{"id":2825,"date":"2015-03-06T14:44:00","date_gmt":"2015-03-06T18:44:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2855","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2825","title":{"rendered":"Em: 06\/03\/2015 &agrave;s 14:44h por"},"content":{"rendered":"<p><span>O aumento de 30% na conta de energia, a partir de primeiro de mar&ccedil;o, causou alvoro&ccedil;o nos consumidores brasileiros, em especial aos mato-grossenses que sofrem com a mais alta carga tribut&aacute;ria do pa&iacute;s. Mas os reajustes n&atilde;o terminam por a&iacute;, de acordo com a Energisa-MT uma nova eleva&ccedil;&atilde;o tarif&aacute;ria deve ocorrer em 8 de abril.<\/span><\/p>\n<p><span>Dal&rsquo; Bosco explica que o reajuste extraordin&aacute;rio autorizado pelo governo federal foi de 32% em Mato Grosso, e ser&aacute; destinado a custear programas sociais, como o Luz para Todos e Tarifa Baixa Renda, e tamb&eacute;m gastos com indeniza&ccedil;&otilde;es de concess&otilde;es e compras de combust&iacute;veis para as usinas t&eacute;rmicas.<\/span><\/p>\n<p><span>Al&eacute;m da tarifa, a Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) reajustou o pre&ccedil;o da bandeira vermelha, que passou de R$ 3,00 para R$5,50, para cada 100 kWh consumido.<\/span><\/p>\n<p><span>O aumento da tarifa previsto para abril, ainda segundo Dilmar, diz respeito &agrave; m&eacute;dia dos reajustes ordin&aacute;rios da tarifa, que ocorre uma vez por ano, mas ainda n&atilde;o h&aacute; um percentual definido pela Concession&aacute;ria de energia do Estado.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;Estima-se que esse novo ajuste seja de 10% mas, segundo o presidente da Energisa, ainda n&atilde;o foi definido. Aqui em Mato Grosso a al&iacute;quota de ICMS da energia &eacute; 17%, e existe uma d&uacute;vida quanto a bitributa&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que a cobran&ccedil;a estabelecida pela Sefaz, tamb&eacute;m aplica o ICMS em cima do Pis e do Confins. Precisamos esclarecer ao consumidor quanto esse aumento refletir&aacute; em sua renda e o impacto social e econ&ocirc;mico, j&aacute; vai onerar ainda mais a ind&uacute;stria e o com&eacute;rcio&rdquo;, afirmou Dilmar.<\/span><\/p>\n<p><span>O deputado argumenta ainda que, apesar do contexto desfavor&aacute;vel &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica, o que &eacute; um fato, com a diminui&ccedil;&atilde;o das chuvas, n&atilde;o se justifica impor &agrave; economia mato-grossense reajustes t&atilde;o altos, que sem d&uacute;vida ter&atilde;o impacto na produ&ccedil;&atilde;o e no emprego.<\/span><\/p>\n<p><span>Ele acusa a Aneel de proteger as distribuidoras de energia em detrimento dos consumidores , uma vez que, oficialmente, a infla&ccedil;&atilde;o acumulada ao longo de 2014 foi de 6,41%.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;Por mais que o setor produtivo n&atilde;o repasse integralmente um reajuste t&atilde;o elevado, no insumo energia, n&atilde;o haver&aacute; como evitar aumento de pre&ccedil;os, diminui&ccedil;&atilde;o de investimento, perda de competitividade para nossas empresas e poss&iacute;vel fechamento de postos de trabalho&rdquo;, lamentou.<\/span><\/p>\n<p><span>Foram convidados o diretor Geral da Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica-ANEEL, Romeu Donizete Rufino, o presidente da Ag&ecirc;ncia Estadual de Regula&ccedil;&atilde;o dos Servi&ccedil;os P&uacute;blicos Delegados -AGER, Carlos do Nascimento, o Diretor Presidente da Energisa\/MT, Wilson Couto, o Secret&aacute;rio de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico, Sr. Seneri Paludo e o Coordenador do Departamento de Engenharia El&eacute;trica da UFM<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O aumento de 30% na conta de energia, a partir de primeiro de mar&ccedil;o, causou alvoro&ccedil;o nos consumidores brasileiros, em especial aos mato-grossenses que sofrem com a mais alta carga tribut&aacute;ria do pa&iacute;s. 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