{"id":948,"date":"2014-03-26T13:11:00","date_gmt":"2014-03-26T17:11:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-943","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=948","title":{"rendered":"Em: 26\/03\/2014 &agrave;s 13:11h por Estad\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>A Dow Brasil, em parceria com Energias Renov&aacute;veis do Brasil (ERB), inaugura, nesta quarta-feira, 26, em Candeias (BA), na regi&atilde;o metropolitana de Salvador, a primeira f&aacute;brica de cogera&ccedil;&atilde;o de energia usando biomassa para a ind&uacute;stria petroqu&iacute;mica no Pa&iacute;s. A unidade, que consumiu investimentos de R$ 265 milh&otilde;es, est&aacute; localizada dentro da unidade da Dow na Bahia e produzir&aacute; energias t&eacute;rmica e el&eacute;trica a partir da queima de eucalipto.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Segundo a Dow, a energia t&eacute;rmica ser&aacute; utilizada pela unidade para a fabrica&ccedil;&atilde;o de derivados de petr&oacute;leo &#8211; mat&eacute;rias-primas para as ind&uacute;strias de colch&otilde;es, tintas, medicamentos e cosm&eacute;ticos, entre outras &#8211; e a energia el&eacute;trica gerada, estimada em 12 MW (o suficiente para abastecer entre 40 mil e 50 mil resid&ecirc;ncias) ser&aacute; disponibilizada para o sistema nacional.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8220;Com a unidade, vamos poder substituir cerca de 75% de nossa matriz de energia t&eacute;rmica, que hoje &eacute; gerada por queima de g&aacute;s natural&#8221;, diz o diretor de Opera&ccedil;&otilde;es da Dow Brasil na Bahia, Rodrigo Silveira. &#8220;A mudan&ccedil;a vai causar uma redu&ccedil;&atilde;o de cerca de um ter&ccedil;o do volume de CO2 lan&ccedil;ado pela f&aacute;brica na atmosfera, algo como 170 mil toneladas anuais, e vai propiciar para a Dow uma economia entre 20% e 30% nos nossos custos com energia t&eacute;rmica.&#8221;<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Segundo Silveira, a quest&atilde;o econ&ocirc;mica foi decisiva para a constru&ccedil;&atilde;o da unidade. &#8220;Pagamos, aqui, tr&ecirc;s vezes mais do que gastar&iacute;amos com g&aacute;s natural em uma planta semelhante nos Estados Unidos&#8221;, conta. &#8220;Para conseguir deixar nossa produ&ccedil;&atilde;o competitiva com a de outras unidades do mundo, t&iacute;nhamos o projeto de construir a f&aacute;brica n&oacute;s mesmos, mas preferimos fazer a parceria com a ERB. Foi um projeto constru&iacute;do em conjunto desde o in&iacute;cio.&#8221;<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Os investimentos foram feitos pela ERB, com financiamentos obtidos em bancos. Em troca, o contrato assinado entre as partes prev&ecirc; a garantia de consumo da energia gerada pela f&aacute;brica por 18 anos. O eucalipto ser&aacute; proveniente de fazendas localizadas na regi&atilde;o nordeste da Bahia, a um raio de 200 quil&ocirc;metros da unidade &#8211; onde j&aacute; existe tradi&ccedil;&atilde;o no cultivo das &aacute;rvores para uso na ind&uacute;stria de papel e celulose. No total, ser&atilde;o necess&aacute;rios 10 mil hectares de plantio, entre fazendas da pr&oacute;pria ERB e &aacute;reas arrendadas de produtores rurais, para suprir a demanda.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Dow Brasil, em parceria com Energias Renov&aacute;veis do Brasil (ERB), inaugura, nesta quarta-feira, 26, em Candeias (BA), na regi&atilde;o metropolitana de Salvador, a primeira f&aacute;brica de cogera&ccedil;&atilde;o de energia usando biomassa para a ind&uacute;stria petroqu&iacute;mica no Pa&iacute;s. 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