{"id":872,"date":"2014-03-14T12:48:00","date_gmt":"2014-03-14T16:48:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-855","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=872","title":{"rendered":"Em: 14\/03\/2014 &agrave;s 12:48h por G1"},"content":{"rendered":"<div style=\"width:170px; float:left; margin-right:2px; margin-bottom:2px;\">\n<div style=\"float:left; clear:left;\"><a class=\"foto_ampliar\" href=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/G115.jpg\" title=\"\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.sindenergia.com.br\/banco_de_fotos\/P115.jpg\" alt=\"Clique para ampliar\" title=\"Clique para ampliar\" style=\"float:left;\" \/><\/a><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, Gilberto Carvalho, afirmou nesta sexta-feira (14) que o governo est&aacute; acostumado a viver &#8220;uma esp&eacute;cie de terrorismo que se faz em cima da quest&atilde;o de que vai faltar energia&#8221;. Carvalho deu a declara&ccedil;&atilde;o ao ser indagado por jornalistas sobre se o ponto fraco do governo era o abastecimento energ&eacute;tico.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>No Sudeste e Centro-Oeste, onde est&atilde;o as represas respons&aacute;veis por cerca de 70% da capacidade de gera&ccedil;&atilde;o de energia no Brasil, o armazenamento de &aacute;gua &eacute; o mais baixo desde 2001, ano em que foi decretado racionamento. Essa situa&ccedil;&atilde;o &eacute; provocada pela falta de chuvas &ndash; em fevereiro, a quantidade de &aacute;gua que chegou aos reservat&oacute;rios daquelas regi&otilde;es foi a menor em 84 anos.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Carvalho admitiu que, neste ano, &#8220;as condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas assustaram mais&#8221;, mas, segundo ele o governo vem tomando as medidas para garantir o abastecimento &#8220;sem solavancos&#8221;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8220;A gente est&aacute; acostumado a viver com uma esp&eacute;cie de terrorismo que se faz em cima da quest&atilde;o de que vai faltar energia, de que vai ter problema [&#8230;] A realidade combate o terrorismo. A realidade vai mostrando que o sistema el&eacute;trico &eacute; muito mais s&oacute;lido, ainda que se precise fazer mais uso de termas etc. Voc&ecirc; consegue suprir o pa&iacute;s naquilo que ele precisa em termos de energia, sem os solavancos, sem algumas profecias do terr&iacute;vel que algumas pessoas teimam em realizar todo in&iacute;cio de ano&rdquo;, disse.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; sempre assim&#8230; Problemas nos reservat&oacute;rios, j&aacute; se come&ccedil;a a fazer terrorismo&rdquo;, continuou Carvalho.&nbsp; &ldquo;Claro, temos de cuidar da manuten&ccedil;&atilde;o, da distribui&ccedil;&atilde;o. Tivemos neste ano de recorrer mais &agrave;s t&eacute;rmicas, mas o sistema continua funcionando e vai continuar funcionando, porque &eacute; um governo respons&aacute;vel&rdquo;, disse.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O ministro conclui afirmando que aqueles que &#8220;previram o caos&#8221; no setor energ&eacute;tico v&atilde;o &#8220;quebrar a cara&#8221;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&#8220;Eu tenho certeza de que aqueles que previram o caos v&atilde;o quebrar a cara mais uma vez. Parece que n&atilde;o aprendem.&#8221;<\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>Socorro para distribuidoras de energia<\/strong><br \/>O governo federal anunciou nesta quinta-feira (13) novas medidas para socorrer as distribuidoras de energia e reduzir o impacto na conta de luz pelo uso das usinas termel&eacute;tricas, cuja produ&ccedil;&atilde;o &eacute; mais cara.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Para bancar esse custo, haver&aacute; um novo aporte do Tesouro, no valor de R$ 4 bilh&otilde;es, e ser&aacute; permitido que as distribuidoras emprestem R$ 8 bilh&otilde;es no mercado. Al&eacute;m disso, ser&aacute; realizado um novo leil&atilde;o de energia no m&ecirc;s que vem.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O montante de R$ 12 bilh&otilde;es anunciado nesta quinta ser&aacute; rateado entre o governo, consumidores e agentes do setor. Mas a parte da fatura que dever&aacute; ser repassada &agrave; conta de luz, estimada atualmente em R$ 8 bilh&otilde;es, s&oacute; ser&aacute; cobrada a partir de 2015, informou o Minist&eacute;rio de Minas e Energia.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Isso porque a defini&ccedil;&atilde;o da tarifa &eacute; feita uma vez ao ano e s&oacute; no final de 2014 ser&aacute; realizada uma avalia&ccedil;&atilde;o do quanto ser&aacute; necess&aacute;rio aumentar na conta para suprir o rombo do setor.<\/p>\n<p><\/p>\n<p><strong>Energia mais cara<\/strong><br \/>As termel&eacute;tricas foram acionadas para complementar o fornecimento das hidrel&eacute;tricas, que enfrentam n&iacute;vel baixo pela falta de chuva neste ano. Por&eacute;m, o custo da produ&ccedil;&atilde;o dessas usinas&ndash; que geram energia por meio da queima de combust&iacute;veis como &oacute;leo, g&aacute;s, carv&atilde;o e biomassa &#8211; &eacute; mais alto.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Apesar de ainda n&atilde;o haver uma defini&ccedil;&atilde;o do quanto ser&aacute; gasto com o uso delas neste ano, a expectativa &eacute; de que essa fatura supere a do ano passado, que foi de cerca de R$ 9,5 bilh&otilde;es. Ela foi bancada integralmente pelo Tesouro, que decidiu repass&aacute;-la totalmente aos consumidores, num prazo de cinco anos.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ministro da Secretaria-Geral da Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica, Gilberto Carvalho, afirmou nesta sexta-feira (14) que o governo est&aacute; acostumado a viver &#8220;uma esp&eacute;cie de terrorismo que se faz em cima da quest&atilde;o de que vai faltar energia&#8221;. 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