{"id":17728,"date":"2015-06-10T14:48:00","date_gmt":"2015-06-10T18:48:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3428","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17728","title":{"rendered":"Em: 10\/06\/2015 &agrave;s 14:48h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>A GE lan&ccedil;ou nesta ter&ccedil;a-feira, 9 de junho, no seu Centro Tecnol&oacute;gico na Ilha do Fund&atilde;o, no Rio de Janeiro (RJ), para o mercado brasileiro, a linha de turbinas GE 7HA para termel&eacute;tricas movidas a g&aacute;s natural. Com pot&ecirc;ncia entre 275 MW e 337 MW, as novas turbinas trazem um novo conceito de efici&ecirc;ncia para a opera&ccedil;&atilde;o. Uma turbina 7HA acionada atinge a capacidade plena de gera&ccedil;&atilde;o em at&eacute; 15 minutos. As turbinas em opera&ccedil;&atilde;o atualmente levam em m&eacute;dia 12 horas. De acordo com Daniel Meiuk, gerente geral da Divis&atilde;o Power Generation Products da GE para a Am&eacute;rica do Sul, a sinaliza&ccedil;&atilde;o feita pelo governo de aumento da participa&ccedil;&atilde;o da fonte t&eacute;rmica na matriz pode render frutos para a empresa. &#8220;O cen&aacute;rio de energia no Brasil vem mudando rapidamente. Vemos isso como uma boa oportunidade&#8221;, explica. Com um n&iacute;vel de confian&ccedil;a. Ela traz um uso mais eficiente do espa&ccedil;o na planta, do capital investido e do combust&iacute;vel.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O primeiro cliente no Brasil que vai adotar as turbinas &eacute; o Grupo Bolognesi, nas termel&eacute;tricas Rio Grande (RS &#8211; 1.200 MW) e Novo Tempo (PE &#8211; 1.200 MW), que foram viabilizadas no leil&atilde;o A-5 de 2014 e devem entrar em opera&ccedil;&atilde;o em 2018. A GE tamb&eacute;m faz parte do cons&oacute;rcio construtor das usinas, que tamb&eacute;m tem a Duro Felguera. No mundo, est&atilde;o em negocia&ccedil;&otilde;es 53 unidades da nova linha HA. Nos Estados Unidos, foram 22 pedidos, Jap&atilde;o e Reino Unido, tem sete cada um e o Brasil vem com seis. A nova tecnologia pode reduzir as emiss&otilde;es de CO2 em mais de 40 milh&otilde;es de toneladas, o que seria como retirar de circula&ccedil;&atilde;o cerca de 8 milh&otilde;es de carros.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Operando em ciclo combinado, uma usina com a turbina 7HA tem efici&ecirc;ncia superior a 60% enquanto a m&eacute;dia das outras t&eacute;rmicas fica em 40%. Uma planta de 1.000 MW que use o equipamento pode ter uma economia de US$ 5 milh&otilde;es por ano na redu&ccedil;&atilde;o de combust&iacute;veis. Outro aspecto &eacute; que o resfriamento do equipamento &eacute; feito a ar, o que poupa &aacute;gua para o processo. Ainda em testes, a primeira usina com a turbina a entrar em opera&ccedil;&atilde;o comercial no mundo ser&aacute; em uma planta da EDF na Fran&ccedil;a, no fim do primeiro trimestre de 2016. As turbinas tamb&eacute;m s&atilde;o oferecidas em sistema de 50Hz e 60Hz.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo Meiuk, apesar da boa expectativa, o &ecirc;xito de projetos t&eacute;rmicos nos pr&oacute;ximos certames vai depender das regras que ser&atilde;o adotadas pelo governo federal. Para ele, a combina&ccedil;&atilde;o alta efici&ecirc;ncia e grande capacidade na rela&ccedil;&atilde;o d&oacute;lar por quilowatt instalado ser&aacute; preponderante para vencer um leil&atilde;o. &#8220;Queremos colocar a nossa tecnologia para todos os empreendedores que estiverem competindo nos leil&otilde;es. Por isso temos falado com todos, o equipamento &eacute; um diferencial&#8221;, revela.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O executivo acredita que as usinas flex&iacute;veis, movidas a diesel, ser&atilde;o naturalmente ao longo do tempo substitu&iacute;das indiretamente por plantas a g&aacute;s, uma vez que elas t&ecirc;m um custo muito alto. A flexibilidade da 7HA pode deixar usinas em vantagem no despacho. &#8220;Aos poucos vai haver esse processo e essas t&eacute;rmicas de alta efici&ecirc;ncia v&atilde;o ser muito competitivas na ordem de despacho do Operador Nacional do Sistema El&eacute;trico&#8221;, observa.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A GE lan&ccedil;ou nesta ter&ccedil;a-feira, 9 de junho, no seu Centro Tecnol&oacute;gico na Ilha do Fund&atilde;o, no Rio de Janeiro (RJ), para o mercado brasileiro, a linha de turbinas GE 7HA para termel&eacute;tricas movidas a g&aacute;s natural. 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