{"id":907,"date":"2014-03-19T13:31:00","date_gmt":"2014-03-19T17:31:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-894","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=907","title":{"rendered":"Em: 19\/03\/2014 &agrave;s 13:31h por Jornal da Energia"},"content":{"rendered":"<p>Ap&oacute;s reuni&atilde;o de mais de quatro horas com o ministro de Minas e Energia, Edison Lob&atilde;o, e t&eacute;cnicos do governo, representantes do F&oacute;rum das Associa&ccedil;&otilde;es do Setor El&eacute;trico (Fase) sa&iacute;ram convencidos nesta ter&ccedil;a-feira (18\/03) de que o momento atual do setor n&atilde;o &eacute; t&atilde;o grave quanto imaginavam. De acordo com o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa, o governo argumentou que os recursos atuais s&atilde;o suficientes para dar tranquilidade at&eacute; o final do ano, e n&atilde;o h&aacute; como fazer uma an&aacute;lise completa antes do final do per&iacute;odo chuvoso.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&ldquo;O que nos foi mostrado, nas melhores avalia&ccedil;&otilde;es do modelo, &eacute; que o risco da possibilidade de algum corte de cargas [de energia] &eacute; pequeno, compar&aacute;vel &agrave;s premissas do setor el&eacute;trico, e n&atilde;o extremamente diferentes ou alarmantes, mas limitados, no caso de acontecer, a uma redu&ccedil;&atilde;o de carga que aconteceria sem impacto para a economia&rdquo;, disse Pedrosa.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>No in&iacute;cio do m&ecirc;s, o mesmo grupo entregou uma carta ao Minist&eacute;rio de Minas e Energia, manifestando preocupa&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao n&iacute;vel dos reservat&oacute;rios das hidrel&eacute;tricas. As entidades avaliaram, na &eacute;poca, que a situa&ccedil;&atilde;o do setor el&eacute;trico era delicada e merecia cautela.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Segundo Pedrosa, os n&uacute;meros que foram apresentados hoje falam em probabilidades de 2% a 3% de perspectivas de racionamento, sendo que o setor el&eacute;trico j&aacute; trabalha permanentemente com um risco de 5%. Pedrosa tamb&eacute;m explicou que, no setor el&eacute;trico, a possibilidade de racionamento &ldquo;faz parte do jogo&rdquo;. &ldquo;Se n&atilde;o fosse assim, ter&iacute;amos uma energia car&iacute;ssima. Isso n&atilde;o &eacute; algo alien&iacute;gena &agrave; l&oacute;gica do setor el&eacute;trico; &eacute; algo presente&rdquo;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>De acordo com Pedrosa, o ministro Lob&atilde;o tamb&eacute;m garantiu que faria um convite para que as associa&ccedil;&otilde;es participem das reuni&otilde;es do Comit&ecirc; de Monitoramento do Setor El&eacute;trico (CMSE), que se re&uacute;ne mensalmente para avaliar o setor.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Tamb&eacute;m fazem parte do f&oacute;rum entidades como a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Empresas Geradoras de Energia El&eacute;trica (Abrage), a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Geradoras Termel&eacute;tricas (Abraget), a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Investidores em Autoprodu&ccedil;&atilde;o de Energia (Abiape), a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel) e a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Energia E&oacute;lica (Abee&oacute;lica).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap&oacute;s reuni&atilde;o de mais de quatro horas com o ministro de Minas e Energia, Edison Lob&atilde;o, e t&eacute;cnicos do governo, representantes do F&oacute;rum das Associa&ccedil;&otilde;es do Setor El&eacute;trico (Fase) sa&iacute;ram convencidos nesta ter&ccedil;a-feira (18\/03) de que o momento atual do setor n&atilde;o &eacute; t&atilde;o grave quanto imaginavam. 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