{"id":2816,"date":"2015-03-04T16:11:00","date_gmt":"2015-03-04T20:11:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2846","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2816","title":{"rendered":"Em: 04\/03\/2015 &agrave;s 16:11h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>Ap&oacute;s uma forte queda em dezembro, a produ&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria esbo&ccedil;ou uma rea&ccedil;&atilde;o e cresceu 2% em janeiro na compara&ccedil;&atilde;o com o &uacute;ltimo m&ecirc;s do ano passado, na taxa livre de influ&ecirc;ncias sazonais (t&iacute;picas de cada per&iacute;odo). Em dezembro, a retra&ccedil;&atilde;o havia sido de 3,2% &ndash;o dado foi revisado para baixo, pois apontava originalmente uma queda de 2,8%. Os n&uacute;meros foram divulgados pelo IBGE na manh&atilde; desta quarta-feira (4).<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Na compara&ccedil;&atilde;o com os mesmos per&iacute;odos do ano anterior, por&eacute;m, a ind&uacute;stria se mant&eacute;m operando com taxas negativas e n&atilde;o mostra recupera&ccedil;&atilde;o, na mesma tend&ecirc;ncia de retra&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o de todo o ano de 2014. Em rela&ccedil;&atilde;o a janeiro do ano passado, a produ&ccedil;&atilde;o industrial caiu 5,2%, ap&oacute;s uma retra&ccedil;&atilde;o de 2,9% nesse indicador em dezembro. No per&iacute;odo de 12 meses encerrados em janeiro, o setor tamb&eacute;m acumula uma perda, de 3,5% &ndash;resultado mais negativo do que o centro das proje&ccedil;&otilde;es da ag&ecirc;ncia Bloomberg (2,7%) e o pior &iacute;ndice desde janeiro de 2010.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>MOTIVOS<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Dentre os motivos para o fraco resultado do ano passado, est&atilde;o o ac&uacute;mulo de estoques em importantes setores, como ve&iacute;culos, e consumidores e empres&aacute;rios mais pessimistas com o cen&aacute;rio econ&ocirc;mico &ndash;o que posterga decis&otilde;es de compras e investimentos. Com esse quadro, algumas empresas j&aacute; adotaram medidas como demiss&otilde;es, corte de turnos, suspens&atilde;o de contratos de trabalho ou f&eacute;rias coletivas para lidar com a conjuntura desfavor&aacute;vel.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>SETORES<\/div>\n<p><\/p>\n<div>De dezembro para janeiro, a rea&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria foi puxada pelo maior ritmo de atividade de importantes setores, como o de alimentos (3,9%), m&aacute;quinas e equipamentos (7,6%), metalurgia (5,4%) e m&aacute;quinas e aparelhos el&eacute;tricos (9%). Todos apresentaram quedas de destaque em dezembro. A ind&uacute;stria extrativa, com alta de 2,1%, tamb&eacute;m ajudou a impulsionar o setor industrial gra&ccedil;as &agrave; maior produ&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo bruto. O ramo ampliou o crescimento frente a dezembro (alta de 0,9%). J&aacute; as quedas mais expressivas de dezembro para janeiro ficaram com perfumaria e produtos de limpeza (-4,8%), derivados de petr&oacute;leo e biocombust&iacute;veis (-5,8%) e vestu&aacute;rio e cal&ccedil;ados (-5,8%).<\/div>\n<p><\/p>\n<div>HIST&Oacute;RICO<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O resultado de janeiro na compara&ccedil;&atilde;o com dezembro foi o maior desde junho de 2013, mas n&atilde;o compensa a perda do m&ecirc;s anterior. A expans&atilde;o j&aacute; era esperada por analistas, que o enxergam como uma recomposi&ccedil;&atilde;o parcial sobre uma base muito fraca. O centro da expectativas (ilustrado pela mediana da proje&ccedil;&otilde;es, ponto central entre os 50% maiores e 50% menores &iacute;ndices) da ag&ecirc;ncia Bloomberg apontava para uma alta de 2% de janeiro para dezembro. O resultado, portanto, ficou em linha com as expectativas.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&#8220;&Eacute; um uma melhora de ritmo de dezembro para janeiro, mas que n&atilde;o inverte a tend&ecirc;ncia de resultados negativos da ind&uacute;stria em meses anteriores e acontece sobre uma base muito fraca. A ind&uacute;stria tamb&eacute;m continua a operar numa velocidade bem menor do que no in&iacute;cio de 2014. Os dados n&atilde;o mudam a trajet&oacute;ria de perda da ind&uacute;stria&#8221;, disse Andr&eacute; Macedo, gerente da pesquisa de ind&uacute;stria do IBGE. No ano passado, o emprego na ind&uacute;stria tamb&eacute;m fechou com queda, de 3,2%, o pior resultado desde 2009.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>PERSPECTIVAS<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para analistas, a ind&uacute;stria viver&aacute;, em 2015, mais um ano de queda da produ&ccedil;&atilde;o. Em 2014, a perda foi de 3,3% (o dado, revisado, era originalmente de 3,2%). Foi a maior retra&ccedil;&atilde;o desde 2009. O mesmo cen&aacute;rio desfavor&aacute;vel, dizem analistas, deve se repetir neste ano, com os agravantes da poss&iacute;vel freada mais forte da economia global e a crise da Petrobras, que paralisou investimentos e afeta toda a cadeia de &oacute;leo e g&aacute;s e de parte da de constru&ccedil;&atilde;o civil &ndash;que demanda insumos e m&aacute;quinas da ind&uacute;stria. O mercado de deve piorar &ndash;em janeiro, a taxa de desemprego subiu acima das expectativas e superou a marca do mesmo m&ecirc;s do ano passado&ndash; e o cr&eacute;dito tende a se tornar mais caro, fatores que devem restringir mais o consumo. (Folha de S. Paulo)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap&oacute;s uma forte queda em dezembro, a produ&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria esbo&ccedil;ou uma rea&ccedil;&atilde;o e cresceu 2% em janeiro na compara&ccedil;&atilde;o com o &uacute;ltimo m&ecirc;s do ano passado, na taxa livre de influ&ecirc;ncias sazonais (t&iacute;picas de cada per&iacute;odo). 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