{"id":2727,"date":"2015-02-10T15:43:00","date_gmt":"2015-02-10T19:43:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2755","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2727","title":{"rendered":"Em: 10\/02\/2015 &agrave;s 15:43h por"},"content":{"rendered":"<p><span>O custo m&eacute;dio da energia el&eacute;trica vai aumentar, no m&iacute;nimo, 43,6% este ano para a ind&uacute;stria, numa estimativa feita pelo Sistema da Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Rio de Janeiro (Firjan). Esse percentual incluiu o pre&ccedil;o da bandeira vermelha (uma esp&eacute;cie de gatilho cobrado quando o custo de produ&ccedil;&atilde;o aumenta, como ocorre quando as t&eacute;rmicas est&atilde;o operando como agora) e a compra da energia produzida pelas termel&eacute;tricas que passar&aacute; a ser bancada, de imediato, pelos consumidores a partir de mar&ccedil;o deste ano. O setor industrial vai repassar essa alta da produ&ccedil;&atilde;o para o consumidor, gerando mais infla&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;&Eacute; uma equa&ccedil;&atilde;o cruel: os produtos ficar&atilde;o mais caros, o mercado diminui e as pessoas passam a ter menos dinheiro por causa do aumento da energia, que ocorre para todos&rdquo;, resume o presidente em exerc&iacute;cio da Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Ricardo Essinger.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo ele, os aumentos constantes na conta de luz v&atilde;o levar o Brasil a ter a energia mais cara do mundo. &ldquo;O modelo el&eacute;trico do Brasil est&aacute; cheio de puxadinho. Isso tira a competitividade dos custos da ind&uacute;stria&rdquo;, lamenta.<\/span><br \/><span>A estimativa de aumento de 43,6% n&atilde;o inclui o reajuste anual da conta de energia que entra em vigor no dia 29 de abril para os consumidores pernambucanos. &ldquo;Esse reajuste de 43,6% traz um impacto muito alto para a ind&uacute;stria, principalmente nas empresas eletrointensivas. A tarifa de luz pode representar at&eacute; 30% dos custos de produ&ccedil;&atilde;o dessas companhias&rdquo;, explica a especialista em Competitividade Industrial do Sistema Firjan, Tatiana Lauria.<\/span><\/p>\n<p><span>Ainda de acordo com a Firjan, o custo m&eacute;dio da energia el&eacute;trica para a ind&uacute;stria brasileira passou de R$ 402,2 por MWh para R$ 403,8 por MWh em fevereiro &uacute;ltimo apenas com a cobran&ccedil;a da bandeira vermelha, que estabelecia um repasse de R$ 3 para cada 100 quilowatt-hora (kWh). A expectativa &eacute; de que o valor da bandeira vermelha aumente 83% na conta de mar&ccedil;o, quando os consumidores tamb&eacute;m pagar&atilde;o um percentual a mais para compensar a energia comprada das t&eacute;rmicas.<\/span><\/p>\n<p><span>Num ranking feito pela Firjan, o Brasil tem a 6&ordf; mais cara energia entre 28 pa&iacute;ses com o megawatt-hora (MWh) por R$ 403,8. Com base nos dados de 2014, os pa&iacute;ses que t&ecirc;m a maior tarifa (tamb&eacute;m por MWh) s&atilde;o: &Iacute;ndia (R$ 596,96), It&aacute;lia (R$ 536,14), Singapura (R$ 459,38), Col&ocirc;mbia (R$ 414,1) e Rep&uacute;blica Tcheca (R$ 408,91). &ldquo;O Pa&iacute;s tem que repensar o seu modelo energ&eacute;tico, refazendo o mix das gera&ccedil;&atilde;o para n&atilde;o dependermos tanto da &aacute;gua e chegarmos a uma tarifa mais baixa&rdquo;, resume Tatiana. Ela argumenta que a alta da energia pode implicar em menos empregos na ind&uacute;stria. (Jornal do Com&eacute;rcio)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O custo m&eacute;dio da energia el&eacute;trica vai aumentar, no m&iacute;nimo, 43,6% este ano para a ind&uacute;stria, numa estimativa feita pelo Sistema da Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Rio de Janeiro (Firjan). Esse percentual incluiu o pre&ccedil;o da bandeira vermelha (uma esp&eacute;cie de gatilho cobrado quando o custo de produ&ccedil;&atilde;o aumenta, como ocorre quando as t&eacute;rmicas est&atilde;o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2727"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2727"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2727\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2727"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2727"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2727"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}