{"id":2724,"date":"2015-02-10T15:43:00","date_gmt":"2015-02-10T19:43:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2752","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2724","title":{"rendered":"Em: 10\/02\/2015 &agrave;s 15:43h por"},"content":{"rendered":"<p><span>Os autoprodutores de energia querem voltar a investir em novos projetos de gera&ccedil;&atilde;o no Brasil. Desde que Belo Monte foi licitada em 2010, o setor encontra dificuldade em participar de novos empreendimentos. Segundo Marcelo Moraes, diretor de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais da Abiape, seus associados t&ecirc;m interesse e condi&ccedil;&otilde;es financeiras para colaborar com a expans&atilde;o da matriz. A Abiape foi uma das entidades que participaram de reuni&atilde;o com o ministro Eduardo Braga, no in&iacute;cio de janeiro. &#8220;Mais do que pedir, nos colocamos a disposi&ccedil;&atilde;o do governo para investir em novas fontes de produ&ccedil;&atilde;o de energia. Mas para isso a forma de leil&atilde;o precisa ser diferente porque n&atilde;o temos como competir com o produtor independente&#8221;, disse Moraes.<\/span><\/p>\n<p><span>Com a perda da capacidade de caixa da Eletrobras, principal investidora do setor, o cen&aacute;rio se encontra favor&aacute;vel para a autoprodu&ccedil;&atilde;o voltar a ser protagonista. O diretor explicou que o momento se assemelha ao vivenciado em1990, quando o governo chamou a ind&uacute;stria para investir no setor el&eacute;trico. Para ele, o formato ideal seria um leil&atilde;o espec&iacute;fico para a autoprodu&ccedil;&atilde;o. Uma nova reuni&atilde;o com o ministro do MME est&aacute; marcada para a primeira semana de mar&ccedil;o. &ldquo;Esperamos uma sinaliza&ccedil;&atilde;o do governo de que haver&aacute; empreendimentos que possamos participar&rdquo;, disse Moraes.<\/span><\/p>\n<p><span>Al&eacute;m de hidrel&eacute;tricas, o foco tamb&eacute;m &eacute; investir em e&oacute;lica e biomassa. Moraes esclareceu que, caso o PL404\/2008 seja aprovado no Senado, os autoprodutores tamb&eacute;m se beneficiariam com o desconto de 50% da TUSD e TUST, o que deixaria os projetos de fontes alternativas mais atrativos para esse segmento.<\/span><br \/><span>Os dez associados da Abiape consomem 20% da energia produzida pelo Brasil, mas produzem cerca de 8% dessa energia. Com 62 projetos em opera&ccedil;&atilde;o (entre hidrel&eacute;tricas, PCHs e t&eacute;rmicas), os autoprodutores participam com 10 mil MW de capacidade na matriz el&eacute;trica. Outros 541 MW aguardam para sair do papel: Pai Quer&ecirc; (292MW); Cachoeirinha (45MW); S&atilde;o Jo&atilde;o (60MW); e Tijuco Alto(144MW).<\/span><\/p>\n<p><span>Por regra, o governo possibilita a oportunidade do autoprodutor participar em at&eacute; 10% do montante total do empreendimento. Contudo, para o setor seria interessante que o agente pudesse entrar no projeto sozinhos, para ter melhor administra&ccedil;&atilde;o dos custos da obra. S&atilde;o associados da Abiape as empresas Alcoa, Odebrecht Energia, Arcelor Mital, Samarco, Companhia Sider&uacute;rgica Nacional, ThyssenKrupp, Vale, Eneva, Gerdau, InterCement, Votorantim. (Canal Energia)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os autoprodutores de energia querem voltar a investir em novos projetos de gera&ccedil;&atilde;o no Brasil. Desde que Belo Monte foi licitada em 2010, o setor encontra dificuldade em participar de novos empreendimentos. 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