{"id":17772,"date":"2015-06-11T16:08:00","date_gmt":"2015-06-11T20:08:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3443","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17772","title":{"rendered":"Em: 11\/06\/2015 &agrave;s 16:08h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>O Banco Mundial (Bird) reduziu de forma dr&aacute;stica a proje&ccedil;&atilde;o para o crescimento da economia brasileira em 2015. Segundo o &uacute;ltimo relat&oacute;rio do &oacute;rg&atilde;o, divulgado nesta ter&ccedil;a-feira (10), o Produto Interno Bruto (PIB) deve encolher 1,3% este ano &ndash; uma redu&ccedil;&atilde;o de 2,3 pontos percentuais (p.p) frente a &uacute;ltima proje&ccedil;&atilde;o, feita em janeiro, que previa um avan&ccedil;o de 1%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A proje&ccedil;&atilde;o se aproxima &agrave; do Fundo Monet&aacute;rio Internacional (FMI), que prev&ecirc; uma contra&ccedil;&atilde;o de 1% da economia para 2015, que tamb&eacute;m foi revisada para baixo. Em janeiro, o &oacute;rg&atilde;o dava conta de um crescimento de 0,3%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para 2016, o Bird tamb&eacute;m reduziu em 1,4 ponto percentual a previs&atilde;o de crescimento do Brasil, para 1,1%. Em 2017, o Bird projeta que o pa&iacute;s vai crescer 2% &ndash; 0,7 ponto percentual a menos do que previa em seu &uacute;ltimo relat&oacute;rio.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo o Bird, a revis&atilde;o do PIB brasileiro deve-se a gargalos na oferta, &agrave; estiagem e a uma piora nos investimentos e na confian&ccedil;a do consumidor, ao passo que &#8220;investiga&ccedil;&otilde;es em andamento parecem ter um impacto maior que o esperado sobre o crescimento&#8221;.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&#8220;No Brasil, a atividade [econ&ocirc;mica] enfraqueceu no primeiro trimestre de 2015 enquanto a confian&ccedil;a caiu ainda mais, principalmente devido a um esc&acirc;ndalo de corrup&ccedil;&atilde;o e a reajustes nos pre&ccedil;os da eletricidade ap&oacute;s a seca, enquanto gargalos de infraestrutura e pol&iacute;ticas c&iacute;clicas continuam a pesar no crescimento&#8221;, conclui o banco.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Apesar dos investimentos associados &agrave; Copa do Mundo de 2014, a economia brasileira estagnou, diz o relat&oacute;rio. &#8220;As incertezas eleitorais em torno das elei&ccedil;&otilde;es presidenciais, um esc&acirc;ndalo de corrup&ccedil;&atilde;o, d&eacute;ficits fiscais maiores, o desaquecimento da China, a acelera&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o, o apetrto monet&aacute;rio e pre&ccedil;os menores nas exporta&ccedil;&otilde;es (ferro e soja) contribu&iacute;ram para a queda no consumo e da confian&ccedil;a&#8221;.,<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O banco tamb&eacute;m destacou que a infla&ccedil;&atilde;o subiu como resultado da desvaloriza&ccedil;&atilde;o do real, um aumento nos pre&ccedil;os regulados, uma piora no mercado de trabalho e uma seca prolongada que levou a uma escassez na oferta de energia, ao passo que os n&iacute;veis das hidrel&eacute;tricas atingiram n&iacute;veis baix&iacute;ssimos.<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>Am&eacute;rica Latina tamb&eacute;m deve crescer menos<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>O Banco Mundial tamb&eacute;m cortou em 1,3 ponto percentual o crescimento da Am&eacute;rica Latina para 2015, esperado em 0,4%. Segundo o banco, a confian&ccedil;a continua fr&aacute;gil e a atividade desaqueceu no M&eacute;xico, como resultado de um corte nos pre&ccedil;os do petr&oacute;leo.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para o sul do continente, o &oacute;rg&atilde;o projeta retra&ccedil;&atilde;o. &#8220;A Am&eacute;rica do Sul deve encolher em 2015, uma vez que os baixos pre&ccedil;os das commodities devem persistir, a consolida&ccedil;&atilde;o fiscal continua priorit&aacute;ria e a confian&ccedil;a do investidor continua fraca&#8221;, diz.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para o per&iacute;do de 2016 e 2017, o Bird espera que o crescimento na Am&eacute;rica Latina seja de 2,4%, na m&eacute;dia, ao passo que a Am&eacute;rica do Sul deve sair da recess&atilde;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>Economia mundial crescer&aacute; menos que o esperado<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>O &oacute;rg&atilde;o tamb&eacute;m reduziu em 0,2 ponto percentual a proje&ccedil;&atilde;o de crescimento mundial em 2015, para 2,8%. Esse corte deve-se, principalmente, aos desafios enfrentados pelos pa&iacute;ses emergentes, diz o Bird.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Entre os principais problemas que esses pa&iacute;ses devem enfrentar destacam-se custos de financiamento mais altos, &#8220;&agrave; medida que se adaptam a uma nova era de baixos pre&ccedil;os de petr&oacute;leo e de outros principais produtos de base&#8221;, resultando em 2015 no quarto ano seguido de crescimento decepcionante.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;Os pa&iacute;ses em desenvolvimento foram um motor do crescimento global ap&oacute;s a crise financeira, mas neste momento enfrentam um ambiente econ&oacute;mico bastante dif&iacute;cil,&rdquo; afirmou o Presidente do Grupo do Banco Mundial, Jim Yong Kim.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo Kim, melhorias no ambiente de neg&oacute;cio e gera&ccedil;&atilde;o de emprego por melhor infraestrutura podem fortelecer esses pa&iacute;ses nos pr&oacute;ximos anos. &#8220;Estes tipos de investimentos ajudar&atilde;o centenas de milh&otilde;es de pessoas a sair da pobreza&rdquo;, disse no relat&oacute;rio.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>(G1)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Banco Mundial (Bird) reduziu de forma dr&aacute;stica a proje&ccedil;&atilde;o para o crescimento da economia brasileira em 2015. 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