{"id":8517,"date":"2014-10-31T12:00:00","date_gmt":"2015-03-22T16:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"ANEEL-8198","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=8517","title":{"rendered":"Sess\u00e3o presencial debate limites para o PLD"},"content":{"rendered":"<p><b>Fonte: <\/b><a href='http:\/\/www.aneel.gov.br\/aplicacoes\/noticias\/Output_Noticias.cfm?Identidade=8198&#038;id_area=90'><b>ANEEL<\/b><\/a><\/p>\n<p style='text-align: justify'>\n\t<br \/>\n\t&nbsp;&nbsp; A Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (ANEEL) promove na segunda-feira (3\/11) a sess&atilde;o presencial da audi&ecirc;ncia p&uacute;blica que prop&otilde;e novos limites para o Pre&ccedil;o de Liquida&ccedil;&atilde;o das Diferen&ccedil;as (PLD) de energia el&eacute;trica. Os valores propostos s&atilde;o, para o PLD m&aacute;ximo, R$ 388,04\/MWh e, para o m&iacute;nimo, R$ 30,26\/MWh. O evento ser&aacute; no audit&oacute;rio da ANEEL (SGAN, Quadra 603,Bras&iacute;lia-DF), de 8h30 a 12h00.<\/p>\n<p>\t&nbsp;&nbsp; A <a href='http:\/\/www.aneel.gov.br\/aplicacoes\/audiencia\/dspListaDetalhe.cfm?attAnoAud=2014&amp;attIdeFasAud=921&amp;id_area=13&amp;attAnoFasAud=2014' target='_blank'><strong>audi&ecirc;ncia p&uacute;blica n&ordm; 54\/2014<\/strong><\/a>&nbsp;est&aacute; aberta at&eacute; 10\/11. As contribui&ccedil;&otilde;es podem ser enviadas para o e-mail: <a href='mailto:ap054_2014@aneel.gov.br'><strong>ap054_2014@aneel.gov.br<\/strong><\/a>, pelo fax (61) 2192-8839 ou para o endere&ccedil;o da Ag&ecirc;ncia (SGAN, Quadra 603, M&oacute;dulo I, T&eacute;rreo, Protocolo Geral, CEP: 70830-110), em Bras&iacute;lia-DF.<\/p>\n<p>\t&nbsp;&nbsp; A audi&ecirc;ncia foi precedida pela <a href='http:\/\/www.aneel.gov.br\/aplicacoes\/consulta_publica\/detalhes_consulta.cfm?IdConsultaPublica=260' target='_blank'><strong>Consulta P&uacute;blica 009\/2014<\/strong><\/a>, na qual a ANEEL iniciou as discuss&otilde;es a respeito dos limites m&aacute;ximos e m&iacute;nimos do PLD para o ano de 2015. No per&iacute;odo de contribui&ccedil;&otilde;es &agrave; consulta (de 3\/9 a 2\/10) foram recebidas 31 contribui&ccedil;&otilde;es de associa&ccedil;&otilde;es, empresas e consultores. A partir dessas contribui&ccedil;&otilde;es, foi elaborada a <a href='http:\/\/www.aneel.gov.br\/aplicacoes\/audiencia\/arquivo\/2014\/054\/documento\/nt_001_2014_asd_sem_srg.pdf' target='_blank'><strong>Nota T&eacute;cnica<\/strong><\/a>submetida &agrave; audi&ecirc;ncia p&uacute;blica para manifesta&ccedil;&atilde;o da sociedade.<\/p>\n<p>\t&nbsp;&nbsp; A compet&ecirc;ncia de definir os limites m&aacute;ximo e m&iacute;nimo do PLD foi atribu&iacute;da &agrave; ANEEL por meio do Decreto 5.163\/2004. Para o limite m&aacute;ximo, devem ser considerados os custos vari&aacute;veis das usinas termel&eacute;tricas e para o limite m&iacute;nimo, os custos operacionais das usinas hidrel&eacute;tricas.<\/p>\n<p>\t&nbsp;&nbsp; A Resolu&ccedil;&atilde;o ANEEL 682\/2003 determinou o valor do PLD M&aacute;ximo para o ano de 2004, o qual deveria ser atualizado anualmente, considerando o menor valor entre o pre&ccedil;o da usina termoel&eacute;trica mais cara, com capacidade instalada maior que 65 MW e a atualiza&ccedil;&atilde;o do valor m&aacute;ximo daquele ano pela varia&ccedil;&atilde;o do &Iacute;ndice Geral de Pre&ccedil;os &ndash; Disponibilidade Interna (IGP-DI). Entre 2004 e 2014 prevaleceu o crit&eacute;rio de atualiza&ccedil;&atilde;o pelo IGP-DI. Em 2014, o PLD m&aacute;ximo &eacute; R$ 822,83\/MWh. A Resolu&ccedil;&atilde;o 392\/2009, por sua vez, estabeleceu que o valor m&iacute;nimo do PLD deve ser calculado pela ANEEL no m&ecirc;s de dezembro de cada ano, com base nas estimativas dos custos de gera&ccedil;&atilde;o da Usina Hidrel&eacute;trica de Itaipu para o ano seguinte.