{"id":912,"date":"2014-03-20T11:49:00","date_gmt":"2014-03-20T15:49:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-899","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=912","title":{"rendered":"Em: 20\/03\/2014 &agrave;s 11:49h por R7"},"content":{"rendered":"<p>As discuss&otilde;es sobre poss&iacute;vel racionamento de energia el&eacute;trica retomam a quest&atilde;o da matriz energ&eacute;tica brasileira. O Pa&iacute;s tem orgulho da fonte prioritariamente limpa, mas ainda sofre com a falta de incentivos e de infraestrutura nesse setor.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>De acordo com o presidente do Grupo CPFL Energia, Wilson Ferreira Jr., 82% da fonte de energia brasileira &eacute; renov&aacute;vel, mas faltam acordos com metas concretas de amplia&ccedil;&atilde;o dessas fontes e incentivos transnacionais.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&mdash; A Uni&atilde;o Europeia tem metas fixas de amplia&ccedil;&atilde;o das fontes limpas para 2020. O Brasil tem crescimento previsto para 86% de energia renov&aacute;vel. Apenas a explora&ccedil;&atilde;o da matriz e&oacute;lica deve crescer para 25,5% ao ano. No entanto, falta linha de transmiss&atilde;o dessa energia gerada.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Entre os fatores cr&iacute;ticos para o aumento da oferta de energia limpa, Ferreira Jr. cita a &#8220;disponibilidade e o acesso ao capital, que no Brasil ocorre apenas por meio do BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social]&#8221;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O diretor da Coppe\/UFRJ e ex-presidente da Eletrobr&aacute;s, Luiz Pinguelli Rosa, afirma que o Brasil precisa de orienta&ccedil;&atilde;o industrial e tecnol&oacute;gica para definir o caminho a seguir no setor energ&eacute;tico.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&mdash;Temos o pr&eacute;-sal que &eacute; um ponto positivo na matriz energ&eacute;tica, mas &eacute; preciso definir o que seremos. H&aacute; pa&iacute;ses que passaram pela maldi&ccedil;&atilde;o do petr&oacute;leo e se desindustrializaram. A Venezuela, por exemplo, passa por um desabastecimento interno, parte pol&iacute;tico parte econ&ocirc;mico. O Oriente M&eacute;dio tamb&eacute;m tem baixa industrializa&ccedil;&atilde;o e muito petr&oacute;leo. Acho que o nosso caminho deve ser como o da Noruega, que usou muito bem seu petr&oacute;leo e tem equil&iacute;brio social, produ&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica e distribui&ccedil;&atilde;o de renda.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O presidente da Braskem, Carlos Fadigas, afirma que o Pa&iacute;s tem recursos naturais e mercado consumidor, o que precisa &eacute; industrializar os recursos naturais.<\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>Hidrel&eacute;tricas<\/strong><\/p>\n<p><\/p>\n<p>A forte seca que afeta a capacidade de gera&ccedil;&atilde;o de muitas usinas hidrel&eacute;tricas no Pa&iacute;s foi percebida nas medi&ccedil;&otilde;es da CPFL Energia. Segundo Ferreira Jr., a flu&ecirc;ncia dos rios s&atilde;o medidas pela empresa h&aacute; 84 anos.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&mdash; Esse foi o terceiro pior janeiro j&aacute; registrado, o segundo pior fevereiro e tem sido o segundo pior mar&ccedil;o. Por isso colocaram em uso as termel&eacute;tricas. O Pa&iacute;s opera com um n&iacute;vel muito alto de efici&ecirc;ncia, dependendo de coisas que n&atilde;o controla.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As discuss&otilde;es sobre poss&iacute;vel racionamento de energia el&eacute;trica retomam a quest&atilde;o da matriz energ&eacute;tica brasileira. O Pa&iacute;s tem orgulho da fonte prioritariamente limpa, mas ainda sofre com a falta de incentivos e de infraestrutura nesse setor. 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