{"id":16823,"date":"2015-04-20T17:21:00","date_gmt":"2015-04-20T21:21:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3136","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=16823","title":{"rendered":"Em: 20\/04\/2015 &agrave;s 17:21h por"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G110.jpg\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P110.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><\/p>\n<div>O governo federal deve aprovar nos pr&oacute;ximos dias a desonera&ccedil;&atilde;o de tributos e contribui&ccedil;&otilde;es incidentes sobre pain&eacute;is geradores de energiasolar, segundo o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, durante audi&ecirc;ncia na C&acirc;mara dos Deputados, nesta quarta-feira (15). A aprova&ccedil;&atilde;o da desonera&ccedil;&atilde;o estava prevista para acontecer na &uacute;ltima sexta-feira (10), pelo Conselho Nacional de Pol&iacute;tica Fazend&aacute;ria (Confaz). Com a medida, o governo federal pretende melhorar a seguran&ccedil;a energ&eacute;tica ao estimular a implanta&ccedil;&atilde;o de projetos alternativos &agrave; gera&ccedil;&atilde;o hidr&aacute;ulica, mitigando assim os riscos hidrol&oacute;gicos at&iacute;picos que t&ecirc;m ocorrido e devem se repetir em 2016, caso n&atilde;o haja chuva abundante entre os meses de janeiro e mar&ccedil;o do pr&oacute;ximo ano, disse o ministro.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Doutor em Planejamento de Sistemas Energ&eacute;ticos e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Ivo Leandro Dorileo, avalia que o pa&iacute;s n&atilde;o pode continuar dependente de um modelo de gera&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica baseado na utiliza&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo ou g&aacute;s natural proveniente de outros pa&iacute;ses. Para ele, &eacute; necess&aacute;rio incentivar a gera&ccedil;&atilde;o por fontes renov&aacute;veis, inclusive com a cria&ccedil;&atilde;o de ind&uacute;strias competitivas na &aacute;rea de energia solar. &ldquo;Custeamos tarifas de energia car&iacute;ssimas com um potencial energ&eacute;tico &agrave; nossa porta, ent&atilde;o o governo precisa mudar o modelo atual&rdquo;. O especialista concorda que o governo federal n&atilde;o realizou um planejamento adequado do abastecimento energ&eacute;tico, apesar de manter os leil&otilde;es de energia de reserva. Para ele, os leil&otilde;es de reserva s&atilde;o mais uma forma de &ldquo;engodo&rdquo;, j&aacute; que muitos empreendimentos s&atilde;o cadastrados mas n&atilde;o conseguem negociar por causa do baixo pre&ccedil;o fixado para a energia gerada. &ldquo;O pre&ccedil;o pago n&atilde;o remunera o investidor&rdquo;.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Dorileo observa que o governo trabalha com apenas 5% de risco de crise hidrol&oacute;gica, mas no ano passado o suprimento de energia foi novamente amea&ccedil;ado pela estiagem no Sudeste e baixa no n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios das hidrel&eacute;tricas, que levaram ao acionamento das usinas termel&eacute;tricas ininterruptamente desde o in&iacute;cio de 2014. O efeito foi o encarecimento da energia para o consumidor final neste ano. Para Dorileo, o governo tamb&eacute;m precisa &ldquo;fazer uma faxina&rdquo; nos impostos e encargos setoriais para baratear o insumo.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Em Mato Grosso, a gera&ccedil;&atilde;o de energia solar pelos pr&oacute;prios consumidores &eacute; defendida pelo diretor do Sindicato da Constru&ccedil;&atilde;o, Gera&ccedil;&atilde;o, Transmiss&atilde;o e Distribui&ccedil;&atilde;o de Energia El&eacute;trica e G&aacute;s do Estado de Mato Grosso (Sindenergia), Francisco Nelson Tinoco. &ldquo;N&oacute;s defendemos a micro e minigera&ccedil;&atilde;o distribu&iacute;da, que n&atilde;o depende de licen&ccedil;as ambientais, apenas de um parecer de acesso da concession&aacute;ria de energia&rdquo;. Conforme ele, os custos para gera&ccedil;&atilde;o solar j&aacute; foi mais alto, apesar da varia&ccedil;&atilde;o cambial desfavor&aacute;vel &agrave; importa&ccedil;&atilde;o dos equipamentos. &ldquo;Num empreendimento residencial com gera&ccedil;&atilde;o fotovolt&aacute;ica instalada, o consumidor ir&aacute; pagar 30% a menos ao final de 25 anos, considerando o gasto total que teria com o pagamento das parcelas e consumo de energia&rdquo;.&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Debate &#8211; A sustentabilidade energ&eacute;tica foi discutida na manh&atilde; desta quarta-feira (15) na Faculdade de Economia da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), durante workshop realizado pelo N&uacute;cleo Interdisciplinar de Estudos de Planejamento Energ&eacute;tico (Niepe). &ldquo;Fazemos uma atualiza&ccedil;&atilde;o do tema, abordando a sustentabilidade energ&eacute;tica dentro do sistema, as diretrizes para ter uma matriz mais limpa e os aspectos regulat&oacute;rios para atender essa gera&ccedil;&atilde;o renov&aacute;vel&rdquo;.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A desonera&ccedil;&atilde;o dos pain&eacute;is se dar&aacute; de duas formas: de um lado, os estados deixar&atilde;o de cobrar o Imposto sobre Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e Servi&ccedil;os (ICMS); de outro, a Uni&atilde;o deixar&aacute; de arrecadar as contribui&ccedil;&otilde;es do &nbsp;Programa de Integra&ccedil;&atilde;o Social (PIS) e do Financiamento da Seguridade Social (Cofins). (Silvana Bazani\/ A Gazeta)<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governo federal deve aprovar nos pr&oacute;ximos dias a desonera&ccedil;&atilde;o de tributos e contribui&ccedil;&otilde;es incidentes sobre pain&eacute;is geradores de energiasolar, segundo o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, durante audi&ecirc;ncia na C&acirc;mara dos Deputados, nesta quarta-feira (15). 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