{"id":16792,"date":"2015-04-16T15:55:00","date_gmt":"2015-04-16T19:55:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-3105","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=16792","title":{"rendered":"Em: 16\/04\/2015 &agrave;s 15:55h por"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>O presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI), Robson Braga de Andrade, defendeu, na reuni&atilde;o do Conselho Consultivo do Setor Privado da C&acirc;mara de Com&eacute;rcio Exterior (Conex) realizada no Pal&aacute;cio do Planalto nesta quarta-feira (15), as prioridades que podem alavancar a competitividade da ind&uacute;stria brasileira e do pa&iacute;s que t&ecirc;m baixo ou nenhum impacto fiscal. As propostas preveem a amplia&ccedil;&atilde;o dos acordos comerciais e de investimentos, a negocia&ccedil;&atilde;o para evitar a dupla tributa&ccedil;&atilde;o e a garantia da efici&ecirc;ncia do Programa de Financiamento &agrave;s Exporta&ccedil;&otilde;es Equaliza&ccedil;&atilde;o (Proex-Equaliza&ccedil;&atilde;o).<\/div>\n<p><\/p>\n<div>&ldquo;&Eacute; priorit&aacute;rio facilitar os caminhos para buscar novos mercados. O que temos no Brasil j&aacute; n&atilde;o &eacute; mais suficiente, seja porque a concorr&ecirc;ncia externa tomou parte significativa dele, seja em fun&ccedil;&atilde;o do per&iacute;odo de ajuste na economia que estamos enfrentando. A recupera&ccedil;&atilde;o da ind&uacute;stria passa pelo aumento das exporta&ccedil;&otilde;es e dos investimentos&rdquo;, afirmou Robson Braga de Andrade.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Para a CNI, o fortalecimento do di&aacute;logo entre governo e setor produtivo para avan&ccedil;ar na agenda de com&eacute;rcio exterior ajudar&aacute; a impulsionar o crescimento do pa&iacute;s. A retomada do trabalho do Conex, &oacute;rg&atilde;o consultivo do setor privado da C&acirc;mara de Com&eacute;rcio Exterior (Camex) &ndash; respons&aacute;vel por formular as pol&iacute;ticas de com&eacute;rcio exterior do governo federal &ndash; &eacute; uma demanda da ind&uacute;stria brasileira presente nas 42 propostas entregues pela Confedera&ccedil;&atilde;o aos candidatos &agrave; Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica em 2014.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O presidente da CNI possui assento na composi&ccedil;&atilde;o do Conex com outros 20 especialistas ou representantes de entidades da ind&uacute;stria, da agricultura e dos trabalhadores. &ldquo;&Eacute; muito importante que o setor privado trabalhe lado a lado com os &oacute;rg&atilde;os que tratam do com&eacute;rcio exterior. Assim, alinharemos ainda mais a pol&iacute;tica comercial e de promo&ccedil;&atilde;o de investimentos com as necessidades do setor produtivo&rdquo;, disse Braga de Andrade.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Uma das fun&ccedil;&otilde;es do Conex &eacute; assessorar a Camex com propostas de interesse do setor produtivo. O objetivo &eacute; discutir estrat&eacute;gias para o aperfei&ccedil;oamento da pol&iacute;tica de com&eacute;rcio exterior nacional, tratando de quest&otilde;es como acordos bilaterais e tributa&ccedil;&atilde;o.<\/div>\n<p><\/p>\n<div><strong>PRIORIDADES PROPOSTAS PELA CNI<\/strong><\/div>\n<p><\/p>\n<div>1 &#8211; Estabelecer uma estrat&eacute;gia de negocia&ccedil;&atilde;o comercial para o Brasil que ultrapasse a quest&atilde;o de tarifas e trate de investimentos, servi&ccedil;os e compras governamentais. Os acordos que o Brasil possui garantem um acesso a mercados equivalentes a menos de 8% do valor da corrente mundial de com&eacute;rcio.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>2 &#8211; Ampliar a negocia&ccedil;&atilde;o de novos Acordos de Coopera&ccedil;&atilde;o e Facilita&ccedil;&atilde;o de Investimentos (ACFIs) com pa&iacute;ses da &Aacute;frica, da Am&eacute;rica Latina, dos membros do Brics e de pa&iacute;ses desenvolvidos interessados no modelo brasileiro. Em mar&ccedil;o, o governo negociou os primeiros ACFIs brasileiros com Angola e Mo&ccedil;ambique. A CNI entende que esses acertos contribuem para promover os investimentos e mitigar os riscos pol&iacute;ticos associados &agrave;s opera&ccedil;&otilde;es das empresas transnacionais brasileiras no exterior.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>3 &#8211; Garantir a manuten&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel do spread para o Programa de Financiamento &agrave;s Exporta&ccedil;&otilde;es Equaliza&ccedil;&atilde;o (Proex-Equaliza&ccedil;&atilde;o). O spread &eacute; a parcela de juros coberta pelo governo para garantir uma taxa competitiva aos exportadores brasileiros. Essa pr&aacute;tica &eacute; comum no mundo. O Proex-Equaliza&ccedil;&atilde;o &eacute; um dos mais importantes instrumentos de apoio &agrave;s exporta&ccedil;&otilde;es no Brasil.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>4 &#8211; Negociar novos Acordos para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o (ADTs) com pa&iacute;ses priorit&aacute;rios para o investimento brasileiro no exterior: Estados Unidos, Alemanha, Col&ocirc;mbia, Paraguai, Reino Unido, Uruguai, Austr&aacute;lia, Mo&ccedil;ambique e Angola. Os acordos podem ser instrumentos de pol&iacute;tica de promo&ccedil;&atilde;o aos investimentos, uma vez que o modelo atual n&atilde;o reflete as necessidades das empresas.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>5 &#8211; Criar, por meio da Camex, um Grupo T&eacute;cnico de Promo&ccedil;&atilde;o Comercial e de Investimentos para coordenar e otimizar as atividades do governo federal e do Sistema S, como a Ag&ecirc;ncia Brasileira de Promo&ccedil;&atilde;o de Exporta&ccedil;&otilde;es e Investimentos (Apex-Brasil), a CNI e o Servi&ccedil;o Brasileiro de Apoio &agrave;s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI), Robson Braga de Andrade, defendeu, na reuni&atilde;o do Conselho Consultivo do Setor Privado da C&acirc;mara de Com&eacute;rcio Exterior (Conex) realizada no Pal&aacute;cio do Planalto nesta quarta-feira (15), as prioridades que podem alavancar a competitividade da ind&uacute;stria brasileira e do pa&iacute;s que t&ecirc;m baixo ou nenhum impacto fiscal. 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