{"id":17887,"date":"2015-06-12T15:29:00","date_gmt":"2015-06-12T19:29:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3451","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17887","title":{"rendered":"Em: 12\/06\/2015 &agrave;s 15:29h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>Relat&oacute;rio mundial sobre bioenergia e sustentabilidade, coordenado por cientistas brasileiros, diz que n&atilde;o h&aacute; falta de terras no planeta para a produ&ccedil;&atilde;o de bioenergia. O estudo, desenvolvido por 137 especialistas de 24 pa&iacute;ses, mostra tamb&eacute;m que a expans&atilde;o de &aacute;reas destinadas a fontes de energia renov&aacute;veis n&atilde;o coloca em risco a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos, pelo contr&aacute;rio, pode ajudar a desenvolver a agricultura.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O trabalho, que teve seu segundo lan&ccedil;amento na quinta(11), foi coordenado por cientistas ligados aos programas da Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Pesquisa do Estado de S&atilde;o Paulo (Fapesp) e teve apoio da pr&oacute;pria funda&ccedil;&atilde;o e do Comit&ecirc; Cient&iacute;fico para Problemas do Ambiente (Scope, na sigla em ingl&ecirc;s) e da ag&ecirc;ncia intergovernamental respons&aacute;vel pela iniciativa, associada &agrave; Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Educa&ccedil;&atilde;o, a Ci&ecirc;ncia e a Cultura (Unesco). Foi a primeira vez, em 72 edi&ccedil;&otilde;es, que o Brasil coordenou as pequisas.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O estudo concluiu que existe terra suficiente no mundo para uma contribui&ccedil;&atilde;o significativa de bioenergia em uma matriz energ&eacute;tica mundial sustent&aacute;vel. Ressalva tamb&eacute;m que essa contribui&ccedil;&atilde;o pode chegar a ser um quarto da energia utilizada no mundo em 2050, disse a coordenadora-geral da pesquisa, Glaucia Mendes Souza, da Fapesp. Hoje, a participa&ccedil;&atilde;o da bioenergia &eacute; de aproximadamente 10% na matriz energ&eacute;tica mundial.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>De acordo com a pesquisa, entre as regi&otilde;es onde h&aacute; mais terras para desenvolvimento da bioenergia est&atilde;o a &Aacute;frica e a Am&eacute;rica do Sul. &ldquo;O Brasil tem um papel enorme para produ&ccedil;&atilde;o de biomassa, e &eacute; uma grande oportunidade para a gente. Temos que desenvolver aqui as tecnologias para modificar a biomassa, para que ela possa gerar todos esses produtos de uma maneira sustent&aacute;vel&rdquo;, destacou Glaucia.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo o estudo, a expans&atilde;o de &aacute;reas destinadas a fontes de energia renov&aacute;veis n&atilde;o colocar&aacute; em risco a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos. N&atilde;o existe nenhuma evid&ecirc;ncia de que tenha acontecido substitui&ccedil;&atilde;o de alimentos na agricultura pela produ&ccedil;&atilde;o de bioenergia no mundo, segundo a pesquisadora. O maior problema da fome, segundo ela, &#8220;&eacute; falta de dinheiro para comprar comida. N&atilde;o &eacute; falta de comida&rdquo;.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>(Paran&aacute; Online)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relat&oacute;rio mundial sobre bioenergia e sustentabilidade, coordenado por cientistas brasileiros, diz que n&atilde;o h&aacute; falta de terras no planeta para a produ&ccedil;&atilde;o de bioenergia. 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