{"id":17245,"date":"2015-05-11T20:53:00","date_gmt":"2015-05-12T00:53:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3247","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=17245","title":{"rendered":"Em: 11\/05\/2015 &agrave;s 20:53h por"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G110.jpg\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P110.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><\/p>\n<div>A cobran&ccedil;a por resultados das 16 distribuidoras com maior dificuldade nos quesitos qualidade e relacionamento com clientes vai exigir um esfor&ccedil;o concentrado das empresas no pr&oacute;ximo bi&ecirc;nio, para alcan&ccedil;ar as metas regulat&oacute;rias definidas pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica. Executivos respons&aacute;veis pela apresenta&ccedil;&atilde;o dos planos de adequa&ccedil;&atilde;o &agrave; ag&ecirc;ncia reguladora sabem o tamanho do desafio, enquanto a pr&oacute;pria Aneel espera propostas realistas.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Na Ampla (RJ), o plano de resultados entregue &agrave; ag&ecirc;ncia na ultima quinta-feira, 7 de maio, tem investimento previsto de R$ 741 milh&otilde;es de 2015 a 2017. Os recursos ser&atilde;o destinados &agrave; automa&ccedil;&atilde;o; &agrave; moderniza&ccedil;&atilde;o da rede; &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o (podas de &aacute;rvores, corre&ccedil;&atilde;o de problemas em equipamentos); ao refor&ccedil;o das equipes e &agrave; melhoria no atendimento comercial, com amplia&ccedil;&atilde;o dos canais de comunica&ccedil;&atilde;o com os clientes. O objetivo &eacute; melhorar os indicadores que medem a dura&ccedil;&atilde;o (DEC) e a frequ&ecirc;ncia (FEC) das interrup&ccedil;&otilde;es no fornecimento de energia, reduzir &nbsp;reclama&ccedil;&otilde;es, alterar a percep&ccedil;&atilde;o dos clientes no &Iacute;ndice Aneel de Satisfa&ccedil;&atilde;o do Consumidor &ndash; Iasc e aumentar a seguran&ccedil;a dos trabalhadores e da popula&ccedil;&atilde;o servida pela distribuidora.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O diretor de Regula&ccedil;&atilde;o da Ampla, Jos&eacute; Alves de Mello Franco, informa que entre 2008 e 2014 houve redu&ccedil;&atilde;o de 82% nas ocorr&ecirc;ncias de acidentes de trabalho na empresa, que aumentou em 1.300 profissionais o n&uacute;mero de empregados nesse per&iacute;odo. A Ampla est&aacute; presente em 66 municipios do Rio de Janeiro e atende &aacute;reas de ocupa&ccedil;&atilde;o desordenada e alto percentual de perdas como S&atilde;o Gon&ccedil;alo e Mag&eacute;, al&eacute;m de regi&otilde;es de veraneio com carga sazonal e &aacute;reas de preserva&ccedil;&atilde;o ambiental.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>No grupo das grandes empresas de distribui&ccedil;&atilde;o, a AES Sul (RS) e a AES Eletropaulo (SP) t&ecirc;m planos para tornar suas redes mais robustas, com investimentos em novas subesta&ccedil;&otilde;es e &nbsp;circuitos de distribui&ccedil;&atilde;o; e reduzir o n&uacute;mero de ocorr&ecirc;ncias, com o aumento da capacidade de resposta das equipes em campo, podas de &aacute;rvores, equipamentos telecomandados e automa&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Nosso plano basicamente &eacute; isso&rdquo;, explica o vice-presidente da opera&ccedil;&otilde;es de distribui&ccedil;&atilde;o da AES, Sidney Simonaggio.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A AES Eletropaulo pretende atender as metas at&eacute; o fim de 2016, com investimento em torno de R$ 430 milh&otilde;es. Na AES Sul, o total previsto at&eacute; 2017 &eacute; de aproximadamente R$ 187 milh&otilde;es.