacute; mais de uma, mas a mais importante, 31,90%&rdquo;, apontou.<\/span><br \/><span>J&aacute; Bras&iacute;lia, segundo o &oacute;rg&atilde;o, teve reajuste de 24,10% na energia el&eacute;trica, enquanto Bel&eacute;m teve 3,60%, Fortaleza, 10,30%, Salvador, 5,40%, Curitiba, 26,40%, Goi&acirc;nia, 27,10%, Vit&oacute;ria, 26,30% e Campo Grande, 27,90%.<\/span><br \/><span>&ldquo;No m&ecirc;s de mar&ccedil;o j&aacute; est&atilde;o previstos v&aacute;rios aumentos importantes, aumentos de itens que t&ecirc;m peso significativo no or&ccedil;amento das fam&iacute;lias, e o principal deles &eacute; a energia el&eacute;trica, que j&aacute; foi reajustada em todas as regi&otilde;es metropolitanas, n&atilde;o s&oacute; em termos de tarifas, como tamb&eacute;m na parcela extra, que &eacute; a bandeira tarif&aacute;ria. Ent&atilde;o, mar&ccedil;o provavelmente vai ser um m&ecirc;s em que o peso, a press&atilde;o dos monitorados sobre a infla&ccedil;&atilde;o vai ser bastante forte&rdquo;, concluiu Eulina Nunes.<\/span><\/p>\n<p><strong>Impacto do d&oacute;lar<\/strong><br \/><span>O instituto analisou ainda que o aumento do d&oacute;lar, que voltou a ultrapassar o patamar de R$ 3 na manh&atilde; desta sexta, &ldquo;j&aacute; vem permeando alguns reajustes&rdquo; no &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os aos Consumidor Amplo (IPCA), a infla&ccedil;&atilde;o oficial do pa&iacute;s.<\/span><br \/><span>&ldquo;O d&oacute;lar j&aacute; se v&ecirc; em fevereiro permeando alguns reajustes, o impacto do d&oacute;lar. E como a press&atilde;o est&aacute; muito forte, o d&oacute;lar vem aumentando, pode ser que isso tenha uma continuidade a depender dos agentes econ&ocirc;micos conseguirem, terem a capacidade de repassar esses aumentos ou n&atilde;o&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><strong>Esgoto, &aacute;gua e &ocirc;nibus<\/strong><br \/><span>Outros reajustes que podem impactar a infla&ccedil;&atilde;o no m&ecirc;s de mar&ccedil;o, segundo o IBGE, ocorrer&aacute; na tarifa de &aacute;gua e esgoto em Recife (8,3%), a partir de 20 de mar&ccedil;o, Bras&iacute;lia (16,20%), ocorrida no dia primeiro de mar&ccedil;o, e Goi&acirc;nia (2,40%), tamb&eacute;m no dia primeiro.<\/span><br \/><span>O reajuste de 10,85%, a partir do dia 22 de fevereiro em Porto Alegre nas tarifas de &ocirc;nibus urbano, 15,78%, a partir de 6 de fevereiro em Curitiba, 17,85%, a partir de 16 e fevereiro em Goi&acirc;nia, tamb&eacute;m podem provocar impacto, segundo Eulina Nunes.<\/span><br \/><span>A tarifa de telefone fixo para m&oacute;vel, contudo, teve redu&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia de 22% a partir de 24 de fevereiro.<\/span><br \/><span>IPCA acumula alta x alimentos<\/span><\/p>\n<p><span>O IPCA ficou em 1,22% em fevereiro, apontou o IBGE, depois de avan&ccedil;ar 1,24% em janeiro. Est&aacute; &eacute; maior taxa para meses de fevereiro desde 2003, quando ficou em 1,57%.<\/span><br \/><span>&ldquo;Nos doze meses, a infla&ccedil;&atilde;o j&aacute; est&aacute; em 7,70% e os resultados de mar&ccedil;o, que j&aacute; tem como certo os itens monitorados com press&atilde;o, vai depender muito dos pre&ccedil;os dos alimentos. Como a gente viu no m&ecirc;s de fevereiro, os alimentos desaceleraram, e essa observa&ccedil;&atilde;o que vai levar em conta o resultado do m&ecirc;s&rdquo;, concluiu. (G1)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O reajuste das tarifas de energia el&eacute;trica de diversas concession&aacute;rias do pa&iacute;s e o aumento na taxa extra das bandeiras tarif&aacute;rias, cobrada nas contas de luz quando h&aacute; aumento no custo de produ&ccedil;&atilde;o de energia, podem impactar a infla&ccedil;&atilde;o oficial do pa&iacute;s em mar&ccedil;o, medida pelo &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA). 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