{"id":1650,"date":"2014-07-16T16:36:00","date_gmt":"2014-07-16T20:36:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-1666","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=1650","title":{"rendered":"Em: 16\/07\/2014 &agrave;s 16:36h por Olhar Direto"},"content":{"rendered":"<p><span>O segundo rotor da Usina Hidrel&eacute;trica de Teles Pires chega a Cuiab&aacute; no pr&oacute;ximo dia 17. Ao chegar &agrave; Capital mato-grossense a pe&ccedil;a estar&aacute; entrando na BR-163, rodovia federal hoje considerada em estado &#8220;cr&iacute;tico&#8221; pelo setor do transporte e produ&ccedil;&atilde;o. A previs&atilde;o &eacute; que o rotor leve 12 dias para percorrer a BR-163, o que significar&aacute; transtornos para os motoristas e possibilidade de an&aacute;lise do que necessita ser feito pela concession&aacute;ria Rota do Oeste, que j&aacute; realiza obras de limpeza para a duplica&ccedil;&atilde;o da referida rodovia, bem como recupera&ccedil;&atilde;o do asfalto por onde o equipamento passou.<\/span><\/p>\n<p><span>O rotor saiu de C&aacute;ceres nesta segunda-feira (14) e as estimativas &eacute; que o transporte at&eacute; Parana&iacute;ta, aonde a usina &eacute; constru&iacute;da, leve cerca de 30 dias. A primeira pe&ccedil;a, entregue em 8 de junho, levou 25 dias para percorrer todo este trecho. Outras tr&ecirc;s pe&ccedil;as ser&atilde;o entregues em 2014, ainda, na Usina Hidrel&eacute;trica de Teles Pires.<\/span><\/p>\n<p><span>De acordo com o diretor de Opera&ccedil;&otilde;es da Rota do Oeste, F&aacute;bio Abritta, uma equipe da concession&aacute;ria dar&aacute; apoio de tr&aacute;fego no transporte do rotor, juntamente com a Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal. Al&eacute;m disso, uma consultoria t&eacute;cnica estar&aacute; junto para realizar a instrumentaliza&ccedil;&atilde;o de cinco obras (pontes e viadutos), ou seja, a concession&aacute;ria ir&aacute; mensurar o impacto que uma pe&ccedil;a como o rotor, atrav&eacute;s de seu peso, pode impactar em uma rodovia, como a BR-163. &ldquo;<\/span><\/p>\n<p><span>Profissionais, por meio de equipamentos, medem a movimenta&ccedil;&atilde;o do concreto devido ao deslocamento de peso. Caso haja impacto na estrutura ser&atilde;o feitos imediatamente os reparos necess&aacute;rios&rdquo;, salienta o diretor da Rota do Oeste.<\/span><\/p>\n<p><span>Al&eacute;m da concession&aacute;ria, vencedora da concess&atilde;o da BR-163, a Associa&ccedil;&atilde;o dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) acompanha o transporte do rotor. A entidade desde a primeira pe&ccedil;a acompanha de perto o transporte, tendo-se em vista o impacto que causa no escoamento da produ&ccedil;&atilde;o agropecu&aacute;ria e industrial do Estado.<\/span><\/p>\n<p><span>O rotor pesa 290 toneladas e possui 5,30 metros de altura e 8,8 metros de di&acirc;metro. Todo o conjunto (pe&ccedil;a e caminh&atilde;o) pesa 626 toneladas trafegando pelas rodovias federais BR-070 e BR-163 e estadual (MT-320) de Mato Grosso. O caminh&atilde;o trafegar&aacute; em uma velocidade m&eacute;dia de 15 km\/h e ser&aacute; novamente escoltado pela Pol&iacute;cia Rodovi&aacute;ria Federal e far&aacute; as paradas obrigat&oacute;rias a cada 30 km percorridos para desafogar o tr&acirc;nsito.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O segundo rotor da Usina Hidrel&eacute;trica de Teles Pires chega a Cuiab&aacute; no pr&oacute;ximo dia 17. Ao chegar &agrave; Capital mato-grossense a pe&ccedil;a estar&aacute; entrando na BR-163, rodovia federal hoje considerada em estado &#8220;cr&iacute;tico&#8221; pelo setor do transporte e produ&ccedil;&atilde;o. 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