&nbsp; Simonaggio afirma que esses investimentos ser&atilde;o complementados por medidas adicionais para &nbsp;fazer frente a agravamento das condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas. Ele lembra que na &aacute;rea atendida pela distribuidora paulista cairam mais de 2 mil &aacute;rvores em um m&ecirc;s, no inicio do ano, o que n&atilde;o &eacute; normal. No Rio Grande do Sul, foram registrados no ano passado 159 dias de eventos acima da m&eacute;dia, com chuvas e ventos de 130 km por hora.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Na Companhia Energ&eacute;tica de Bras&iacute;lia, h&aacute; uma previs&atilde;o de investimento de R$ 57,2 milh&otilde;es at&eacute; o ano que vem na melhoria dos indicadores DEC e FEC, na redu&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero de reclama&ccedil;&otilde;es e na evolu&ccedil;&atilde;o da percep&ccedil;&atilde;o do consumidor no Iasc, em seguran&ccedil;a do trabalho e em recupera&ccedil;&atilde;o das perdas comerciais. O recursos alocados para obras de seccionamento de baixa tens&atilde;o, constru&ccedil;&atilde;o de alienadores e recondutoramento, instala&ccedil;&atilde;o de religadores e chaves telecomandadas e em subtransmiss&atilde;o totalizam quase R$ 40 milh&otilde;es. A estimativa de perda de receita da empresa com furto de energia, gambiarras e defeitos nos medidores chega a R$ 35,6 milh&otilde;es.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O plano de resultados da CEB pretende atingir em 2016 as metas estabelecidas pela Aneel para os indicadores DEC (9,97 horas) e FEC (8,47 interrup&ccedil;&otilde;es). No fim do ano que vem, segundo o diretor-geral da empresa, Ari Joaquim da Silva, nenhum conjunto de consumidores deve ultrapassar, isoladamente, a meta de 29 horas fixadas pela Aneel para o DEC. Para alcan&ccedil;ar esse desempenho,a distribuidora do Distrito Federal vai concentrar os esfor&ccedil;os nos 50 circuitos de distribui&ccedil;&atilde;o mais cr&iacute;ticos de um total de 388 circuitos. Eles representam 57% da forma&ccedil;&atilde;o do indicador e s&atilde;o respons&aacute;veis por 46% do total de reclama&ccedil;&otilde;es de consumidores. Segundo o executivo, foram selecionadas mais de 200 a&ccedil;&otilde;es para que o desempenho dos indices de qualidade coincida com as metas da Aneel.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Na Celg Distribui&ccedil;&atilde;o (GO), a deteriora&ccedil;&atilde;o dos &iacute;ndices &eacute; atribu&iacute;da pelo diretor presidente, Sinval Zaidan Gama, e pelo diretor Financeiro, Cl&aacute;udio Nilo, &agrave; inadimpl&ecirc;ncia setorial que impediu a empresa de aplicar reajustes anuais de tarifas por praticamente seis anos. Sob controle da Eletrobras desde janeiro, a distribuidora espera investir em cinco anos R$ 1,5 bilh&atilde;o em obras de moderniza&ccedil;&atilde;o e de manuten&ccedil;&atilde;o da rede. &ldquo;Vamos fazer isso dentro da capacidade dos sistema&rdquo;, explica Gama. Cerca de R$ 500 milh&otilde;es foram contratados para a&ccedil;&otilde;es de curto prazo, voltadas ao atendimento do plano de adequa&ccedil;&otilde;es da Aneel nas &aacute;reas de qualidade e atendimento aos clientes.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>(Canal Energia)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cobran&ccedil;a por resultados das 16 distribuidoras com maior dificuldade nos quesitos qualidade e relacionamento com clientes vai exigir um esfor&ccedil;o concentrado das empresas no pr&oacute;ximo bi&ecirc;nio, para alcan&ccedil;ar as metas regulat&oacute;rias definidas pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica. 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