{"id":2767,"date":"2015-02-23T15:44:00","date_gmt":"2015-02-23T19:44:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2796","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2767","title":{"rendered":"Em: 23\/02\/2015 &agrave;s 15:44h por"},"content":{"rendered":"<p><span>Para receber uma conta mais barata no fim do m&ecirc;s, o eletrot&eacute;cnico Dinaldo Ros&aacute;rio dos Santos, morador da Serra, na Grande Vit&oacute;ria, passou a produzir parte da pr&oacute;pria energia el&eacute;trica. Mesmo investindo alto na ideia &#8211; cerca de R$ 25 mil &#8211; o resultado foi uma conta cerca de 60% mais baixa, mesmo depois da instala&ccedil;&atilde;o de dois aparelhos de ar condicionado.<\/span><br \/><span>Produzir a energia &eacute; poss&iacute;vel desde 2012, quando a Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica regulamentou a microgera&ccedil;&atilde;o de energia. Santos foi pioneiro no Esp&iacute;rito Santo, criando todo o projeto da casa em que reside. Ele inclusive, consegue monitorar pelo computador todo o consumo de energia da casa, em tempo real.<\/span><\/p>\n<p><span>Na resid&ecirc;ncia, Santos conta com dez pain&eacute;is fotovoltaicos instalados no telhado da casa, que funcionam como uma pequena usina solar. Al&eacute;m disso, ele ainda tem tr&ecirc;s aquecedores solar instalados, que aquecem 500 litros de &aacute;gua que v&atilde;o para os chuveiros da casa, simbolizando uma economia de cerca de 30% no consumo de energia.<\/span><br \/><span>Ap&oacute;s todo esse controle, o resultado do esfor&ccedil;o e investimento vem estampado na conta de energia. Em 2013, Santos costumava pagar uma m&eacute;dia de R$ 340 por m&ecirc;s, mas agora esse valor caiu para R$ 150. Ele ainda contou que s&oacute; consome a energia proveniente da concession&aacute;ria EDP Escelsa durante a noite<\/span><br \/><span>&#8220;Toda a energia consumida na minha casa &eacute; gerada pelo sol, energia solar. S&oacute; a noite que eu recebo energia da concession&aacute;ria&#8221;, afirmou. Ele ainda ressaltou que a posi&ccedil;&atilde;o da casa, com o telhado virado para o norte, maximiza a capta&ccedil;&atilde;o de energia, j&aacute; que o tempo de exposi&ccedil;&atilde;o pelo sol &eacute; muito maior.<\/span><\/p>\n<p><span>Conta de luz<\/span><br \/><span>O eletrot&eacute;cnico contou que em alguns momentos, quando a temperatura do sol est&aacute; mais alta e o consumo est&aacute; menor, a gera&ccedil;&atilde;o de energia na casa &eacute; superior ao consumo. Nesses momentos ele devolve energia para a rede abastecedora e o excedente retorna como cr&eacute;dito na conta de luz.<\/span><br \/><span>Por ser um microgerador de energia, Santos recebe um desconto de pouco mais de R$ 80 na conta de luz. Mas o eletrot&eacute;cnico alegou que est&aacute; insatisfeito com a falta de incentivo para o microgerador de energia, pois quase 50% da conta &eacute; formada por impostos. &#8220;Existem estados que d&atilde;o incentivo, n&atilde;o cobrando impostos de moradores produtores de energia. Compete ao governo e aos pol&iacute;ticos criarem uma lei especifica para dar condi&ccedil;&otilde;es ao morador gerar a pr&oacute;pria energia&#8221;, disse.<\/span><br \/><span>A Secretaria Estadual da Fazendo informou que o valor do Imposto sobre Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e Servi&ccedil;os (ICMS) &eacute; arrecadado sobre o consumo de energia el&eacute;trica, quando n&atilde;o h&aacute; consumo, o imposto n&atilde;o &eacute; cobrado. No caso de Santos, como ele n&atilde;o produz 100% da energia consumida na resid&ecirc;ncia, o imposto &eacute; cobrado.<\/span><br \/><span>O Governo do Estado do Esp&iacute;rito Santo informou que possui uma proposta de incentivo para a produ&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria de energia, que atualmente est&aacute; em discuss&atilde;o no Conselho Nacional de Pol&iacute;tica Fazend&aacute;ria. (G1)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para receber uma conta mais barata no fim do m&ecirc;s, o eletrot&eacute;cnico Dinaldo Ros&aacute;rio dos Santos, morador da Serra, na Grande Vit&oacute;ria, passou a produzir parte da pr&oacute;pria energia el&eacute;trica. 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