{"id":17767,"date":"2015-06-11T16:06:00","date_gmt":"2015-06-11T20:06:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3438","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17767","title":{"rendered":"Em: 11\/06\/2015 &agrave;s 16:06h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>Os n&uacute;meros preocupantes da economia est&atilde;o na cabe&ccedil;a de todo mundo. A infla&ccedil;&atilde;o oficial veio na quarta-feira (10) acima das previs&otilde;es e a energia foi o que mais encareceu. A conta de luz anda assustando em casa e nas empresas.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O pequeno com&eacute;rcio n&atilde;o come&ccedil;ou a repassar esse custo maior para os produtos e servi&ccedil;os com medo de perder clientes. Por mais que todo mundo economize, a conta de luz est&aacute; sempre mais alta. A tarifa est&aacute; subindo mais do que a capacidade de adapta&ccedil;&atilde;o dos consumidores.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Se voc&ecirc; mora em pr&eacute;dio, o aumento da conta de luz pesa dobrado no bolso. Tem o reajuste dentro de casa e o da mensalidade do condom&iacute;nio, que usa energia nos elevadores, na garagem e para iluminar as &aacute;reas comuns. Um levantamento feito em S&atilde;o Paulo mostrou que 85% dos edif&iacute;cios residenciais est&atilde;o pagando mais por isso.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Antes do reajuste, os moradores de um condom&iacute;nio da Zona Oeste dividiam uma conta de R$ 6 mil. Agora, o valor subiu para R$ 10 mil, e o s&iacute;ndico est&aacute; fazendo o que pode para tentar baixar um pouco. &ldquo;Troca de l&acirc;mpadas por LEDs, que consomem muito menos. Se n&atilde;o tiver uma caixa de luz bem revisada vai gerar um consumo maior, ent&atilde;o a gente procura fazer isso&rdquo;, afirma Aldo Antonio Busuletti.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Mas tem gente que n&atilde;o tem o que desligar. Sabe aquela escova perfeita de sal&atilde;o? Pois &eacute;, s&oacute; com secador muito potente. O corte de cabelo do Cristiano Ronaldo precisa de maquininha. E se a &aacute;gua do chuveirinho estiver fria, o cliente reclama. Tem ainda a secadora de toalhas, a m&aacute;quina que esteriliza alicates. A conta do sal&atilde;o da Regina C&eacute;lia Fernandes passou de R$ 300 para R$ 500. &ldquo;N&oacute;s n&atilde;o podemos reajustar para os clientes. O pessoal reclama muito ne? Voc&ecirc; n&atilde;o pode nem acrescentar R$ 5. Porque as pessoas falam assim: &lsquo;Ent&atilde;o vou fazer na minha casa&rsquo;&rdquo;, afirma a cabeleireira.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Na vizinhan&ccedil;a est&aacute; todo mundo reclamando. Uma lanchonete que abre 6h e s&oacute; fecha de madrugada sempre consumiu muita energia. Mas tomaram um susto, porque em mar&ccedil;o pagaram R$ 1.041, e a conta de abril subiu para R$ 1.457.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Por enquanto quem est&aacute; bancando essa diferen&ccedil;a &eacute; o dono, porque ele acha que n&atilde;o &eacute; a hora de aumentar pre&ccedil;o n&atilde;o. O que eles t&ecirc;m feito para diminuir um pouco o preju&iacute;zo &eacute; &ndash; pelo menos durante o per&iacute;odo mais fresco- desligar uma das geladeiras durante o dia.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Eles ainda n&atilde;o receberam a conta do m&ecirc;s passado, mas calculam que, mesmo economizando, ainda v&atilde;o pagar caro. A d&uacute;vida &eacute; at&eacute; quando v&atilde;o conseguir segurar o aumento sozinhos, sem aumentar o pre&ccedil;o da coxinha, por exemplo.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O economista Rafael Le&atilde;o diz que os comerciantes est&atilde;o ficando sem sa&iacute;da. &ldquo;Chega um momento, em alguns casos, que acaba sendo inevit&aacute;vel at&eacute; para manter o pr&oacute;prio neg&oacute;cio, voc&ecirc; n&atilde;o consegue absorver todo o aumento de custo que voc&ecirc; tem. Ent&atilde;o muitas vezes o empres&aacute;rio acaba tendo que repassar, se n&atilde;o integralmente, uma grande parte desse aumento dos custos. Mas &eacute; muito dif&iacute;cil em um momento em que a gente est&aacute; com uma economia estagnada, praticamente em recess&atilde;o, e isso dificulta um pouco esse repasse&rdquo;, diz.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Ou seja, quando todo mundo resolver repassar os aumentos da energia para os pre&ccedil;os dos produtos e servi&ccedil;os, o custo de vida vai subir ainda mais para todo mundo.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O brasileiro vem sentindo no bolso que o sal&aacute;rio est&aacute; cada vez mais curto. Em maio, o IPCA &#8211; que mede a infla&ccedil;&atilde;o oficial &#8211; ficou em 0,74%, bem acima de todas as previs&otilde;es. &Eacute; a maior taxa para o m&ecirc;s desde 2008.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>No ano, a infla&ccedil;&atilde;o bateu os 5,34%, e nos &uacute;ltimos 12 meses o IPCA vem subindo m&ecirc;s a m&ecirc;s e fechou em 8,47%. &Eacute; a infla&ccedil;&atilde;o mais alta dos &uacute;ltimos 12 anos.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>(G1)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os n&uacute;meros preocupantes da economia est&atilde;o na cabe&ccedil;a de todo mundo. A infla&ccedil;&atilde;o oficial veio na quarta-feira (10) acima das previs&otilde;es e a energia foi o que mais encareceu. A conta de luz anda assustando em casa e nas empresas. 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