{"id":2732,"date":"2015-02-11T16:28:00","date_gmt":"2015-02-11T20:28:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2760","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2732","title":{"rendered":"Em: 11\/02\/2015 &agrave;s 16:28h por"},"content":{"rendered":"<p><span>O aumento na conta da Companhia Estadual de Energia El&eacute;trica (CEEE) do Rio Grande do Sul que vigora a partir deste m&ecirc;s &eacute; o primeiro de uma s&eacute;rie de tr&ecirc;s reajustes programados para este ano. A alta acumulada pode chegar a 66%, como mostra reportagem do RBS Not&iacute;cias (confira no v&iacute;deo). O pre&ccedil;o contrasta com a qualidade do servi&ccedil;o, que tem muitas reclama&ccedil;&otilde;es de clientes devido a quedas de luz. &#8220;Seguido falta luz aqui. Na sexta-feira mesmo faltou luz na minha casa, na casa do vizinho, e at&eacute; a CEEE vir de Gua&iacute;ba, leva duas horas para chegar at&eacute; aqui&#8221;, desabafa o aposentado Antonio Dique, que sofre de bronquite e depende da energia el&eacute;trica para fazer nebuliza&ccedil;&atilde;o quase de hora em hora. Morador do bairro Pedras Brancas, ele diz j&aacute; ter ficado at&eacute; tr&ecirc;s dias sem luz.<\/span><\/p>\n<p><span>Na zona norte de Porto Alegre, comerciantes tamb&eacute;m reclamam. O empres&aacute;rio Gabriel Nicolodi afirma que enfrenta o problema uma vez por semana, quando o calor &eacute; forte. &ldquo;Sempre que atinge os 30&deg;C, 32&deg;C, cai a luz. Isso &eacute; uma coisa certa. A gente at&eacute; se prepara j&aacute;, usa estabilizadores, desliga ar-condicionado porque sabemos que vai cair&rdquo;, afirma.<\/span><br \/><span>No ano, passado as tr&ecirc;s concessionarias do Rio Grande do Sul tiveram de ressarcir os clientes em R$ 30 milh&otilde;es devido aos cortes constantes de energia. Todas foram reprovadas no item &ldquo;tempo m&aacute;ximo de interrup&ccedil;&atilde;o&rdquo;, de 14 horas o ano todo.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo a Ag&ecirc;ncia Estadual de Regula&ccedil;&atilde;o dos Servi&ccedil;os P&uacute;blicos Delegados do RS (Agergs), a AES Sul, a CEEE e RGE &nbsp;deixaram os consumidores &agrave;s escuras por 80 horas. As reclama&ccedil;&otilde;es aumentaram 73% em 2014. A pior situa&ccedil;&atilde;o &eacute; da CEEE e da AES SUL, que t&ecirc;m prazo de dois meses para apresentar um plano de melhoria dos servi&ccedil;os.<\/span><br \/><span>&#8220;Independente de medidas fiscalizat&oacute;rias e outras que ser&atilde;o tomadas, n&atilde;o atendendo a um plano criado pelas pr&oacute;prias concessionarias, ser&atilde;o estabelecidas novas multas pelo n&atilde;o restabelecimento da qualidade que se precisa para um servi&ccedil;o t&atilde;o essencial como a energia el&eacute;trica&#8221;, diz o presidente da Agergs, Carlos Martins.<\/span><br \/><span>Dono de uma churrascaria em Porto Alegre, Juliano Conzatti diz estar perdendo clientes, pois falta energia el&eacute;trica na hora do almo&ccedil;o, quando o estabelecimento est&aacute; lotado. &#8220;&Eacute; um absurdo o que a gente paga, e esse dinheiro n&atilde;o &eacute; transformado em investimento&#8221;, desabafa o empres&aacute;rio.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo as empresas AES-SUL, CEEE e RGE, a principal causa das interrup&ccedil;&otilde;es no fornecimento de energia em 2014 foram os temporais, considerados at&iacute;picos pelas operadoras. De acordo com as companhias, isso gerou o aumento nas reclama&ccedil;&otilde;es. (G1)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O aumento na conta da Companhia Estadual de Energia El&eacute;trica (CEEE) do Rio Grande do Sul que vigora a partir deste m&ecirc;s &eacute; o primeiro de uma s&eacute;rie de tr&ecirc;s reajustes programados para este ano. A alta acumulada pode chegar a 66%, como mostra reportagem do RBS Not&iacute;cias (confira no v&iacute;deo). 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