{"id":2706,"date":"2015-02-03T17:09:00","date_gmt":"2015-02-03T21:09:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2733","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2706","title":{"rendered":"Em: 03\/02\/2015 &agrave;s 17:09h por"},"content":{"rendered":"<p><span>O ano mal come&ccedil;ou e o consumidor j&aacute; sente no bolso o peso dos aumentos anunciados para 2015. Apenas em janeiro, j&aacute; ficaram mais caras as tarifas de &ocirc;nibus, a conta de luz e o cr&eacute;dito pessoal. Os reajustes n&atilde;o param por a&iacute;. Para os pr&oacute;ximos meses, j&aacute; est&atilde;o programados novos aumentos em outros servi&ccedil;os.<\/span><\/p>\n<p><strong><em>Cr&eacute;dito pessoal:&nbsp;<\/em><\/strong><span>O governo aumentou o Imposto sobre Opera&ccedil;&otilde;es Financeiras (IOF) que incide nas opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito para o consumidor.<\/span><\/p>\n<p><span>A al&iacute;quota passou de 1,5% para 3% ao ano (o equivalente &agrave; alta de 0,0041% para 0,0082% por dia). Esse valor ser&aacute; cobrado al&eacute;m dos 0,38% que incidem na abertura das opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito. Com essa medida, o governo espera arrecadar R$ 7,38 bilh&otilde;es neste ano.<\/span><\/p>\n<p><strong><em>Taxa de jurus:&nbsp;<\/em><\/strong><span>O Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom) do Banco Central decidiu elevar nesta quarta-feira (21) os juros b&aacute;sicos da economia de 11,75% para 12,25% ao ano.<\/span><\/p>\n<p><span>Com a decis&atilde;o de aumentar a taxa Selic em 0,5 ponto percentual, os juros sobem ao maior patamar desde meados de 2011, ou seja, em tr&ecirc;s anos e meio. Com taxas mais altas, a institui&ccedil;&atilde;o tenta controlar o cr&eacute;dito e o consumo e, assim, segurar a infla&ccedil;&atilde;o. E isso significa juros em alta para o consumidor.<\/span><\/p>\n<p><strong><em>Financiamento imobili&aacute;rio:&nbsp;<\/em><\/strong><span>A Caixa Econ&ocirc;mica Federal aumentou no dia 19 de janeiro as taxas de juros do financiamento imobili&aacute;rio para contratos novos.<\/span><\/p>\n<p><span>N&atilde;o foram alteradas as taxas de juros dos financiamentos habitacionais contratados com recursos do Programa Minha Casa Minha Vida e do FGTS.<\/span><\/p>\n<p><span>Foram corrigidas as taxas de juros das opera&ccedil;&otilde;es para financiamento de im&oacute;veis residenciais contratadas com recursos da poupan&ccedil;a (SBPE). De acordo com a Caixa, a mudan&ccedil;a afeta quem tem renda acima de R$ 5,4 mil, que n&atilde;o utiliza os financiamentos habitacionais contratados com recursos do FGTS.<\/span><\/p>\n<p><span>A taxa de juros cobrada pelo Sistema de Financiamento Habitacional (SFH), que financia im&oacute;veis de at&eacute; R$ 750 mil com recursos tanto do FGTS como da poupan&ccedil;a, permanece em 9,15% para quem n&atilde;o &eacute; cliente do banco e sofre altera&ccedil;&atilde;o para quem &eacute; cliente, incluindo servidores p&uacute;blicos.<\/span><\/p>\n<p><span>J&aacute; pelo Sistema de Financiamento Imobili&aacute;rio (SFI), que financia im&oacute;veis com valor acima de R$ 750 mil, a taxa de juros anual passar&aacute; de 9,2% para 11% para os n&atilde;o-clientes.