{"id":17298,"date":"2015-05-18T15:02:00","date_gmt":"2015-05-18T19:02:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3280","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17298","title":{"rendered":"Em: 18\/05\/2015 &agrave;s 15:02h por"},"content":{"rendered":"<p><span>Depois dos aumentos que entraram em vigor este ano, a ind&uacute;stria brasileira passou a ter a energia mais cara entre os 28 pa&iacute;ses que fazem parte do estudo Quanto Custa a Energia El&eacute;trica, realizado pela Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). O megawatt-hora (MWh) custa, em m&eacute;dia, R$ 543,90 para o setor no Brasil, sendo superior em 111,2% a m&eacute;dia do pre&ccedil;o cobrado pelas na&ccedil;&otilde;es citadas no levantamento. Das f&aacute;bricas de pl&aacute;stico &agrave;s que produzem alum&iacute;nio, todas est&atilde;o se adequando &agrave; nova realidade.<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;De janeiro a mar&ccedil;o, ocorreu um aumento de 9% na conta de energia, que corresponde a 30% dos nossos custos. Ainda n&atilde;o sentimos o &uacute;ltimo aumento que chegar&aacute; com a conta deste m&ecirc;s. Por enquanto, a solu&ccedil;&atilde;o foi diminuir a margem de lucro. N&atilde;o conseguimos repassar isso para os clientes por causa da crise&rdquo;, conta o presidente do Sindicato da Ind&uacute;stria de Material Pl&aacute;stico do Estado de Pernambuco, Walter C&acirc;mara. Ele dirige uma f&aacute;brica instalada em Jaboat&atilde;o dos Guararapes, no Grande Recife, e alega que n&atilde;o h&aacute; mais como reduzir o consumo porque j&aacute; &ldquo;fez o dever de casa com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span>O problema da energia, segundo ele, n&atilde;o est&aacute; apenas no pre&ccedil;o. &ldquo;Os equipamentos s&atilde;o sens&iacute;veis &agrave;s oscila&ccedil;&otilde;es de energia que s&atilde;o constantes, chegando a deslig&aacute;-los. Isso significa reiniciar todo o processo, o que implica em uma a duas horas de paralisa&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m da perda da mat&eacute;ria-prima que estava no maquin&aacute;rio&rdquo;, afirma.<\/span><br \/><span>Algumas empresas do setor de pl&aacute;stico est&atilde;o diminuindo a produ&ccedil;&atilde;o por causa do pre&ccedil;o da energia. O mesmo ocorre com o setor de alum&iacute;nio.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span>A produ&ccedil;&atilde;o de alum&iacute;nio prim&aacute;rio (aquele obtido direto da mat&eacute;ria-prima) teve uma redu&ccedil;&atilde;o de 26,20% em 2014 e isso foi antes da onde aumentos de 2015. &ldquo;Nos &uacute;ltimos 12 anos, o pre&ccedil;o da energia aumentou, em m&eacute;dia, 10% para os produtores de alum&iacute;nio. Nos custos totais de produ&ccedil;&atilde;o, a energia representa 30% das nossas despesas na m&eacute;dia mundial. No Brasil chega a 60%. Em 2014, importamos mais alum&iacute;nio do que exportamos&rdquo;, desabafa o presidente executivo da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira do Alum&iacute;nio (Abal), Milton Rego.&nbsp;<\/span><\/p>\n<p><span>&ldquo;&Eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o complicada. A produ&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria est&aacute; sendo limitada pelo aumento do pre&ccedil;o da energia. No entanto, &eacute; a produ&ccedil;&atilde;o que gera emprego e renda num momento em que o consumo est&aacute; encolhendo&rdquo;, resume o presidente em exerc&iacute;cio da Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Ricardo Essinger. Para ele, h&aacute; um desmantelo no setor el&eacute;trico. &ldquo;Falta seguran&ccedil;a jur&iacute;dica, melhorar a regula&ccedil;&atilde;o e decis&atilde;o pol&iacute;tica. Se o pre&ccedil;o da energia baixasse por decreto seria baixo em todo o mundo&rdquo;, critica, se referindo &agrave; Lei 12.783 que considera um grande equivoco. E conclui: &ldquo;O que o governo federal tem que fazer &eacute; planejar para resolver o problema em 10 anos&rdquo;.<\/span><\/p>\n<p><span>(Jornal do Com&eacute;rcio)<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois dos aumentos que entraram em vigor este ano, a ind&uacute;stria brasileira passou a ter a energia mais cara entre os 28 pa&iacute;ses que fazem parte do estudo Quanto Custa a Energia El&eacute;trica, realizado pela Federa&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). O megawatt-hora (MWh) custa, em m&eacute;dia, R$ 543,90 para o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17298"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=17298"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17298\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=17298"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=17298"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=17298"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}