{"id":785,"date":"2014-02-26T12:53:00","date_gmt":"2014-02-26T16:53:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-754","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=785","title":{"rendered":"Em: 26\/02\/2014 &agrave;s 12:53h por Jornal da Energia"},"content":{"rendered":"<p>Com a possibilidade de o setor de energia enfrentar um per&iacute;odo de racionamento, entre os cen&aacute;rios mais ou menos alarmistas, a teleconfer&ecirc;ncia da AES Eletropaulo com os acionistas tamb&eacute;m abordou o assunto. Questionado sobre a quest&atilde;o, o presidente da empresa, Britaldo Soares, avaliou que se isso realmente se concretizar, a&ccedil;&otilde;es de longo prazo para um reequil&iacute;brio do setor dever&atilde;o ser estabelecidas.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Referindo-se &agrave;s medidas adotadas nos &uacute;ltimos anos, para reparar problemas &agrave;s concession&aacute;rias de gera&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o, o presidente declarou que &ldquo;o setor j&aacute; teve muito movimento, e o pre&ccedil;o est&aacute; sendo pago agora&rdquo;.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Por isso, Britaldo avalia que est&aacute; na hora de buscar um equil&iacute;brio maior para o setor, pois de nada adiantaria uma solu&ccedil;&atilde;o matem&aacute;tica, que iria impor perdas e ganhos a todos. Dessa forma, entende que uma decis&atilde;o estrutural para o planejamento da matriz energ&eacute;tica, em soma aos eventos clim&aacute;ticos mais extremos, &eacute; a mais correta.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&ldquo;Se voltarmos ao cen&aacute;rio de 2001, em um evento extremo, o setor vai ter que sentar &agrave; mesa e buscar o reequil&iacute;brio com o governo, Minist&eacute;rio de Minas e Energia e a Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel). Se esse cen&aacute;rio se materializar, obviamente &eacute; dif&iacute;cil enxergar algum agente saindo ileso de um evento dessa natureza, em semelhan&ccedil;a do que vimos no passado. Os impactos se propagariam em toda a cadeia&rdquo;, explicou o presidente.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>A distribuidora tem observado, e aguarda o cen&aacute;rio de mar&ccedil;o e abril. No entanto, entende que uma experi&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o ao que ocorreu em 2001, foi o aumento da seguran&ccedil;a energ&eacute;tica com maior disponibilidade t&eacute;rmica.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>Hoje, com o despacho t&eacute;rmico entre 14GW e 16GW, e os pre&ccedil;os da energia atingindo o limite no mercado de curto prazo, Soares ponderou que qualquer a&ccedil;&atilde;o que resolva apenas a quest&atilde;o conjuntural de baixar os pre&ccedil;os, &eacute; de curto prazo, e poder&aacute; trazer novos problemas futuramente, a respeito da baixa hidrologia apontada nos &uacute;ltimos dois anos.<\/p>\n<p><\/p>\n<p>&ldquo;Devemos dar uma parada com a sequ&ecirc;ncia de baixa hidrologia em 2013 e 2014 para reestruturar a quest&atilde;o do sistema, porque se n&atilde;o resolvemos o problema agora, e isso se repetir, depois (a medida) pode n&atilde;o ser suficiente. Podemos trabalhar no pre&ccedil;o m&eacute;dio ponderado agora, mas quem vai pagar a conta das t&eacute;rmicas mais caras e como vamos equilibrar o sistema como um todo? Precisamos tomar cuidado para n&atilde;o tomar uma a&ccedil;&atilde;o de artificialidade de curto prazo&rdquo;, declarou Britaldo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com a possibilidade de o setor de energia enfrentar um per&iacute;odo de racionamento, entre os cen&aacute;rios mais ou menos alarmistas, a teleconfer&ecirc;ncia da AES Eletropaulo com os acionistas tamb&eacute;m abordou o assunto. 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