<\/span><\/p>\n<p><strong><em>Combust&iacute;veis:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><span>A partir deste domingo (1&ordm;), a tributa&ccedil;&atilde;o incidente sobre a gasolina e o diesel ser&aacute; elevada, conforme o decreto presidencial 8.395, publicado no &#8220;Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o&#8221; desta quinta-feira (29). A informa&ccedil;&atilde;o &eacute; da Secretaria da Receita Federal.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo o Fisco, o impacto do aumento da tributa&ccedil;&atilde;o ser&aacute; de R$ 0,22 para a gasolina e de R$ 0,15 para o diesel. A expectativa do governo &eacute; arrecadar R$ 12,18 bilh&otilde;es com esta medida em 2015.<\/span><\/p>\n<p><span>O sindicato que representa os postos de combust&iacute;veis dizem que v&atilde;o repassar integralmente para o consumidor o aumento dos impostos sobre a gasolina e diesel.<\/span><\/p>\n<p><strong><em>Conta de luz:&nbsp;<\/em><\/strong><span>Foi fixada para janeiro bandeira tarif&aacute;ria de cor vermelha para os consumidores de todos os estados do pa&iacute;s, com exce&ccedil;&atilde;o do Amazonas, Amap&aacute; e Roraima (que ainda n&atilde;o est&atilde;o interligados com o sistema nacional de energia el&eacute;trica).<\/span><\/p>\n<p><span>A defini&ccedil;&atilde;o da bandeira de cor vemelha significar&aacute; um acr&eacute;scimo de R$ 3,00 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos em janeiro.<\/span><\/p>\n<p><span>Em janeiro de 2015, come&ccedil;ou a vigorar o sistema de bandeiras tarif&aacute;rias &ndash; que contar&aacute; com as cores verde, amarela e vermelha &ndash; indicando as condi&ccedil;&otilde;es de gera&ccedil;&atilde;o de energia no pa&iacute;s. O sistema funcionar&aacute; como um &#8220;sem&aacute;foro de tr&acirc;nsito&#8221;, sinalizando nas contas de luz o custo de gera&ccedil;&atilde;o de energia para o consumidor.<\/span><\/p>\n<p><span>Al&eacute;m dos reajustes que ocorrem uma vez por ano para cada distribuidora do pa&iacute;s e das revis&otilde;es peri&oacute;dicas, a Aneel tamb&eacute;m pode realizar as chamadas Revis&otilde;es Tarif&aacute;rias Extraordin&aacute;rias a qualquer momento, &ldquo;quando algum evento provocar significativo desequil&iacute;brio econ&ocirc;mico-financeiro&rdquo; das distribuidoras.<\/span><\/p>\n<p><strong><em>Tarifa de transporte:&nbsp;<\/em><\/strong><span>Algumas capitais j&aacute; fizeram seus reajustes em 2015.<\/span><\/p>\n<p><span>Boa Vista (RR)<\/span><br \/><span>A passagem do &ocirc;nibus coletivo passou de R$ 2,60 para R$ 2,80. Estudantes pagam R$ 1,40.<\/span><\/p>\n<p><span>Rio de Janeiro (RJ)<\/span><br \/><span>A tarifa de &ocirc;nibus municipal e do Bilhete &Uacute;nico Carioca teve reajuste de 13,3% e passou a custar R$ 3,40. As passagens dos &ocirc;nibus e vans intermunicipais tiveram reajustes de 12,46% &ndash; passando de R$ 2,80 para R$ 3,15. O valor do Bilhete &Uacute;nico acompanhar&aacute; o &iacute;ndice, mudando de R$ 5,25 para R$ 5,90 a partir de 1&ordm; de fevereiro.<\/span><\/p>\n<p><span>Salvador (BA)<\/span><br \/><span>A passagem em Salvador aumentou para R$ 3,00 a partir do dia 1&ordm; de janeiro.