{"id":17724,"date":"2015-06-10T14:47:00","date_gmt":"2015-06-10T18:47:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3424","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17724","title":{"rendered":"Em: 10\/06\/2015 &agrave;s 14:47h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>A valoriza&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar diante do real, que encareceu os insumos importados, e a alta dos pre&ccedil;os da energia puxaram o aumento de 0,8% nos custos da ind&uacute;stria brasileira nos primeiros tr&ecirc;s meses deste ano em rela&ccedil;&atilde;o ao &uacute;ltimo trimestre de 2014, segundo informou nesta quarta-feira (10) a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI).<\/div>\n<p><\/p>\n<div>No mesmo per&iacute;odo, os pre&ccedil;os dos produtos industrializados no mercado interno subiram 1,5%, o que permitiu a recomposi&ccedil;&atilde;o das margens de lucro das empresas.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Na compara&ccedil;&atilde;o com o primeiro trimestre do ano passado, o indicador de custos industriais teve alta de 3%, enquanto que os pre&ccedil;os dos manufaturados aumentaram 4%.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O Indicador de Custos Industriais &eacute; formado pelo custo tribut&aacute;rio, pelo custo de capital de giro e pelo custo de produ&ccedil;&atilde;o. No primeiro trimestre, o custo tribut&aacute;rio caiu 3,3%, o de capital de giro subiu 6%, e o de produ&ccedil;&atilde;o aumentou 1,8% em rela&ccedil;&atilde;o ao per&iacute;odo imediatamente anterior. O custo de produ&ccedil;&atilde;o &eacute; calculado a partir da evolu&ccedil;&atilde;o dos custos com energia, pessoal e bens intermedi&aacute;rios.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O custo com energia aumentou 8,7% nos primeiros tr&ecirc;s meses deste ano frente ao &uacute;ltimo trimestre de 2014. Na compara&ccedil;&atilde;o com o primeiro trimestre de 2015, houve alta de 28,4%. &nbsp;&#8220;Esse aumento foi resultado de uma expans&atilde;o de 36,1% no custo com energia el&eacute;trica e de 7,4% no custo com &oacute;leo combust&iacute;vel&#8221;, diz o estudo.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&#8220;O aumento no custo com energia el&eacute;trica no &uacute;ltimo ano mais do que compensou a redu&ccedil;&atilde;o verificada entre 2012 e 2013&#8221;, observa a CNI.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>C&acirc;mbio<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O custo de produ&ccedil;&atilde;o ainda sofreu os efeitos da desvaloriza&ccedil;&atilde;o do real, segundo a CNI. O custo dos bens intermedi&aacute;rios aumentou 1,4% no primeiro trimestre de 2015 em rela&ccedil;&atilde;o ao per&iacute;odo imediatamente anterior. Essa alta foi impulsionada pela eleva&ccedil;&atilde;o de 8,2% nos custos com produtos intermedi&aacute;rios importados.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O c&acirc;mbio tamb&eacute;m foi respons&aacute;vel pela eleva&ccedil;&atilde;o de 5,6% registrada no pre&ccedil;o dos produtos industrializados importados. &#8220;Como os custos industriais cresceram 0,8%, os produtos manufaturados brasileiros se tornaram mais competitivos&#8221;, avalia o estudo.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>(G1)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A valoriza&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar diante do real, que encareceu os insumos importados, e a alta dos pre&ccedil;os da energia puxaram o aumento de 0,8% nos custos da ind&uacute;stria brasileira nos primeiros tr&ecirc;s meses deste ano em rela&ccedil;&atilde;o ao &uacute;ltimo trimestre de 2014, segundo informou nesta quarta-feira (10) a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI). 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