{"id":865,"date":"2014-03-13T12:51:00","date_gmt":"2014-03-13T16:51:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-848","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=865","title":{"rendered":"Em: 13\/03\/2014 &agrave;s 12:51h por Ag\u00eancia Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Os custos industriais cresceram em ritmo menor em 2013, segundo a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI). De acordo com a entidade, a redu&ccedil;&atilde;o das tarifas de energia el&eacute;trica nos custos de produ&ccedil;&atilde;o foi um dos fatores respons&aacute;veis pelo menor crescimento desse conjunto de gastos, desde 2011. O Indicador de Custos Industriais aumentou 4,1% no ano passado, abaixo da eleva&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os dos produtos industriais.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Essa diferen&ccedil;a indica recupera&ccedil;&atilde;o de parte da margem de lucro perdida pela ind&uacute;stria em 2011 e 2012, informa o estudo trimestral Indicador de Custos Industriais, divulgado hoje (13), pela CNI.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O indicador, formado pelos custos de produ&ccedil;&atilde;o, de capital de giro e tribut&aacute;rio, registrou altas de 6,4% e 6,5% em 2011 e 2012, respectivamente. O aumento de 4,1% em 2013 ficou 1,9 ponto percentual abaixo da eleva&ccedil;&atilde;o de 6% nos pre&ccedil;os industriais, melhorando, portanto, a margem de lucro do setor, informa a CNI.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O custo de produ&ccedil;&atilde;o &#8211; que inclui custos com energia, pessoal e bens intermedi&aacute;rios &#8211; cresceu 6% sobre 2012, o menor aumento dos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. De acordo com a CNI, contribuiu para isso, sobretudo, a redu&ccedil;&atilde;o de 9,1% do custo com energia, especialmente de energia el&eacute;trica, que recuou 13,5%, embora, no &uacute;ltimo trimestre, tenha se elevado em 1,2%, revertendo a tend&ecirc;ncia de queda. O crescimento do custo de pessoal, de 7,5%, foi o menor desde 2010, enquanto o custo com bens intermedi&aacute;rios, de 6,4%, ficou igualmente menor do que em 2012, quando se elevou em 7,9%.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>A CNI tamb&eacute;m destacou que as altas da taxa b&aacute;sica de juros, a Selic, contribu&iacute;ram para o aumento de 0,4% no custo de capital de giro em 2013. Apesar das eleva&ccedil;&otilde;es no segundo semestre do ano passado, puxadas pelo Imposto sobre Circula&ccedil;&atilde;o de Mercadorias e Servi&ccedil;os (ICMS), na m&eacute;dia de 2013 o custo com tributos caiu 0,6% na compara&ccedil;&atilde;o com o ano anterior, na primeira queda desde 2009.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>A pesquisa da CNI informa ainda que, al&eacute;m de recupera&ccedil;&atilde;o parcial da margem de lucro, a competitividade da ind&uacute;stria brasileira &#8211; sugerida pela diferen&ccedil;a entre os custos internos e os pre&ccedil;os, em reais, dos manufaturados importados e dos manufaturados nos Estados Unidos &#8211; evoluiu positivamente no ano passado, mesmo com o impacto da desvaloriza&ccedil;&atilde;o cambial menor do que em 2012.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa, os pre&ccedil;os, em reais, dos manufaturados importados pelo Brasil cresceram 9,8%, contra 16,9% em 2012, e dos manufaturados comercializados no mercado norte-americano 10,8% (contra 19,2%). Em ambos os casos, os custos industriais cresceram abaixo da taxa de crescimento dos pre&ccedil;os internacionais, diz a CNI.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os custos industriais cresceram em ritmo menor em 2013, segundo a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI). De acordo com a entidade, a redu&ccedil;&atilde;o das tarifas de energia el&eacute;trica nos custos de produ&ccedil;&atilde;o foi um dos fatores respons&aacute;veis pelo menor crescimento desse conjunto de gastos, desde 2011. 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