{"id":17278,"date":"2015-05-15T15:18:00","date_gmt":"2015-05-15T19:18:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3277","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17278","title":{"rendered":"Em: 15\/05\/2015 &agrave;s 15:18h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>Um ter&ccedil;o da ilumina&ccedil;&atilde;o do Centreventos Itaja&iacute;, na regi&atilde;o do Vale, deve ser abastecida a partir da energia produzida por placas solares instaladas no topo do pr&eacute;dio p&uacute;blico em at&eacute; 40 dias. O investimento da prefeitura do munic&iacute;pio foi de R$ 423 mil.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;O retorno deve ocorrer em 10 anos, sem falar na grande vantagem que &eacute; a produ&ccedil;&atilde;o de energia limpa&rdquo;, diz o secret&aacute;rio de Obras, Tarc&iacute;zio Zanelato. Conforme o coordenador t&eacute;cnico da secretaria, Marcelo Schlickmann, as placas v&atilde;o gerar o equivalente a ilumina&ccedil;&atilde;o externa do pr&eacute;dio, que s&atilde;o 17 postes de luz.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O sistema &eacute; integrado a rede de abastecimento das Centrais El&eacute;tricas de Santa Catarina (Celesc) e funciona em um processo de compensa&ccedil;&atilde;o. &#8220;Ele pode gerar picos de 56 mil watts. Tudo que &eacute; produzido vai para a rede e depois &eacute; abatido o valor da conta final de luz&#8221;, diz o coordenador.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A fatura do local &eacute; de R$ 8 mil por m&ecirc;s. A expectativa &eacute; que deva cair, em m&eacute;dia, pela metade. Entretanto, a produ&ccedil;&atilde;o deve variar ao longo do ano, com menor rendimento no inverno. A licita&ccedil;&atilde;o e tomada de pre&ccedil;os para a instala&ccedil;&atilde;o ocorreu em mar&ccedil;o, com vencedora uma empresa de Itaja&iacute; e equipamento de uma empresa de S&atilde;o Paulo. A instala&ccedil;&atilde;o iniciou em mar&ccedil;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>Projeto deve expandir<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>Conforme Schlickmann, 17 pontos de &ocirc;nibus da cidade j&aacute; utilizam placas solares para ilumina&ccedil;&atilde;o noturna. &#8220;E a conta &eacute; paga pelas empresas de publicidade, como uma troca&#8221;, diz. O Centreeventos &eacute; o primeiro pr&eacute;dio p&uacute;blico com esta tecnologia, mas outras &aacute;reas devem receber o benef&iacute;cio.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O pr&oacute;ximo passo ser&aacute; avalia&ccedil;&atilde;o da coloca&ccedil;&atilde;o de energia el&eacute;trica por placas solares na regi&atilde;o do Morro da Cruz. Schlickmann afirma que o projeto, previsto para execu&ccedil;&atilde;o em 2016, deve atender 100% da ilumina&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica da regi&atilde;o &#8211; placas, monumentos hist&oacute;ricos e postes. O investimento ainda n&atilde;o foi definido.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo o especialista em sustentabilidade, Alexandre Leripio, o investimento a longo prazo compensa, por se tratar de uma das energias mais potentes. &ldquo;Juntando toda a produ&ccedil;&atilde;o de energia do planeta, isso envolve renov&aacute;veis e n&atilde;o renov&aacute;veis, como petr&oacute;leo e outras, isso equivale a apenas 6% do que o sol aporta&#8221;, diz.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>(G1)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um ter&ccedil;o da ilumina&ccedil;&atilde;o do Centreventos Itaja&iacute;, na regi&atilde;o do Vale, deve ser abastecida a partir da energia produzida por placas solares instaladas no topo do pr&eacute;dio p&uacute;blico em at&eacute; 40 dias. 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