<\/span><\/p>\n<p><span>S&atilde;o Paulo (SP)<\/span><br \/><span>A tarifa de &ocirc;nibus subiu de R$ 3,00 para R$ 3,50, assim como a do Metr&ocirc;. J&aacute; as tarifas do bilhete &uacute;nico nas modalidades mensal, semanal e di&aacute;rio (validade de 24 horas) ficaram congeladas. O valor do bilhete &uacute;nico integrado com o Metr&ocirc; e os trens da CPTM passou para R$ 5,45. Estudantes de escolas p&uacute;blicas e universit&aacute;rios do Prouni, Fies e cotistas ter&atilde;o direito ao passe livre. Com os subs&iacute;dios, o reajuste m&eacute;dio em S&atilde;o Paulo ficou em 7,92%.<\/span><\/p>\n<p><strong><em>Cr&eacute;dito do BNDES:&nbsp;<\/em><\/strong><span>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) fez uma revis&atilde;o de suas pol&iacute;ticas operacionais para concess&atilde;o de financiamentos a partir de 2015. As taxas de juros subiram e a participa&ccedil;&atilde;o do banco nos projetos ser&aacute; reduzida.<\/span><\/p>\n<p><span>Pelas condi&ccedil;&otilde;es atuais, o BNDES pode financiar at&eacute; 90% do plano de investimento de uma empresa, sendo de iguais 90% a parcela do empr&eacute;stimo corrigida pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJPL). Com a nova pol&iacute;tica operacional, nesse caso, os dois percentuais caem para 70%.<\/span><\/p>\n<p><span>Para o Programa de Sustenta&ccedil;&atilde;o do Investimento (PSI), a participa&ccedil;&atilde;o do banco, que at&eacute; ent&atilde;o era de 100%, ser&aacute; de no m&aacute;ximo 70% do financiamento total. J&aacute; a taxa de juros ir&aacute; variar, de acordo com a categoria, de 4% a 11% ao ano. At&eacute; ent&atilde;o, as taxas variavam de 4% a 8% ao ano.<\/span><\/p>\n<p><strong><em>Produtos Importados:&nbsp;<\/em><\/strong><span>A partir de maio, as al&iacute;quotas do Imposto de Importa&ccedil;&atilde;o avan&ccedil;ar&atilde;o de 9,25% para 11,75%. O objetivo &eacute; compensar a decis&atilde;o do Supremo Tribunal Federal (STF) que excluiu o ICMS das importa&ccedil;&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>A expectativa &eacute; arrecadar R$ 694 milh&otilde;es neste ano, segundo o Minist&eacute;rio da Fazenda.<\/span><\/p>\n<p><strong><em>Cosm&eacute;ticos:&nbsp;<\/em><\/strong><span>A partir de maio deste ano, o modelo de tributa&ccedil;&atilde;o dos atacadistas de cosm&eacute;ticos que s&atilde;o ligados a produtores. Com isso, dever&aacute; haver aumento da tributa&ccedil;&atilde;o sobre batons, esmaltes, laqu&ecirc;s, alisadores de cabelos, maquiagens para olhos (r&iacute;mel, sombra e delineador, por exemplo), al&eacute;m de cremes de barbear, sais arom&aacute;ticos para banhos e odorizadores de ambiente. Shampoos e condicionadores n&atilde;o ser&atilde;o afetados.<\/span><\/p>\n<p><span>O presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira da Ind&uacute;stria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosm&eacute;ticos (Abihpec), Jo&atilde;o Carlos Bas&iacute;lio, estima impacto de 12% nos pre&ccedil;os dos produtos afetados. Segundo ele, dever&aacute; haver queda de vendas e, consequentemente, demiss&otilde;es.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ano mal come&ccedil;ou e o consumidor j&aacute; sente no bolso o peso dos aumentos anunciados para 2015. Apenas em janeiro, j&aacute; ficaram mais caras as tarifas de &ocirc;nibus, a conta de luz e o cr&eacute;dito pessoal. Os reajustes n&atilde;o param por a&iacute;. Para os pr&oacute;ximos meses, j&aacute; est&atilde;o programados novos aumentos em outros servi&ccedil;os. 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