<\/p>\n<p>\t&nbsp;&nbsp; Entre 2003 e 2013, o limite m&aacute;ximo do PLD foi atingido em somente duas semanas operativas, em janeiro de 2008. No ano de 2014, no entanto, o limite foi alcan&ccedil;ado em praticamente todas as semanas operativas de fevereiro a maio, caiu em junho e vem subindo desde ent&atilde;o, ficando pr&oacute;ximo do m&aacute;ximo em setembro &ndash; conforme se verifica no gr&aacute;fico seguinte.<\/p>\n<table align='center' border='0' cellpadding='1' cellspacing='1' style='width: 200px'>\n<tbody>\n<tr>\n<td>\n\t\t\t\t<img src='http:\/\/www.aneel.gov.br\/arquivos\/gif\/tab_nota.jpg' style='border-bottom: 0px solid; border-left: 0px solid; border-top: 0px solid; border-right: 0px solid' \/><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p style='text-align: justify'>\n\t&nbsp;&nbsp; O ano de 2014 foi o mais rico em termos de avalia&ccedil;&atilde;o dos impactos decorrentes da ado&ccedil;&atilde;o de um limite m&aacute;ximo para o PLD. Por mais que os modelos tentem estimar as consequ&ecirc;ncias de um cen&aacute;rio de estresse, as evid&ecirc;ncias emp&iacute;ricas quando esse cen&aacute;rio efetivamente ocorre s&atilde;o fundamentais para avalia&ccedil;&atilde;o de impacto e aperfei&ccedil;oamento cont&iacute;nuo do modelo de comercializa&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<strong><u>Nota T&eacute;cnica <\/u><\/strong><\/p>\n<p>\t&nbsp;&nbsp; No documento, a Ag&ecirc;ncia faz, primeiramente, uma avalia&ccedil;&atilde;o conceitual do modelo de comercializa&ccedil;&atilde;o adotado no Brasil, suas principais caracter&iacute;sticas e as consequ&ecirc;ncias para forma&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os e para a rea&ccedil;&atilde;o da oferta e demanda. Em seguida, analisa as alternativas para a defini&ccedil;&atilde;o do limite m&aacute;ximo e m&iacute;nimo e, finalmente, avalia os impactos dessas alternativas para, com fundamento nessas an&aacute;lises, escolher a mais apropriada.<\/p>\n<p>\t&nbsp;&nbsp; As alternativas para defini&ccedil;&atilde;o do limite m&aacute;ximo seriam: (i) manter o crit&eacute;rio atual, sem revisitar o conceito de t&eacute;rmica relevante, e atualizar o limite atual pelo IGP-DI. Nesse caso ter&iacute;amos um valor de R$ 861,01\/MWh; (ii) manter o crit&eacute;rio atual, revisitando o conceito de t&eacute;rmica relevante. Seria adotada a t&eacute;rmica a g&aacute;s natural mais cara com contrato no ambiente regulado (UTE M&aacute;rio Lago &ndash; Custo Vari&aacute;vel Unit&aacute;rio de R$ 388,04\/MWh). Finalmente, a Nota T&eacute;cnica discute a utiliza&ccedil;&atilde;o do primeiro patamar de d&eacute;ficit de R$ 1.364,42\/MWh.<\/p>\n<p>\t&nbsp;&nbsp; Para o limite m&iacute;nimo, duas alternativas foram avaliadas: (i) manter o crit&eacute;rio atual, que resultou num limite de R$ 15,62\/MWh para 2014; e (ii) utilizar a Receita Anual de Gera&ccedil;&atilde;o (RAG) das usinas em regime de cotas, conforme Lei 12.783\/2013, adicionado da Compensa&ccedil;&atilde;o Financeira por Uso dos Recursos H&iacute;dricos (CFURH) que resulta num limite m&iacute;nimo de R$ 30,26\/MWh.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: ANEEL &nbsp;&nbsp; A Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (ANEEL) promove na segunda-feira (3\/11) a sess&atilde;o presencial da audi&ecirc;ncia p&uacute;blica que prop&otilde;e novos limites para o Pre&ccedil;o de Liquida&ccedil;&atilde;o das Diferen&ccedil;as (PLD) de energia el&eacute;trica. 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