{"id":2641,"date":"2015-01-20T15:50:00","date_gmt":"2015-01-20T19:50:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2666","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2641","title":{"rendered":"Em: 20\/01\/2015 &agrave;s 15:50h por"},"content":{"rendered":"<p><span>Segundo o Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico, as chuvas previstas para este m&ecirc;s n&atilde;o ser&atilde;o suficientes para elevar o n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios das hidrel&eacute;tricas ao mesmo patamar de janeiro do ano passado. As regi&otilde;es mais cr&iacute;ticas s&atilde;o o Sudeste e o Centro-Oeste. As chuvas do m&ecirc;s passado interromperam a sequ&ecirc;ncia de queda do n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios que vinha desde maio. Em Furnas, por exemplo, o lago subiu 79 cent&iacute;metros. O sistema de reservat&oacute;rios da Regi&atilde;o Sudeste e Centro Oeste &#8211; o maior do pa&iacute;s &#8211; fechou dezembro com 19% da capacidade.<\/span><\/p>\n<p><span>Um pouco acima do m&ecirc;s anterior. Mas a forcinha de S&atilde;o Pedro precisaria ter sido maior. Nesses primeiros dias de 2015, a capacidade permanece em torno dos 19%. Ainda n&atilde;o &eacute; nem a metade da situa&ccedil;&atilde;o registrada no in&iacute;cio do ano passado. Na mesma compara&ccedil;&atilde;o, o Nordeste est&aacute; longe de chegar ao que tinha. No Norte tamb&eacute;m est&aacute; abaixo. A situa&ccedil;&atilde;o melhorou apenas no Sul. Pelas proje&ccedil;&otilde;es de chuvas do Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico, at&eacute; o fim do m&ecirc;s o n&iacute;vel no Sudeste e Centro-Oeste vai chegar a 22%. Mas segundo previs&atilde;o do Inpe &#8211; Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o volume de &aacute;gua que deve cair do c&eacute;u em janeiro vai ficar abaixo da m&eacute;dia hist&oacute;rica.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;A tend&ecirc;ncia &eacute; que chova menos nessas regi&otilde;es. Principalmente na regi&atilde;o Sudeste a tend&ecirc;ncia &eacute; que o m&ecirc;s feche com chuvas abaixo da m&eacute;dia&rdquo;, declarou Gustavo Escobar, meteorologista INPE. Se as chuvas n&atilde;o vierem realmente como o desejado, o Brasil ainda tem como usar as t&eacute;rmicas, mas estudiosos do setor dizem que al&eacute;m de poluentes, essas usinas podem n&atilde;o ser suficientes para dar conta do consumo. E como precau&ccedil;&atilde;o, recomendam economia. O professor da UFRJ &#8211; Universidade Federal do Rio de Janeiro &#8211; especialista em energia, diz que passou da hora de criar um programa que estimule a redu&ccedil;&atilde;o do consumo com benef&iacute;cios para quem paga a conta no fim do m&ecirc;s.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;As t&eacute;rmicas ser&atilde;o usadas at&eacute; o seu limite. Sem chuvas n&atilde;o h&aacute; alternativas sen&atilde;o economizar energia el&eacute;trica, porque o Brasil &eacute; um sistema hidrel&eacute;trico. Se n&atilde;o chove, a gente n&atilde;o tem condi&ccedil;&otilde;es de abastecer o mercado.Por mais que as t&eacute;rmicas operem plenamete&rdquo;, apontou Adilson de Oliveira, especialista em energia &ndash; UFRJ. Em nota, o Minist&eacute;rio de Minas e Energia informou que programas de efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica est&atilde;o em andamento. E com previs&atilde;o para reduzir o consumo de energia em 5%, este ano e em 10%, at&eacute; 2030. (G1)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo o Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico, as chuvas previstas para este m&ecirc;s n&atilde;o ser&atilde;o suficientes para elevar o n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios das hidrel&eacute;tricas ao mesmo patamar de janeiro do ano passado. As regi&otilde;es mais cr&iacute;ticas s&atilde;o o Sudeste e o Centro-Oeste. 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