{"id":816,"date":"2014-03-05T12:33:00","date_gmt":"2014-03-05T16:33:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-791","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=816","title":{"rendered":"Em: 05\/03\/2014 &agrave;s 12:33h por RDNEWS"},"content":{"rendered":"<p>Da forma como caminha o desenvolvimento econ&ocirc;mico, as bacias de Mato Grosso em breve devem ficar inundadas com a constru&ccedil;&atilde;o de novas hidrel&eacute;tricas, o que vai acarretar em perda da fauna e da flora nativas, desapropria&ccedil;&otilde;es de assentamentos, que muitas vezes n&atilde;o s&atilde;o considerados no projeto elaborado pela Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE), assim como as reservas ind&iacute;genas, que v&atilde;o perder a identidade. A perspectiva &eacute; do professor doutor da UFMT Dorival Gon&ccedil;alves.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>A expectativa, por&eacute;m, &eacute; bem mais otimista para quem acredita na import&acirc;ncia do crescimento do Estado, com base no modelo econ&ocirc;mico existente. Para o presidente em exerc&iacute;cio do&nbsp; Sindicato da Constru&ccedil;&atilde;o, Gera&ccedil;&atilde;o, Transmiss&atilde;o e Distribui&ccedil;&atilde;o de Energia El&eacute;trica e G&aacute;s de Mato Grosso (Sindenergia), Jos&eacute; Ant&ocirc;nio de Mesquita, o Estado, como s&oacute; utiliza 9% da capacidade das bacias hidrogr&aacute;ficas, ainda possui 90% de chances de crescimento no setor hidrel&eacute;trico.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Ao contr&aacute;rio do professor, que al&eacute;m de n&atilde;o acreditar em racionamentos e apontar que a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; apenas uma justificativa de as empresas alarmarem o setor para ganhar mais financeiramente, o presidente v&ecirc; que n&atilde;o s&oacute; Mato Grosso como todo o Brasil s&oacute; n&atilde;o v&atilde;o passar por racionamento de energia porque aprenderam com o &#8220;quase&#8221; apag&atilde;o de 2001. Mesquita ressalta que &eacute; muito dif&iacute;cil os brasileiros passarem pela mesma situa&ccedil;&atilde;o da &eacute;poca, mas s&oacute; por conta do aproveitamento da eletricidade gerada pelas termel&eacute;tricas. O problema disso &eacute; o reflexo no bolso do cidad&atilde;o, j&aacute; que a fonte &eacute; bem mais cara que as hidrel&eacute;tricas.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Para impulsionar o setor, o presidente acredita que incentivos como os liberados no governo Dante de Oliveira (j&aacute; falecido), entre eles isen&ccedil;&atilde;o de impostos para as PCHs, s&atilde;o necess&aacute;rios para continuarem em desenvolvimento. Agora, na opini&atilde;o de Mesquita, est&atilde;o na segunda fase desse crescimento, prejudicada com o corte dos incentivos. Para ele, mais PCHs ajudam a suprir a demanda regional (mesmo que a energia seja jogada na rede, que faz a distribui&ccedil;&atilde;o nacional).<\/p>\n<p><\/p>\n<p>O aumento no n&uacute;mero de usinas tende em estar ligado a novas concess&otilde;es. Para o professor Dorival, a forma como ela acontece n&atilde;o &eacute; adequada. Isso porque, ao participarem de processo de concess&atilde;o, as hidrel&eacute;tricas ficam liberadas para explorar o setor por 30 anos tendo receita mensal assegurada. &ldquo;J&aacute; ganha o contrato com a energia vendida. &Eacute; como se fosse uma promiss&oacute;ria de 30 anos&rdquo;, avalia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Da forma como caminha o desenvolvimento econ&ocirc;mico, as bacias de Mato Grosso em breve devem ficar inundadas com a constru&ccedil;&atilde;o de novas hidrel&eacute;tricas, o que vai acarretar em perda da fauna e da flora nativas, desapropria&ccedil;&otilde;es de assentamentos, que muitas vezes n&atilde;o s&atilde;o considerados no projeto elaborado pela Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE), assim como [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/816"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=816"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/816\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=816"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=816"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=816"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}