{"id":16797,"date":"2015-04-16T15:56:00","date_gmt":"2015-04-16T19:56:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3110","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=16797","title":{"rendered":"Em: 16\/04\/2015 &agrave;s 15:56h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, voltou a defender ontem a constru&ccedil;&atilde;o de novas usinas nucleares no Pa&iacute;s, &nbsp;ampliando o seu parque gerador nuclear. Ele disse que est&atilde;o previstas a instala&ccedil;&atilde;o at&eacute; 2030 de mais quatro usinas e at&eacute; 2050 de outras oito usinas. Em apresenta&ccedil;&atilde;o na Comiss&atilde;o de Minas e Energia da C&acirc;mara dos Deputados, o ministro disse que estas t&eacute;rmicas s&atilde;o importantes.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;N&atilde;o seremos uma Alemanha, uma Fran&ccedil;a<\/div>\n<p><\/p>\n<div>ou um Jap&atilde;o em energia nuclear, mas n&atilde;o podemos abrir m&atilde;o da tecnologia em fun&ccedil;&atilde;o da seguran&ccedil;a energ&eacute;tica e do custo dessa energia. Ela &eacute; muito mais barata&rdquo;, argumentou o ministro.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Apesar do &ldquo;tarifa&ccedil;o&rdquo; nas contas de luz que o governo autorizou para este ano, que para alguns consumidores chegar&aacute; pr&oacute;ximo dos 50%, Braga alegou que o aumento do custo da eletricidade desde &nbsp;2011 ainda &eacute; menor que a infla&ccedil;&atilde;o acumulada no per&iacute;odo. Ele voltou a defender a necessidade de aplica&ccedil;&atilde;o do chamado &ldquo;realismo tarif&aacute;rio&rdquo; em 2015 e disse que o pre&ccedil;o pago pela energia no Brasil s&oacute; ser&aacute; &nbsp;compat&iacute;vel com patamares internacionais em 2018.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;O IPCA acumula uma alta de 23,5% desde janeiro de 2011 e, mesmo com os reajustes nas tarifas at&eacute; agora neste ano, a conta de luz m&eacute;dia aumentou 21,5% no mesmo per&iacute;odo&rdquo;, afirmou.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>No dia 27 de fevereiro, a Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) aprovou uma revis&atilde;o extraordin&aacute;ria nas tarifas com impacto m&eacute;dio de 23,4% nas tarifas das distribuidoras de luz. Al&eacute;m disso, todas as companhias ainda ter&atilde;o seus reajustes anuais em 2015 conforme o cronograma normal do &oacute;rg&atilde;o regulador.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Braga afirmou que o governo quer chegar em 2018 a uma tarifa de eletricidade compat&iacute;vel com o custo m&eacute;dio mundial da energia. &ldquo;Queremos chegar em 2018 com uma tarifa de energia compat&iacute;vel com custo da eletricidade no mundo. Estou falando do custo real, sem impostos como o ICMS, que equivalem a 30% do pre&ccedil;o praticado hoje&rdquo;, projetou.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O ministro elencou iniciativas que podem ajudar a levar as tarifas para patamares mais pr&oacute;ximos de par&acirc;metros inter nacionais, como a contrata&ccedil;&atilde;o de novos empreendimentos de gera&ccedil;&atilde;o com a diversifica&ccedil;&atilde;o das fontes nos leil&otilde;es para os pr&oacute;ximos anos e mudan&ccedil;as que podem ser feitas nos combust&iacute;veis usados atualmente em usinas t&eacute;rmicas.<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>Indicadores de qualidade<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo Braga, a Aneel ir&aacute; estabelecer cinco indicadores de qualidade para medir a satisfa&ccedil;&atilde;o dos consumidores de eletricidade a partir da renova&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es das distribuidoras do setor. Atualmente, as empresas s&atilde;o cobradas em rela&ccedil;&atilde;o ao n&uacute;mero de interrup&ccedil;&otilde;es de fornecimento (FEC) e a dura&ccedil;&atilde;o dessas quedas de energia (DEC).<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;O DEC e o FEC n&atilde;o podem ser os &uacute;nicos instrumentos para medir qualidade dos servi&ccedil;os. A Aneel ter&aacute; cinco indicadores para medir satisfa&ccedil;&atilde;o dos consumidores. N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel querermos ter realismo tarif&aacute;rio sem que tenhamos uma grande presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os ao consumidor&rdquo;, completou.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Os contratos de distribui&ccedil;&atilde;o come&ccedil;am a vencer em junho deste ano e o governo j&aacute; adiantou que a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; renovar as concess&otilde;es com todas as empresas, desde que elas cumpram novas metas de investimentos e de qualidade.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;&Eacute; preciso que a qualidade &nbsp;na apresenta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os seja prioridade para as distribuidoras. Aneel ir&aacute; exigir uma meta de investimentos quinquenal com acompanhamento de submetas anuais, sob pena at&eacute; mesmo de perda da concess&atilde;o&rdquo;, acrescentou.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Segundo o ministro, a renova&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es vir&aacute; acompanhada de um plano de recupera&ccedil;&atilde;o financeira para o setor, que tem apresentado graves problemas de caixa nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>De acordo com o diretor da Aneel, Andr&eacute; Pepitone, al&eacute;m das metas de interrup&ccedil;&atilde;o, o &oacute;rg&atilde;o tamb&eacute;m ir&aacute; cobrar metas sobre o &iacute;ndice de reclama&ccedil;&otilde;es, o servi&ccedil;o de teleatendimento das empresas, o indicador de efici&ecirc;ncia com perdas de eletricidade e a manuten&ccedil;&atilde;o da tens&atilde;o nas redes.<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, voltou a defender ontem a constru&ccedil;&atilde;o de novas usinas nucleares no Pa&iacute;s, &nbsp;ampliando o seu parque gerador nuclear. 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