{"id":2592,"date":"2015-01-12T15:29:00","date_gmt":"2015-01-12T19:29:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-2617","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=2592","title":{"rendered":"Em: 12\/01\/2015 &agrave;s 15:29h por Ag\u00eancia Brasil"},"content":{"rendered":"<p><span>O custo m&eacute;dio da energia para a ind&uacute;stria brasileira aumentou 11,5% este m&ecirc;s, de acordo com o estudo Quanto custa a energia el&eacute;trica para a ind&uacute;stria do Brasil?, divulgado na &uacute;ltima sexta-feira (9), pela Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do estado do Rio de Janeiro (Firjan) e dispon&iacute;vel para acesso na p&aacute;gina&nbsp;<\/span><a href=\"http:\/\/www.firjan.org.br\/quantocusta\" target=\"_blank\">www.firjan.org.br\/quantocusta<\/a><span>.<\/span><\/p>\n<p><span>A economista Tatiana Lauria, especialista em Competitividade Industrial e Investimentos do Sistema Firjan, disse que com a entrada em vigor, no in&iacute;cio de janeiro, do sistema &nbsp;de bandeiras tarif&aacute;rias autorizado pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel), o custo m&eacute;dio da energia el&eacute;trica para a ind&uacute;stria brasileira passou &nbsp;de R$ 360,85 por megawatt-hora (MWh) para R$ 402,26 por MWh. O valor do custo m&eacute;dio inclui o reajuste de 0,9% da distribuidora Eletropaulo, referente &agrave; revis&atilde;o tarif&aacute;ria de julho de 2014 da distribuidora, autorizado pela Justi&ccedil;a.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;O que chama mais a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; essa virada que teve de dezembro para janeiro. O que est&aacute; embutido a&iacute; &eacute; o custo da entrada do sistema de bandeiras tarif&aacute;rias. Foi esse sistema &nbsp;que trouxe esse novo valor&rdquo;, disse Tatiana. Por isso, sinalizou a necessidade de que sejam adotadas medidas estruturais que tornem de novo competitivo o custo de energia para a ind&uacute;stria nacional, inclusive em termos internacionais. &ldquo;Quando a ind&uacute;stria tem que lidar com esse valor elevado de energia e competir com outras ind&uacute;strias no mercado externo em que seus concorrentes t&ecirc;m esse fator de produ&ccedil;&atilde;o mais barato, ela sai perdendo&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span>Entre essas medidas estruturais, citou a desonera&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria, em especial o Imposto sobre Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias (ICMS); o fim do atraso &nbsp;de funcionamento de usinas, &ldquo;que tamb&eacute;m encarece (o custo da energia)&rdquo;; maior participa&ccedil;&atilde;o de fontes t&eacute;rmicas mais baratas e seguras, como a nuclear e a &nbsp;t&eacute;rmica a carv&atilde;o, dentro da matriz energ&eacute;tica. A especialista da Firjan ressaltou, entretanto, que a sociedade deve participar de todas as discuss&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>Com esse aumento de 11,5% do custo m&eacute;dio da energia el&eacute;trica para a ind&uacute;stria, o Brasil passou da oitava para a sexta posi&ccedil;&atilde;o no ranking de 28 pa&iacute;ses que apresentam as mais altas tarifas m&eacute;dias industriais de energia. A lideran&ccedil;a &eacute; exercida pela &Iacute;ndia, cujo custo atinge R$ 596,96 por MWh. &ldquo;Energia tem que estar na pauta do governo&rdquo;, destacou Tatiana. &Eacute;, segundo acentuou, fator primordial para a competitividade da ind&uacute;stria nacional, &ldquo;porque vai impactar diretamente na produtividade do Pa&iacute;s, na gera&ccedil;&atilde;o de renda e de empregos. Essas medidas estruturais precisam &nbsp;estar na pauta da pol&iacute;tica energ&eacute;tica do governo&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span>A economista deixou claro que as ind&uacute;strias n&atilde;o s&atilde;o contra o sistema de bandeiras tarif&aacute;rias. A preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; com a tend&ecirc;ncia de aumento desse pre&ccedil;o. Estudo feito pela Firjan estima que de 2013 para 2016, o custo da energia para a ind&uacute;stria vai aumentar em 87,6%. &ldquo;&Eacute; um impacto muito grande para os custos produtivos da ind&uacute;stria. Por isso, a preocupa&ccedil;&atilde;o com as medidas estruturais para que o pre&ccedil;o possa ser naturalmente sustent&aacute;vel, possa cair e garantir a competitividade &agrave; atividade industrial&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span>O ranking estadual mostra que o Par&aacute; permanece na lideran&ccedil;a entre as tarifas m&eacute;dias industriais de energia el&eacute;trica, com custo de R$ 548,88, seguido do Maranh&atilde;o (R$ 487,34) e do Tocantins (R$ 484,99). O Estado do Rio de Janeiro aparece na s&eacute;tima coloca&ccedil;&atilde;o, com custo m&eacute;dio de R$ 460,82, enquanto S&atilde;o Paulo mant&eacute;m a 18&ordf; posi&ccedil;&atilde;o, com tarifa m&eacute;dia de energia para a ind&uacute;stria de R$ 381,01.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O custo m&eacute;dio da energia para a ind&uacute;stria brasileira aumentou 11,5% este m&ecirc;s, de acordo com o estudo Quanto custa a energia el&eacute;trica para a ind&uacute;stria do Brasil?, divulgado na &uacute;ltima sexta-feira (9), pela Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do estado do Rio de Janeiro (Firjan) e dispon&iacute;vel para acesso na p&aacute;gina&nbsp;www.firjan.org.br\/quantocusta. 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