{"id":17885,"date":"2015-06-12T15:28:00","date_gmt":"2015-06-12T19:28:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3447","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17885","title":{"rendered":"Em: 12\/06\/2015 &agrave;s 15:28h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>Fundada por executivos renomados do setor el&eacute;trico, a Companhia Positiva de Energia est&aacute; preparando sua estreia para o leil&atilde;o A-3, marcado para 21 de agosto. A empresa inscreveu, em conjunto com a Diferencial, projeto de expans&atilde;o da t&eacute;rmica de Linhares. Conhecidos como Linhares 2 e 3, totalizando 300 MW, ser&atilde;o movidos a g&aacute;s natural. O empreendimento j&aacute; tem licenciamento ambiental e agora tentar assegurar o fornecimento de combust&iacute;vel.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O objetivo &eacute; usar g&aacute;s natural liquefeito importado. Para tanto, os empreendedores est&atilde;o tentando assegurar o fornecimento do combust&iacute;vel e a log&iacute;stica de entrega. &#8220;No nosso caso, o primeiro agente que estamos conversando &eacute; a BR Distribuidora, respons&aacute;vel pela distribui&ccedil;&atilde;o de g&aacute;s. Estamos trabalhando com muito afinco para tentar materializar esse suprimento para Linhares 2 ou 3&#8221;, contou Eduardo Karrer, s&oacute;cio fundador da Positiva, em entrevista &agrave; Ag&ecirc;ncia CanalEnergia.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O sucesso no leil&atilde;o ser&aacute; a primeira investida depois do an&uacute;ncio esta semana do suporte de capital do Barclays Natural Resource Investments, divis&atilde;o de private equity de recursos naturais do banco ingl&ecirc;s. O an&uacute;ncio caracteriza a entrada da divis&atilde;o no Brasil. O aporte de capital ser&aacute; feito a medida da necessidade da Positiva para investimentos. Com isso, o Barclays aumentar&aacute; a participa&ccedil;&atilde;o no capital social da empresa brasileira, atualmente em 0%, conforme a entrada de recursos.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&#8220;A participa&ccedil;&atilde;o [do Barclays na Positiva] depende de quanto vai desembolsar na medida da necessidade [da empresa]. Isto em equity n&atilde;o em d&iacute;vida&#8221;, explicou Leandro Cunha, diretor financeiro da Positiva, acrescentando que a opera&ccedil;&atilde;o &eacute; conhecida como equity commitment. &#8220;O Barclays &eacute; nosso parceiro para crescer no setor el&eacute;trico brasileiro&#8221;, completou Karrer. E os planos da empresa n&atilde;o s&atilde;o pequenos. A Positiva pretende formar um robusto portf&oacute;lio em t&eacute;rmicas a g&aacute;s natural e biomassa florestal.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Al&eacute;m disso, a empresa n&atilde;o descarta no futuro investimentos em energia solar. &#8220;Temos que olhar para o futuro de curto prazo, a solar &eacute; realmente uma das vertentes. N&atilde;o queremos diversificar nossos esfor&ccedil;os. Mas a solar temos que olhar. E estamos olhando tanto no leil&atilde;o de reserva como gera&ccedil;&atilde;o distribu&iacute;da&#8221;, ponderou Xisto Vieira Filho, s&oacute;cio da Positiva.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>No caso da biomassa, a empresa j&aacute; trabalha no licenciamento de dois projetos com 55 MW de capacidade instalada, cada. &#8220;Estamos buscando projetos na regi&atilde;o Sudeste. E estamos olhando a regi&atilde;o Sul. Buscamos ativos florestais de primeira linha&#8221;, revelou Karrer. Ele adiantou que a empresa est&aacute; fazendo, no momento, &#8220;o ajuste fino do n&uacute;mero de projetos&#8221;. &#8220;Vamos trabalhar dentro do conceito de portf&oacute;lio. N&atilde;o vamos fazer um ou dois projetos. Vamos fazer um portf&oacute;lio que vai ter uma materialidade de pot&ecirc;ncia instalada. Vai ser substancial&#8221;, avisou.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Em Linhares, j&aacute; h&aacute; uma fase 4 projetada, com 700 MW, o que levar&aacute; esse complexo para 1 GW. &#8220;N&oacute;s estamos perseguindo mais um ou dois projetos a g&aacute;s nas regi&otilde;es Sudeste e Nordeste, com pot&ecirc;ncia significativa que justifiquem tamb&eacute;m a importa&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria de GNL&#8221;, apontou o executivo. Os s&oacute;cios da Positiva enxergam as oportunidades de investimentos, que se apresentam no setor. Segundo Karrer, independente dos desequil&iacute;brios de curto prazo, o setor vai continuar precisando investir em t&eacute;rmicas mais baratas, que desloquem as com custo maior de gera&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&#8220;Vamos continuar apostando em projetos eficientes. Melhorar ou baratear o custo do mix t&eacute;rmico do Brasil &eacute; um trabalho para os pr&oacute;ximos cinco anos&#8221;, avaliou o s&oacute;cio da Positiva. Vieira Filho disse que as mudan&ccedil;as apontadas pelo governo, principalmente, a flexibiliza&ccedil;&atilde;o do prazo dos contratos de g&aacute;s, s&atilde;o positivas para os investidores. &#8220;Os pre&ccedil;os-tetos tem melhorado. Tem havido interesse de agentes privados&#8221;, observou ele, acrescentando que o pre&ccedil;o do A-3 deve ser igual ou maior do que o registrado no &uacute;ltimo A-5.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Em rela&ccedil;&atilde;o aos financiamentos, os executivos esperam ver os fornecedores de equipamentos mais pr&oacute;ximos dos empreendedores para viabilizar os projetos. &#8220;Uma fonte importante &eacute; negociar parceria com os fabricantes de equipamentos, que podem ajudar nessa nova estrutura&ccedil;&atilde;o financeira dos empreendimentos&#8221;, sugeriu Karrer, que disse que j&aacute; est&aacute; conversando com fabricantes para fornecimento para a expans&atilde;o de Linhares, que est&aacute; inscrita no A-3.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>(Canal Energia)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fundada por executivos renomados do setor el&eacute;trico, a Companhia Positiva de Energia est&aacute; preparando sua estreia para o leil&atilde;o A-3, marcado para 21 de agosto. 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