{"id":17711,"date":"2015-06-09T15:25:00","date_gmt":"2015-06-09T19:25:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3411","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17711","title":{"rendered":"Em: 09\/06\/2015 &agrave;s 15:25h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>O Senado aprovou nesta quarta-feira (3) dois acordos internacionais que criam o banco dos Brics, bloco formado por Brasil, R&uacute;ssia, &Iacute;ndia, China e &Aacute;frica do Sul, e liberam US$ 100 bilh&otilde;es para serem usados pelos pa&iacute;ses do bloco em casos emergenciais.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), acelerou a vota&ccedil;&atilde;o dos acordos porque estar&aacute; na R&uacute;ssia na semana que vem participando do F&oacute;rum Parlamentar dos Brics ao lado do presidente da C&acirc;mara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Os dois acordos seguem para promulga&ccedil;&atilde;o do Congresso. Para que o banco dos Brics se viabilize efetivamente, todos os pa&iacute;ses do bloco precisam aprovar a sua cria&ccedil;&atilde;o. O capital inicial do banco ser&aacute; de US$ 100 bilh&otilde;es.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;Os pa&iacute;ses [dos Brics] continuam enfrentando significativas dificuldades financeiras. Terei a satisfa&ccedil;&atilde;o de levar a Moscou a not&iacute;cia de aprova&ccedil;&atilde;o desses acordos&rdquo;, disse Renan.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Relator dos acordos no Senado, Delc&iacute;dio Amaral (PT-MS) disse que ser&atilde;o subscritos inicialmente US$ 50 bilh&otilde;es para o banco, dos quais 10% ser&atilde;o pagos em sete parcelas anuais. Pelo acordo, al&eacute;m dos pa&iacute;ses dos Brics, na&ccedil;&otilde;es que integram a ONU (Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas) tamb&eacute;m poder&atilde;o recorrer &agrave; institui&ccedil;&atilde;o financeira.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;O banco n&atilde;o vai permitir um montante desproporcional dos recursos sendo aplicado em um pa&iacute;s membro em detrimento dos outros&rdquo;, afirmou Delc&iacute;dio em defesa de sua cria&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>Reservas<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>O outro acordo prev&ecirc; o &ldquo;colch&atilde;o&rdquo; de US$ 100 bilh&otilde;es para os pa&iacute;ses dos Brics numa esp&eacute;cie de &ldquo;contingente de reservas&rdquo; para serem usados em casos emergenciais. Os membros dos Brics definiram esse valor ano passado, durante reuni&atilde;o em Washington, EUA. A ideia &eacute; ter uma fonte de recursos como alternativa ao FMI (Fundo Monet&aacute;rio Internacional).<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A China ter&aacute; a maior participa&ccedil;&atilde;o entre os membros, com repasse de US$ 41 bilh&otilde;es. R&uacute;ssia, &Iacute;ndia e Brasil contribuir&atilde;o com US$ 18 bilh&otilde;es e a &Aacute;frica do Sul, com US$ 5 bilh&otilde;es.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;Esse fundo de US$ 100 bilh&otilde;es cria uma colch&atilde;o, uma blindagem para proteger esses pa&iacute;ses. Ningu&eacute;m est&aacute; inventando a roda. Essa experi&ecirc;ncia j&aacute; tem sido usada em outros continentes, inclusive na &Aacute;sia. Os pa&iacute;ses que comp&otilde;em os Brics ficam protegidos de crises econ&ocirc;micas ou colapsos na economia mundial&rdquo;, afirmou Delc&iacute;dio.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Senado aprovou nesta quarta-feira (3) dois acordos internacionais que criam o banco dos Brics, bloco formado por Brasil, R&uacute;ssia, &Iacute;ndia, China e &Aacute;frica do Sul, e liberam US$ 100 bilh&otilde;es para serem usados pelos pa&iacute;ses do bloco em casos emergenciais. 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