{"id":2664,"date":"2015-01-27T16:14:00","date_gmt":"2015-01-27T20:14:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2690","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2664","title":{"rendered":"Em: 27\/01\/2015 &agrave;s 16:14h por"},"content":{"rendered":"<p><span>Respons&aacute;vel pelo projeto de instala&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s Pequenas Centrais Hidrel&eacute;tricas (PCHs) no Rio dos Patos, a ENERBIOS est&aacute; estudando a possibilidade de utilizar parte dos reservat&oacute;rios e estrutura das usinas KM 10, KM 14 e KM 19 para a gera&ccedil;&atilde;o de energia por meio de pain&eacute;is fotovoltaicos, a conhecida &ldquo;energia solar&rdquo;. A ideia j&aacute; foi posta em pr&aacute;tica em pa&iacute;ses como Fran&ccedil;a, Estados Unidos, Inglaterra, Jap&atilde;o e &Iacute;ndia. No Brasil, a colabora&ccedil;&atilde;o entre essas duas fontes renov&aacute;veis ainda &eacute; in&eacute;dita. &ldquo;Estamos avaliando os resultados para fazer do Rio dos Patos o primeiro experimento do pa&iacute;s&rdquo;, destacou o engenheiro eletricista Ivo Pugnaloni, presidente da Enerbios.<\/span><\/p>\n<p><span>O projeto de Prudent&oacute;polis, de acordo com ele, est&aacute; em fase de estudo ambiental e da an&aacute;lise dos riscos.&ldquo;Precisamos estudar com cuidado os aspectos ambientais da instala&ccedil;&atilde;o dos pain&eacute;is flutuantes. &Eacute; preciso levar em conta as necessidades de insola&ccedil;&atilde;o para o desenvolvimento da vida normal nos reservat&oacute;rios, tanto da fauna quanto da flora. Se os impactos forem significativos, n&atilde;o utilizaremos essa pr&aacute;tica. Vamos analisar tamb&eacute;m a toxidade dos materiais envolvidos neste processo para, em caso de algum acidente, prevenir qualquer forma de contamina&ccedil;&atilde;o&rdquo;, explicou, mostrando otimismo. &ldquo;Existem estudos no exterior que mostram que a sombra dos flutuantes pode ser aproveitada para favorecer, e n&atilde;o prejudicar, a vida nos reservat&oacute;rios&rdquo;, disse o executivo.<\/span><\/p>\n<p><span>Por se tratar de uma pr&aacute;tica nova, Pugnaloni descreve como acontece essa gera&ccedil;&atilde;o fotovoltaica aliada &agrave;s PCHs. &ldquo;N&atilde;o se trata de cobrir todo o reservat&oacute;rio, mas parte dele e da infraestrutura das usinas: barragens, p&aacute;tio do estacionamento, casa de for&ccedil;a, escrit&oacute;rios, sala de comando, etc. Com isso, se economizam &aacute;reas que ser&atilde;o compartilhadas entre as duas usinas&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span>As vantagens, explica o engenheiro, v&atilde;o al&eacute;m de todos os pr&oacute;s atrelados &agrave; gera&ccedil;&atilde;o renov&aacute;vel. &ldquo;Essa pr&aacute;tica tem como benef&iacute;cios a economia com subesta&ccedil;&otilde;es e linhas de transmiss&atilde;o, principalmente em per&iacute;odos de menor aflu&ecirc;ncia h&iacute;drica&rdquo;.&nbsp;Para isso, a Enerbios j&aacute; solicitou or&ccedil;amentos de fabricantes de renome e a &aacute;rea jur&iacute;dica da empresa est&aacute; verificando as implica&ccedil;&otilde;es legais e regulat&oacute;rias da coexist&ecirc;ncia dos dois empreendimentos.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Respons&aacute;vel pelo projeto de instala&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s Pequenas Centrais Hidrel&eacute;tricas (PCHs) no Rio dos Patos, a ENERBIOS est&aacute; estudando a possibilidade de utilizar parte dos reservat&oacute;rios e estrutura das usinas KM 10, KM 14 e KM 19 para a gera&ccedil;&atilde;o de energia por meio de pain&eacute;is fotovoltaicos, a conhecida &ldquo;energia solar&rdquo;. 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