{"id":17299,"date":"2015-05-18T15:02:00","date_gmt":"2015-05-18T19:02:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3281","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17299","title":{"rendered":"Em: 18\/05\/2015 &agrave;s 15:02h por"},"content":{"rendered":"<p><span>Desde telas de TVs e smartphones at&eacute; artigos de decora&ccedil;&atilde;o, a diversidade de produtos e possibilidades de uso j&aacute; mostram que o LED veio para ficar. Mas n&atilde;o &eacute; apenas por ser vers&aacute;til que ele conquistou o cora&ccedil;&atilde;o das pessoas. Quando o assunto &eacute; economia, o LED representa uma grande arma, visto que suas l&acirc;mpadas s&atilde;o uma op&ccedil;&atilde;o com maior durabilidade, qualidade de ilumina&ccedil;&atilde;o e de economia no consumo de energia do que as j&aacute; existentes no mercado.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Ind&uacute;stria de Ilumina&ccedil;&atilde;o (Abilux), as l&acirc;mpadas de LED consomem 85% menos energia do que as incandescentes; 65% menos se comparadas &agrave;s fluorescentes compactas; 40% menos do que as fluorescentes tubulares comuns e 50% menos do que as de vapor de s&oacute;dio. Um dos motivos para este baixo consumo da LED se d&aacute; pelo fato de ela conseguir converter grande parte da energia el&eacute;trica em luz.<\/span><\/p>\n<p><span>O que acontece com as incandescentes, por exemplo, &eacute; que elas convertem apenas 5% a 10% da energia em luz. O restante, elas desperdi&ccedil;am em forma de calor (e por isto elas esquentam tanto). J&aacute; as LEDs conseguem converter 60%. Outro quesito em que o LED marca pontos positivos &eacute; a durabilidade: podem ficar acesas por 50 mil horas. Vale lembrar que as incandescentes s&oacute; funcionam por tr&ecirc;s a cinco mil horas e a fluorescente, por 10 mil horas.<\/span><\/p>\n<p><span>Apesar de ter adquirido uma l&acirc;mpada de LED h&aacute; pouco, a modelista Ver&ocirc;nica Couto, de 52 anos, aprovou o produto. &ldquo;A qualidade da ilumina&ccedil;&atilde;o &eacute; muito boa. Eu troquei apenas a de um c&ocirc;modo da minha casa, mas pretendo mudar a dos outros em breve, porque a economia na conta vale a pena&rdquo;, declarou. Para ela, o &uacute;nico ponto negativo das l&acirc;mpadas de LED &eacute; o pre&ccedil;o. &ldquo;J&aacute; melhorou bastante, pois vi que estava R$ 80 h&aacute; pouco tempo e comprei a minha por R$ 30. Mas mesmo assim ainda &eacute; um cara se comparada &agrave;s outras&rdquo;, explicou.<\/span><\/p>\n<p><span>Uma pesquisa em uma loja online mostra que, de fato, as LEDs ainda ficam atr&aacute;s no pre&ccedil;o. Enquanto o valor da l&acirc;mpada incandescente varia de R$ 1,44 a R$ 4,01 e a fluorescente compacta de R$ 4,77 a R$ 39,82, a LED tem a op&ccedil;&atilde;o mais barata por R$ 18,20 e a mais cara pode chegar a R$ 138,25. E talvez o elevado pre&ccedil;o seja o respons&aacute;vel pela LED ser uma das l&acirc;mpadas menos presentes em resid&ecirc;ncias brasileiras.<\/span><\/p>\n<p><span>De acordo com um levantamento feito pela Abilux, em 2014 foram compradas 20 milh&otilde;es de l&acirc;mpadas de LED, ficando atr&aacute;s das 150 milh&otilde;es de incandescentes e das 250 milh&otilde;es de fluorescentes compactas vendidas. A LED s&oacute; ficou na frente das de s&oacute;dio e vapor met&aacute;lico, que venderam apenas 11 milh&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>(Uol)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde telas de TVs e smartphones at&eacute; artigos de decora&ccedil;&atilde;o, a diversidade de produtos e possibilidades de uso j&aacute; mostram que o LED veio para ficar. Mas n&atilde;o &eacute; apenas por ser vers&aacute;til que ele conquistou o cora&ccedil;&atilde;o das pessoas. 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