{"id":2829,"date":"2015-03-06T14:46:00","date_gmt":"2015-03-06T18:46:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2860","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2829","title":{"rendered":"Em: 06\/03\/2015 &agrave;s 14:46h por"},"content":{"rendered":"<p><span>A infla&ccedil;&atilde;o oficial do pa&iacute;s, medida pelo &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 1,22% em fevereiro, depois de avan&ccedil;ar 1,24% em janeiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). &Eacute; a maior taxa para meses de fevereiro desde 2003, quando ficou em 1,57%.<\/span><\/p>\n<p><span>No acumulado de 12 meses, o indicador acumula alta de 7,7%, a mais elevada desde maio de 2005, quando atingiu 8,05%. Em fevereiro do ano passado, o &iacute;ndice foi de 0,69%. No acumulado de 2015, a infla&ccedil;&atilde;o ficou em 2,48%, acima do percentual de 1,24% registrado em igual per&iacute;odo de 2014.<\/span><\/p>\n<p><strong>Gasolina &eacute; destaque<\/strong><br \/><span>O destaque do m&ecirc;s ficou com a gasolina. Os pre&ccedil;os subiram 8,42%. Refletindo aumento nas al&iacute;quotas do PIS\/Cofins, que entrou em vigor em 1&ordm; de fevereiro, a gasolina exerceu um impacto de 0,31 ponto percentual, sendo respons&aacute;vel, sozinha, por um quarto do IPCA, ou seja, 25,41%. Assim, os gastos com transportes subiram 2,2%, grupo que apresentou o mais elevado impacto no m&ecirc;s (0,41 ponto percentual), segundo o IBGE.<\/span><\/p>\n<p><span>Com isso, a estimativa do mercado para o IPCA de 2015 segue acima do teto do sistema de metas. A meta central de infla&ccedil;&atilde;o para este ano e para 2016 &eacute; de 4,5%, com toler&acirc;ncia de dois pontos para mais ou para menos. O teto do sistema de metas, portanto, &eacute; de 6,5%. Em 2014, a infla&ccedil;&atilde;o somou 6,41%, o maior valor desde 2011.<\/span><\/p>\n<p><strong>Educa&ccedil;&atilde;o<\/strong><br \/><span>Considerando os nove grupos de produtos e servi&ccedil;os pesquisados, a varia&ccedil;&atilde;o mais elevada foi registrada no grupo educa&ccedil;&atilde;o, que atingiu 5,88%, refletindo os reajustes praticados no in&iacute;cio do ano letivo, especialmente nos valores das mensalidades dos cursos regulares, que subiram 7,24%.<\/span><\/p>\n<p><strong>Habita&ccedil;&atilde;o<\/strong><br \/><span>Outro impacto veio do grupo habita&ccedil;&atilde;o, cuja varia&ccedil;&atilde;o foi de 1,22%, com destaque para energia el&eacute;trica, que registrou varia&ccedil;&atilde;o de 3,14%. A varia&ccedil;&atilde;o de pre&ccedil;os na conta de luz refletiu movimentos nos valores dos impostos e parcela residual da aplica&ccedil;&atilde;o do Sistema de Bandeiras Tarif&aacute;rias sobre as contas, a partir de 1&ordm; de janeiro.<\/span><\/p>\n<p><strong>Despesas e cuidados pessoais<\/strong><br \/><span>O grupo despesas pessoais teve varia&ccedil;&atilde;o de 0,86%, e o item cigarro foi um dos destaques. Ap&oacute;s reajustes desde o ano passado, a varia&ccedil;&atilde;o do item foi de 1,16%. Tamb&eacute;m se sobressa&iacute;ram os itens excurs&atilde;o (6,93%), cabeleireiro (1,09%) e manicure (1,04%). No grupo sa&uacute;de e cuidados pessoais, que teve varia&ccedil;&atilde;o de 0,6%, destacaram-se os servi&ccedil;os m&eacute;dicos e dent&aacute;rios (1,14%) e os artigos de higiene pessoal (0,89%).<\/span><\/p>\n<p><strong>Resid&ecirc;ncia<\/strong><br \/><span>No grupo dos artigos de resid&ecirc;ncia, que variou 0,87%, a alta foi puxada pelos eletrodom&eacute;sticos, cujos pre&ccedil;os se elevaram em 2,15%, e pelos servi&ccedil;os de conserto e manuten&ccedil;&atilde;o de equipamentos dom&eacute;sticos, que subiram 1,70%.<\/span><\/p>\n<p><strong>INPC<\/strong><br \/><span>Nesta divulga&ccedil;&atilde;o, o IBGE tamb&eacute;m apresentou o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor (INPC), que apresentou varia&ccedil;&atilde;o de 1,16% em fevereiro, 0,32 ponto percentual abaixo do resultado de 1,48% em janeiro. No acumulado de 12 meses, o &iacute;ndice ficou em 7,68%, acima dos 7,13% dos 12 meses anteriores. Em fevereiro de 2014, o INPC foi de 0,64%. (Folha de S. Paulo)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A infla&ccedil;&atilde;o oficial do pa&iacute;s, medida pelo &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 1,22% em fevereiro, depois de avan&ccedil;ar 1,24% em janeiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE). &Eacute; a maior taxa para meses de fevereiro desde 2003, quando ficou em 1,57%. 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