{"id":17723,"date":"2015-06-10T14:47:00","date_gmt":"2015-06-10T18:47:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3423","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17723","title":{"rendered":"Em: 10\/06\/2015 &agrave;s 14:47h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>Depois de ceder no m&ecirc;s anterior, o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) variou 0,74% em maio, acima tanto de abril (0,71%) como de igual m&ecirc;s do ano passado (0,46%). Com isso, foi a 5,34% no acumulado de 2015, maior taxa para o per&iacute;odo desde 2003 &ndash; de janeiro a maio de 2014, somava 3,33%. Em 12 meses, o &iacute;ndice oficial de infla&ccedil;&atilde;o atinge 8,47%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo o IBGE, que divulgou os dados na manh&atilde; de hoje (10), a energia el&eacute;trica teve a maior contribui&ccedil;&atilde;o individual para a taxa do m&ecirc;s: a alta foi de 2,77%, o correspondente a 0,11 ponto percentual do &iacute;ndice geral do m&ecirc;s. &#8220;A energia constitui-se num dos principais itens na despesa das fam&iacute;lias, com participa&ccedil;&atilde;o de 3,89% na estrutura de pesos do IPCA&#8221;, diz o instituto.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Em algumas regi&otilde;es, o aumento nas contas foi superior a 10%. &#8220;Com a alta de maio e dos meses anteriores, o consumidor passou a pagar, neste ano, 41,94% a mais, em m&eacute;dia, pelo uso da energia, enquanto nos &uacute;ltimos doze meses as contas est&atilde;o 58,47% mais caras&#8221;, informa o IBGE.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Outros itens pressionaram a infla&ccedil;&atilde;o no m&ecirc;s passado. No grupo Habita&ccedil;&atilde;o, que inclui a energia el&eacute;trica, tamb&eacute;m subiram os pre&ccedil;os do g&aacute;s de botij&atilde;o (1,31%), da taxa de &aacute;gua e esgoto (1,23%), condom&iacute;nio (0,89%), aluguel residencial (0,66%) e artigos de limpeza (0,65%).<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O grupo Alimenta&ccedil;&atilde;o e Bebidas, importante no or&ccedil;amento familiar, subiu 1,37%, ante 0,97% em abril. O tomate, por exemplo, teve alta de 21,38% em maio e representou impacto de 0,07 na taxa geral. A cebola aumentou ainda mais, 35,59%, enquanto a cenoura subiu 15,90%. Alguns alimentos ca&iacute;ram de pre&ccedil;os, casos da mandioca (-5,09%), farinha de mandioca (-4,42%), feij&atilde;o carioca (-4,17%), ovos (-3,93%) e feij&atilde;o preto (-2,14%).<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O grupo com menor varia&ccedil;&atilde;o foi o de Transportes (-0,29%), com redu&ccedil;&atilde;o de 23,37% no item passagens a&eacute;reas.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Entre as regi&otilde;es metropolitanas, o maior &iacute;ndice foi apurado em Recife (1,51%), com altas de 2,32% nos alimentos, 12,20% na energia e 5,20% na gasolina. O menor foi o de Bras&iacute;lia (0,25%), sob impacto da queda de 23,72% nos pre&ccedil;os das passagens a&eacute;reas. Em S&atilde;o Paulo, o IPCA foi de 0,58% para 0,69%. No Rio de Janeiro, passou de 0,81% para 0,35%.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>INPC<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor (INPC) variou 0,99% em maio, ante 0,71% no m&ecirc;s anterior. Tamb&eacute;m ficou acima de maio de 2014 (0,60%). Com isso, foi a 5,99% no ano e a 8,76% em 12 meses.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de ceder no m&ecirc;s anterior, o &Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo (IPCA) variou 0,74% em maio, acima tanto de abril (0,71%) como de igual m&ecirc;s do ano passado (0,46%). 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