{"id":2802,"date":"2015-03-03T16:03:00","date_gmt":"2015-03-03T20:03:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2832","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2802","title":{"rendered":"Em: 03\/03\/2015 &agrave;s 16:03h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>O n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios dever&aacute; alcan&ccedil;ar 40% para que o para que o pa&iacute;s possa chegar a novembro sem sobressaltos para atender a demanda, afirma a AES Ti&ecirc;te. Estima-se um m&iacute;nimo de 35% sem possibilidade de flexibilidade na opera&ccedil;&atilde;o do sistema, entretanto &eacute; necess&aacute;rio que a Energia Natural Afluente no pa&iacute;s fique em 70% da m&eacute;dia hist&oacute;rica para chegar a esse volume, mesmo n&iacute;vel, mesmo n&iacute;vel que o pr&oacute;prio diretor-geral do Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico havia apontado em dezembro do ano passado.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O presidente da geradora, Britaldo Soares, disse que a companhia faz an&aacute;lises de sensibilidade com diversos cen&aacute;rios e lembrou que essas indica&ccedil;&otilde;es ainda dependem do comportamento do consumo no ano. Esses dados s&atilde;o para uso interno da companhia e Soares preferiu n&atilde;o revelar quais seriam os impactos para o setor.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;Na nossa vis&atilde;o 35% seria o m&iacute;nimo a ser considerado. Se olharmos para o fato de que ao final de fevereiro devemos fechar em 24%, para que v&aacute; nessa dire&ccedil;&atilde;o de armazenamento, &nbsp;precisaria de hidrologia por volta de 70% da MLT em mar&ccedil;o e abril. Assim poder&iacute;amos terminar o m&ecirc;s de abril em 36% de reservat&oacute;rios e com o despacho t&eacute;rmico entre 16 GW e 17 GW constante nesse per&iacute;odo&rdquo;, afirma o presidente em teleconfer&ecirc;ncia com analistas sobre os resultados da geradora no ano de 2014.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Ao final do ano passado os reservat&oacute;rios das usinas da empresa estavam em 34,7%, desde dezembro esse n&iacute;vel aumentou e est&aacute; em 42%, acrescentou o executivo. Apesar da eleva&ccedil;&atilde;o neste ano, a hidrologia de 2014 na casa de 69% da MLT no Sudeste\/Centro-Oeste, foi classificada como cr&iacute;tica. &ldquo;Esse fator apertou os resultados da geradora que viu seu volume de gera&ccedil;&atilde;o recuar, foram 109% da garantia f&iacute;sica de suas usinas o volume produzido em 2014, o mesmo caiu para 66%, em energia passou de 1.392 MW m&eacute;dios para 850 MW m&eacute;dios&rdquo;, afirma.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para o ano de 2015 a perspectiva da companhia &eacute; de que o rebaixamento no MRE fique entre 15% e 17% com base no cen&aacute;rio h&iacute;drico atual que, assim como no ano passado, &eacute; classificado como cr&iacute;tico. Se o guidance da empresa se confirmar, o impacto negativo l&iacute;quido pode ficar entre R$ 590 milh&otilde;es e R$ 680 milh&otilde;es em seu resultado Ebitda, com o pre&ccedil;o m&eacute;dio da energia no mercado de curto prazo muito pr&oacute;ximo ao teto regulat&oacute;rio, de R$ 388\/MWh.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios dever&aacute; alcan&ccedil;ar 40% para que o para que o pa&iacute;s possa chegar a novembro sem sobressaltos para atender a demanda, afirma a AES Ti&ecirc;te. 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