{"id":2707,"date":"2015-02-03T17:09:00","date_gmt":"2015-02-03T21:09:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2734","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2707","title":{"rendered":"Em: 03\/02\/2015 &agrave;s 17:09h por"},"content":{"rendered":"<p><span>Para evitar uma poss&iacute;vel crise energ&eacute;tica no Brasil, o governo prop&otilde;e que as empresas adotem medidas para reduzir o consumo de energia, como o acionamento de &nbsp;equipamentos de gera&ccedil;&atilde;o de energia durante o hor&aacute;rio de pico de consumo. &Eacute; o caso dos shopping centers e das ind&uacute;strias.<\/span><\/p>\n<p><span>As declara&ccedil;&otilde;es foram dadas pelo ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, no &uacute;ltimo domingo (1&ordm;). Segundo Braga, o governo, dentro de 60 a 90 dias, deve lan&ccedil;ar um programa de efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica para dar mais seguran&ccedil;a ao sistema el&eacute;trico nacional.<\/span><\/p>\n<p><span>A Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) afirma que j&aacute; procurou o governo para conversar sobre o assunto. &#8220;Desde a crise energ&eacute;tica de 2001, nos preparamos para esses momentos de sobrecarga no sistema el&eacute;trico. Em cerca de sete anos, reduzimos quase 30% do nosso consumo de energia. Fizemos a li&ccedil;&atilde;o de casa&#8221;, afirma Glauco Humai, presidente da associa&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo Lu&iacute;s Augusto Ildefonso, diretor de Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop), a maior parte dos shopping centers do Pa&iacute;s j&aacute; adota o uso de geradores nos hor&aacute;rios de pico. &#8220;&Eacute; vantagem sair da rede el&eacute;trica e usar sua pr&oacute;pria energia porque a energia fica mais cara nos hor&aacute;rios de consumo. A maioria dos shoppings j&aacute; faz isso e usa a energia do gerador para as &aacute;reas comuns&#8221;, explica.<\/span><\/p>\n<p><span>Al&eacute;m disso, segundo o diretor da Alshop, o consumo de energia el&eacute;trica pelos shopping centers &eacute; &#8220;&iacute;nfimo&#8221;. &#8221; N&atilde;o compensaria ter geradores muito maiores e potentes, movidos a diesel ou gasolina, que gerariam resultado nefasto para o meio ambiente e n&atilde;o seriam vi&aacute;veis na rela&ccedil;&atilde;o custo-beneficio&#8221;, afirma.<\/span><\/p>\n<p><span>O setor recha&ccedil;a a ideia de alterar o hor&aacute;rio de funcionamento dos shoppings para diluir os custos com geradores ou o uso de energia el&eacute;trica e se preocupam com o impacto econ&ocirc;mico da medida que, caso seja forte, poderia afetar empreendedores e at&eacute; quadros de funcion&aacute;rios.<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;No hor&aacute;rio inicial, na parte da manh&atilde;, j&aacute; trabalhamos com carga energ&eacute;tica reduzida, com o ar condicionado em pot&ecirc;ncia mais baixo e algumas luzes apagadas. Sentimos que a redu&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica n&atilde;o compensaria, nem de longe, os gastos sociais que ter&iacute;amos para faz&ecirc;-la&#8221;, diz Humai.<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;Isso precisaria ser muito bem estudado em rela&ccedil;&atilde;o a receita de vendas. Tirando os finais de semana, os melhores hor&aacute;rios para os lojistas s&atilde;o a hora do almo&ccedil;o e o final da tarde, at&eacute; &agrave;s 20h30. Tem que ter um estudo extremamente bem feito pra que n&atilde;o prejudique a rentabilidade dos lojistas e dos shoppings, pois esse seria um problema grave dentre todos os outros que o com&eacute;rcio j&aacute; vem assumindo por normas que s&atilde;o postas por governos estaduais ou federais&#8221;, afirma Ildefonso.<\/span><\/p>\n<p><span>No caso da ind&uacute;stria, Carlos Bich Pastoriza, presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de M&aacute;quinas e Equipamentos (Abimaq), afirma que a medida precisa de mais planejamento. &#8220;Nem todas as ind&uacute;strias possuem geradores e as poucas que possuem geralmente t&ecirc;m equipamentos que suprem a necessidade de l&acirc;mpadas e coisas menores, mas que n&atilde;o movimentam uma f&aacute;brica. Adquirir um gerador mais potente &eacute; caro e leva tempo&#8221;, explica.<\/span><\/p>\n<p><span>Procurada, a Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado de S&atilde;o Paulo n&atilde;o se posicionou at&eacute; o fechamento desta reportagem. A Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria n&atilde;o quis comentar o assunto que, segundo a assessoria de empresa, &#8220;est&aacute; em an&aacute;lise&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo dados da Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE), o consumo de energia no setor de com&eacute;rcio e servi&ccedil;os liderou mais uma vez a expans&atilde;o do consumo de energia em 2014, com aumento de 7,3%. Em alguns per&iacute;odos do ano, houve a influ&ecirc;ncia de altas temperaturas &#8211; durante o ver&atilde;o desse ano, foram registrados crescimentos entre 8% e<\/span><br \/><span>16%, na compara&ccedil;&atilde;o com os mesmos meses de 2013. J&aacute; a ind&uacute;stria reduziu seu consumo em 3,6% no per&iacute;odo. &nbsp;(IG)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para evitar uma poss&iacute;vel crise energ&eacute;tica no Brasil, o governo prop&otilde;e que as empresas adotem medidas para reduzir o consumo de energia, como o acionamento de &nbsp;equipamentos de gera&ccedil;&atilde;o de energia durante o hor&aacute;rio de pico de consumo. &Eacute; o caso dos shopping centers e das ind&uacute;strias. 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