{"id":17312,"date":"2015-05-19T15:57:00","date_gmt":"2015-05-19T19:57:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3293","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17312","title":{"rendered":"Em: 19\/05\/2015 &agrave;s 15:57h por"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G173.jpg\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P173.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><span>Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) ca&iacute;ram 24% no primeiro trimestre deste ano, em rela&ccedil;&atilde;o a igual per&iacute;odo do ano passado, totalizando R$ 33,3 bilh&otilde;es. A mesma tend&ecirc;ncia de queda foi observada nas consultas por financiamentos (-47%) e na aprova&ccedil;&atilde;o de projetos (-46%). Os n&uacute;meros foram divulgados hoje (14) pelo banco, que atribuiu boa parte dos resultados aos ajustes feitos na nova pol&iacute;tica operacional da institui&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo a assessoria de imprensa do BNDES, esses ajustes permitiram a redu&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima na Taxa de Juros de Longo Prazo (TJPL), hoje da ordem de 6% ao ano, visando a ampliar a presen&ccedil;a do mercado de capitais nos financiamentos de longo prazo ao setor produtivo. O &uacute;ltimo ajuste com essa finalidade havia sido feito em dezembro de 2014.<\/span><\/p>\n<p><span>Outro fator que contribuiu para a redu&ccedil;&atilde;o dos recursos liberados nos tr&ecirc;s primeiros meses do ano foi a revis&atilde;o do Programa de Sustenta&ccedil;&atilde;o do Investimento (BNDES PSI), que financia bens de capital com taxa fixa.<\/span><\/p>\n<p><span>Os desembolsos para projetos do programa tiveram retra&ccedil;&atilde;o de 18%. Apesar disso, o banco considerou o desempenho dentro do esperado. Em contrapartida, o desembolso por meio do Cart&atilde;o BNDES &ndash; para aquisi&ccedil;&atilde;o de m&aacute;quinas e equipamentos no portal eletr&ocirc;nico do banco, pelas micro, pequenas e m&eacute;dias empresas, cresceu 16%, alcan&ccedil;ando em torno de R$ 2,8 bilh&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>As libera&ccedil;&otilde;es para inova&ccedil;&atilde;o foram outro destaque, com alta de 9% no trimestre, atingindo R$ 1 bilh&atilde;o. Do total desembolsado no acumulado de janeiro a mar&ccedil;o deste ano, a maior parcela, equivalente a R$ 11,7 bilh&otilde;es, foi destinada &agrave; &aacute;rea de infraestrutura. Em seguida, v&ecirc;m a ind&uacute;stria (R$ 10,4 bilh&otilde;es), com&eacute;rcio e servi&ccedil;os (R$ 7,6 bilh&otilde;es) e agricultura (R$ 3,5 bilh&otilde;es).<\/span><\/p>\n<p><span>Para essas &aacute;reas, os recursos sofreram redu&ccedil;&atilde;o de, respectivamente, 25%, 17%, 34% e 13%, de acordo com o boletim de desempenho do banco.<\/span><\/p>\n<p><span>Para as micro, pequenas e m&eacute;dias empresas, os desembolsos no primeiro trimestre somaram R$ 10,2 bilh&otilde;es, com participa&ccedil;&atilde;o de 30,8% no total de recursos liberados no per&iacute;odo. Mesmo assim, houve redu&ccedil;&atilde;o em compara&ccedil;&atilde;o ao total liberado para o segmento no primeiro trimestre de 2014, R$ 15,2 bilh&otilde;es.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) ca&iacute;ram 24% no primeiro trimestre deste ano, em rela&ccedil;&atilde;o a igual per&iacute;odo do ano passado, totalizando R$ 33,3 bilh&otilde;es. A mesma tend&ecirc;ncia de queda foi observada nas consultas por financiamentos (-47%) e na aprova&ccedil;&atilde;o de projetos (-46%). 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